Oposição cobra licitação do transporte coletivo | Fábio Campana

Oposição cobra licitação do transporte coletivo

As declarações do prefeito Beto Richa (PSDB) quanto à possibilidade de aumentar o valor da tarifa do transporte coletivo e a tentativa de parceria com os governos federal e estadual para reduzir impostos do diesel e manter o valor da tarifa, não convenceram os vereadores de oposição.

“O que tem que ser feito é a licitação do transporte coletivo. A planilha de custo da tarifa, por exemplo, ainda é algo nebuloso. O prefeito pede a redução do imposto do diesel, sem fazer a lição de casa (a licitação). Assim não dá”, explica o vereador Pedro Paulo (foto), líder do PT.

O parlamentar explica que durante três anos na Câmara Municipal, os vereadores discutiram a nova lei do transporte, com a promessa de que a licitação sairia, o que não aconteceu até agora, embora a nova lei esteja em vigor há quase um ano. “Não é apenas o valor da tarifa que interessa ao conjunto dos usuários. A superlotação e a desorganização das linhas são problemas sérios, que só serão resolvidos definitivamente com a licitação e a reorganização do sistema de transporte coletivo”, complementa. De acordo com a legislação federal, os serviços de transporte coletivo devem ser licitados, o que nunca aconteceu em Curitiba.


14 comentários

  1. ex-pectador
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 12:40 hs

    Licitar mediante um edital decente que reveja as regras atuais, como exemplo a lei que tolera até seis passageiros em pé por metro quadrado nos ônibus, nem precisava, afinal a lei da física é mais restritiva!

  2. Ana
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 12:44 hs

    Fábio, avisa para ele que é só acessar a página da URBS e clicar no link do Conheça Planilha de Custos do Transportes. Como pelo visto vai ser uma difícil missão para ele, vai o link para ajudar: http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/principal.php?pagina=planilhacustostransporte

    Esta lá já faz um bom tempo, vi quando fui consultar o valor das multas a uns dez dias atrás!

    Tem até desenho gráfico lá, se mesmo assim ficar nebuloso para ele, daí não sei a solução, professor particular talvez…

  3. Vigilante do prtão
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 12:58 hs

    Interessante, nbão cobraram o DENIT para que seja feita licitação nas linhas de longa distância. Curitiba/São Paulo, por exemplo, são as mesmas empresas, desde sempre.
    ambém nada dizem das linhas estaduais, Curitiba/Ponta grossa, é a “tristesa” dos Campos faz 50 anos.

  4. Fernandes
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 13:40 hs

    Olhem para a “maravilha” que é a “transparência” na gestão do transporte coletivo na administração petista em Londrina. Se dependesse do PT as passagens estariam muito mais caras do ponto de vista dos custos reais que em Curitiba, pois tentativas fraudulentas na confecção das planilhas para elevar as mesmas não faltaram!

  5. joão
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 14:41 hs

    Sai, chopim,,,,,

  6. sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 14:54 hs

    PTzadas, bandidadas!

  7. Vanessa
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 15:14 hs

    E alguém acredita que as empresas de ônibus vão deixar o Beto fazer metrô?

    Aliás, nem precisa não deixar, pois ele não deu conta ainda nem de conseguir financiamento internacional para a segunda etapa da Linha Verde.Vai recorrer ao governo federal para conseguir financiamento com o BID.

  8. sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 16:15 hs

    e voces acham que a familia gulin vai deixar o Beto fazer essa licitaçao…….ha….ha….ha…..ha…….

  9. Vigilante do prtão
    sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 – 19:48 hs

    Essa vanessa é lerda, pergunte ao Margarina se o governo federal conseguiu algum financiamento nos últimos 60 dias?
    Tá tudo fechado. Até a Petrobras teve que fazer um pápagaio com a Caixa, pois lá fora não deram um tostão.
    Caso a prefeitura receba recursos do governo federal, não será favor algum; Lembra da campanha? O Lula nos dá bem pouco, em relação ao que Curitiba recolhe em tributos.
    Mais, se o governo Federal emprestar a grana para as obras, é sinal que o Beto está fazendo a coisa certa, embora a PTzada e o Requião critiquem. KKKK

  10. NAGIB
    sábado, 6 de dezembro de 2008 – 0:48 hs

    Como pode uma capital como Curitiba ter um vereador deste naipe.
    Em suas declarações demonstrou que não entende absolutamente nada e ainda se diz “representante do povo”.
    A falta de boa vontade dos governos estadual e federal não convenceu o “nobre vereador”. Com um agravante: não procurou conhecer a planilha da URBS que é pública através do seu site.
    Como vereador regimentalmente pode requerer que a prefeitura informe sobre a licitação do transporte urbano. Mas, não faz por quê não quer.
    Eita, PTzadas não mordem o próprio rabo porque tem veneno…

  11. Cris
    sábado, 6 de dezembro de 2008 – 10:03 hs

    hahhahahahaha a planilha da URBS é pública? Alguém acredita nisso!!? hahaha

  12. NAGIB
    sábado, 6 de dezembro de 2008 – 10:04 hs

    VANESSA,
    Procure se informar antes de escrever.
    Já está aprovado o financiamento do BID III para construção da segunda etapa da “Linha Verde”, até o Atuba, sem recorrer ao governo Federal.
    Complementando o comentário do amigo VIGILANTE DO PORTÃO, saibam vcs PTzadas que de tudo que o governo federal arrecada em tributos em nossa cidade, apenas 6.8% retoma Curitiba.
    Lula continua em débito.

  13. sábado, 6 de dezembro de 2008 – 12:03 hs

    Concordo com o Nagib!

  14. Coitados
    quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 – 15:20 hs

    Os comentaristas desse sitio são um bando de coitados que se contentam com “porcentagens” de dados relativos (leia-se: sem números absolutos), apresentados em forma de “pizza” (que é no que a roubalheira do transporte coletivo em Curitiba vem dando desde sempre).
    Quem for se aprofundar no estudo das planilhas (que não é nada fácil de conseguir, diga-se de passagem), vai descobrir que o coeficiente de reposição de peças e acessórios anualmente é de 8% (maior que o índice GEIPOT estabelecido em 2001; certamente deve ser algo menos hoje devido às evoluções tecnológicas). Vai descobrir também que a URBS paga às empresas por um pneu de 1988 (pneu com câmara e suporte, coisa que não existe mais há alguns anos nas ruas da cidade, podem procurar). Vão descobrir também que o combustível é pago não com base no que as empresas gastam, mas no “preço médio praticado na praça”, ou seja, a URBS paga um “preço médio” e as empresas compram o diesel na distribuidora mais barata, e embolsam o resto. Poderia numerar mais zilhões de exemplos (tem até sindicato pelego envolvido na jogada), mas isso é apenas uma amostra pra direitalha desinformada que frequenta a web aprender a não confiar cegamente nos dados maquiados que a prefeitura apresenta.

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