Gaza: região é pobre e superpovoada | Fábio Campana

Gaza: região é pobre e superpovoada

Do O Estado de São Paulo

A Faixa de Gaza, dominada pelos islâmicos do Hamas, é um enclave pobre, superlotado e devastado pela violência. Juntamente com a Cisjordânia, deveria formar um futuro Estado palestino. No pequeno território de 362 km² (metade da área da cidade de Campinas), situado junto ao Mediterrâneo, vivem amontoadas 1,5 milhão de pessoas, numa das maiores densidades demográficas do mundo.

A situação econômica e humana, que já ia mal, degradou-se consideravelmente desde que o Hamas (acrônimo em árabe do Movimento de Resistência Islâmica) tomou o poder pela força em junho de 2007 – quando Israel impôs sanções em represália aos disparos de foguetes contra localidades israelenses.

Por causa da escassez de combustível, são freqüentes os cortes de eletricidade, o que afeta a prestação de serviços fundamentais. A gasolina é racionada.
A região é desprovida de recursos naturais, sofre de uma escassez crônica de água e quase não tem indústrias.

Durante várias décadas, cerca de 8 mil colonos israelenses viveram ali em 21 colônias sob a proteção do Exército de Israel, antes da retirada unilateral do verão de 2005. Depois da retirada, Israel manteve o controle sobre o espaço aéreo, as águas territoriais e a entrada e saída de mercadorias. O país também supervisiona o movimento da população que chega e deixa a Faixa de Gaza


8 comentários

  1. Zé do Coco
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 7:57 hs

    Eu só queria saber DE ONDE Yasser Arafat tirava tanto dinheiro que quando morreu tinha uma fortuna avaliada em cerca de 10 bilhões de dólares. E tudo no nome dele, em bancos suíços.

  2. bimbo
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 9:34 hs

    Zé do Coco, os judeus são dono do dinheiro que existe no mundo.

  3. LEANDRO
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 10:00 hs

    O mundo deve esquecer este povo, deixar que se matem e parar de fazer reportagens sobre o assunto. è um povo que não gosta de trabalhar, imprestáveis!!!!QUEREM SE MATAR QUE SE MATEM………..E depois que sumirem do mapa, a região poderá ser habitada por pessoas que queiram o bem da humanidade.

  4. fabio maleico
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 11:28 hs

    O MAIOR GENOCÍCIDO DA HISTÓRIA DO MUNDO É PRATICADO DIARIAMENTE PELOS JUDEUS ISRAELENSES E PELOS NORTE AMERICANOS, A IMPRENSA NÃO DIZ NADA, VEJAM QTOS ISRAELENSES MOREM NESSES ATAQUES, UM OU DOIS E QUANTOS PALESTINOS, DUZENTOS, TREZENTOS, É UMA VERGONHA O QUE OS JUDEUS FAZEM NAQUELA REGIÃO.

  5. Francisco
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 12:21 hs

    Gaza é o maior presídio a céu aberto, uma Auschwitz multiplicada à decima potencia e sitiada pelos novos nazis sionistas e o tal do Ze do Coco (em cujo apelido acho que devo colocar o acento circunflexo na última letra “o”) está preocupado com supostas granas do Arafat…
    Sinceramente…
    Na tal da “trégua” (na Terra Santa trégua significa que os palestinos continuem vivendo calados, sem reagir, numa realidade de ocupação militar brutal, demolições de casas, cerco naval, terrestre e aéreo de Gaza, checkpoints humilhantes, colonização constante de suas terras na Cisjordânia, espancamentos em mãos de colonos fortemente armados, monopolização dos recursos hídricos, proibição de observadores internacionais etc.), Israel teve várias oportunidades de suspender o verdadeiro crime de guerra que é o bloqueio à entrega internacional de alimentos e remédios aos habitantes de Gaza. Quatro de cada cinco habitantes de Gaza dependem dessas entregas para sobreviver.
    Bombardeiam agora até a UNiversidade em Gaza. Matam crianças, e os jornalistazinhos vagabundos falam apenas em reação israelense “desproporcional” aos traques do Hamas…
    ISSO É CRIME DE GENOCIDIO, e os grandes e a imprensa está comportadinha, só fazzendo contagens de mortos e chorando lagrimas crocodilianas.

  6. Sayyed Hassan
    segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 – 12:36 hs

    israel deve ser apagado do mapa!
    assassinos

  7. Francisco
    terça-feira, 30 de dezembro de 2008 – 8:41 hs

    Hassan, os neonazistas que dirigem o atual Estado de Israel mereciam o mesmo tratamento dado aos criminosos de guerra alemães em Nuremberg. São fascistas, isto é, governam pelo terror de Estado. Mas, deve ser lembrado que existe também em Israel parcela da população que condena com veemencia essa chacina fascista comandada pelo Estado israelense, e que defendem a paz imediata, a concessão plena dos territórios ocupados ao Estado Palestino (e tem feito atos públicos dizendo isso).

    Contudo, está claro que o intento de Israel no momento é destroçar materialmente o Estado Palestino, haja vista o bombardeio até da Universidade Islamica. No passado era o Fatah, agora é o Hamas, mas não passa de pretexto para tornar os palestinos uma categoria de párias iguais ou piores do que os próprios judeus foram no passado.

    O que se espera é que Obama, assumindo em 20/01, possa meter a colher para promover acordo real e justo de paz, que nesse caso só pode favorecer a causa palestina, ou o conflito prosseguirá.

  8. MOSHE DAYAN
    quarta-feira, 31 de dezembro de 2008 – 1:23 hs

    QUEM CONTABILIZA OS MORTOS DIVULGADOS PELA IMPRENSA?? APÓS A OCUPAÇÃO NO LIBANO, DISCRETAMENTE O NÚMERO DE MORTOS CAIU EM 80%!!!!

    QUEM CONTABILIZA OS MORTOS???

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