STF obriga governo Requião a indenizar fazendeiro | Fábio Campana

STF obriga governo Requião a indenizar fazendeiro

Depois de 16 anos, chegou a conta. O governo do Paraná terá de pagar uma indenização pelos danos causados com a ocupação da fazenda São João do Cerro Agudo, que fica entre Palmas e Bituruna, na Região Sul, porque a Polícia Militar não cumpriu uma decisão judicial de retirar do local os integrantes do MST.

A invasão aconteceu no dia 19 de outubro de 1992, durante o primeiro governo de Roberto Requião. O governo alegou que não tinha condições de cumprir a ordem de reintegração, na época. O STF não acatou o argumento. O valor da indenização, que deverá ser paga ao dono da fazenda, não foi divulgado.


7 comentários

  1. Débora
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 15:03 hs

    É uma vergonha, demorar 16 anos para conseguir receber a indenização… ê Brasil!

  2. Rafael Filippin
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 15:47 hs

    O Estado tem duas alternativas: ou investe em Reforma Agrária previamente ou pagará indenização aos proprietários cujas terras foram ocupadas. É preferível, portanto, que o investimento ocorra antes do problema explodir. É o mais sensato a fazer.

  3. Theo
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 16:33 hs

    Segundo declarações dadas a uma rádio pelo filho do pecuarista, a indenização é superior aos 3 milhões de reais.
    Pela incompetência e despreparo somos nós que vamos arcar com mais essa conta do Executivo!
    Até quando aguentaremos esses abusos!
    Errou Requião e também Pessuti que na época respondia e ficou responsável pelo imbrólio.

  4. jango
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 17:19 hs

    As contas estão chegando – povão bão de voto do Paraná. Leiam mais, relaxem e gozem se forem capazes:

    “Um levantamento parcial feito pelo Jornal do Estado identificou pelo menos quatro casos em que o governo paranaense ou já foi condenado a pagar, ou deve ser cobrado na Justiça por decisões e medidas tomadas na administração Requião, valores que passam de R$ 1,5 bilhão. Em pelo menos um desses casos o prejuízo para os contribuintes paranaenses já é líquido e certo, pois não há mais como recorrer. Trata-se de R$ 400 milhões que o Estado foi condenado a pagar aos servidores do Judiciário, por conta de um reajuste salarial que Requião se recusou a pagar em 1992, quando ainda estava em seu primeiro mandato como governador. Em 2002, a categoria, depois de dez anos de batalha judicial, conseguiu o direito de receber o aumento, que até hoje espera na fila de precatórios do Estado para ser pago. As concessionárias calculam em R$ 170 milhões o montante que pretendem cobrar na Justiça por conta dos prejuízos materiais causados por invasões e depredações das praças de cobrança, os dias em que as cancelas foram mantidas abertas por manifestantes, desequilíbrios contratuais que não foram revistos pelo governo do Estado e os dias que as empresas deixaram de aplicar os reajustes tarifários por falta de autorização do Estado.” (coluna “Na ponta do lápis” de 07/10/07)

  5. bimbo
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 17:23 hs

    Vai tudo virar precatórios não pagos

  6. Romerito
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 17:54 hs

    Esta sim será uma HERANÇA MALDITA que o reiBOBÃO vai deixar ao povo paranaense. Bilhoes de indenizações pelo autoritarismo e desobediencia as leis. A frouxidão politica do Lerner e a sua irresponsabilidade fiscal, deixou de movimentar o juridico do Estado do Parana, para acionar a responsabilidade pessoal do governador REIquião , em ações judiciais como estas em que nepotista deixou de cumprir as ordens judiciais de despejo dos sem terras…… REIquião afundará o Parana em divida impagável…e o pior é que ainda tem gente alienada que não consegue ver isso …é a casa da mãe joana….

  7. Sócrates
    quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 22:27 hs

    O que não entendo é porque até hoje ninguém responsabilizou civilmente esse maluco. Deveriam entrar na Justiça para obriga-lo a arcar pecuniariamente pelas suas inconsenquencias, e não simplesmente deixar que Justiçam onere o Erário (contribuintes), afinal, que paga a conta pelas sandices somos nós os paranaenses, e essa situação não é de hoje vem de 15 anos atrás.

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