Justiça mantém suspensas atividades do Terminal de Álcool | Fábio Campana

Justiça mantém suspensas atividades do Terminal de Álcool

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A notícia causou azia no governador Requião. A Justiça Federal em Paranaguá negou o pedido feito pela Administração dos Portos para que fosse revogada a liminar que suspende a operação do Terminal Público de Álcool. A juíza Aline Tedesco argumenta na decisão que o risco para os habitantes da área onde o terminal está instalado é “evidente”.

O Terminal Público de Álcool está proibido de funcionar desde 19 de novembro, quando a Justiça atendeu a um pedido feito pelo Ministério Público Federal. A liminar aponta problemas no licenciamento ambiental feito pelo IAP e determina que o procedimento seja refeito pelo Ibama.

A Justiça ordenou ainda a remoção das pessoas que vivem perto da área onde funcionam os terminais que operam cargas perigosas.


3 comentários

  1. Zé do Coco
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 – 16:10 hs

    Vale dizer, sua excelência o governador faz de tudo para provar que trabalha, “a justiça é que não me deixa”.
    A propósito, QUEM emitiu laudos aprovando a instalação do terminal? Por que os senhores deputados estaduais não questionam essas coisas?

  2. ronaldo
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 – 16:59 hs

    Perguntar não ofende, não existe nenhum outro problema com esse terminal que venha comprometer o meio ambiente e o povo parnanguára, é tão sómente porque está situado próximo a moradores ?

  3. Vigilante do Portão
    domingo, 14 de dezembro de 2008 – 9:23 hs

    Quando é que vamos fazer uma auditoria séia no Porto de Paranaguá e processar os culpados pelos desmandos e maracutaias da gestão do mano Dudu?
    Nossos portos só estão colhendo o que foi plantado, desmandos, falta de dragagem, maracutais e falcatruas, como essa última de “conta não contabilizada”, eufemismo para “caixa2” KKK
    Lembram da bronca dos trangênicos? Pois é, o cavaleiro do apocalipse, afirmou que a Europa inteira não aceitava a soja trangênica. O tempo se encarregou de desmentir o pilantra, mais de 80% da soja consumida no velho continente é geneticamente modificada.
    Todos os demais portos embarcaram o produto normalmente, apenas separando da soja convencional, aqui na Requiolandia, ficamos só com o prejuízo de não embarcar nada. Menos navios significa menos recursos para o porto, diminuição de postos de trabalho, redução de ganhos para todos os envolvidos nas atividades correlatas, ( silos, transportadores, carregadores, estivadores, conferentes, restaurantes, pedágio, postos de combustíveis, comércio em geral e até para as “moças da beira do cais”).
    Grande Requião, sempre contra os interesses do Paraná e no caso não foi por convicção, foi apenas para ganhar mídia e se fazer passar por defensor da natureza.
    Notaram que ele parou de chatear a Monsanto? Será que, bem, não sei o que possa ter ocorrido para a repentina mudança de comportamento.

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