Requião vai defender pessoalmente a sua reforma tributária | Fábio Campana

Requião vai defender pessoalmente a sua reforma tributária

Requião decidiu comparecer à audiência pública de hoje, às 18h, na Associação Comercial, para defender a reforma tributária que diminui impostos dos supermercados e revendas de autopeças e aumenta os da energia elétrica e combustíveis.

Ou seja, o aumento de impostos passou a ser questão de ordem pessoal para Requião. Antes dele, o presidente da associação de supermercados, Everton Muffatto, visitou a Assembléia para convencer os deputados de que a reforma é para a felicidade geral da Nação. Ele próprio se mostrava muito feliz, afinal, a reforma tributária dará a ele e aos seus representados a chance de não pagar R$ 200 milhões de reais. O resto é lorota.


8 comentários

  1. jango
    quarta-feira, 26 de novembro de 2008 – 17:15 hs

    Meu reino por uma alíquota !

  2. barbie
    quarta-feira, 26 de novembro de 2008 – 17:18 hs

    o requião está tão meigo nesta foto! Me apaixonei.

  3. MARCOS SENNA
    quarta-feira, 26 de novembro de 2008 – 17:49 hs

    QUE COISA!!!NÃO SE DEU CONTA QUE
    OS SEUS DESMANDOS ACABARAM COM
    O PARANÁ!!!CONTUDO, AINDA FICA QUE
    PUDESSE CAIR TANTO, FAVORECER
    GRANDES GRUPOS ECONOMICOS EM
    DETRIMENTO DE PEQUENOS COMER-
    CIANTES, SACRIFICAR AINDA MAIS A
    CLASSE MÉDIA (A MESMA QUE ELE
    PERTENCE, OU SERÁ QUE DURANTE O
    GOVERNO UMA ASCENSÃO!!!!!!!!).

  4. Mano da Vila
    quarta-feira, 26 de novembro de 2008 – 22:08 hs

    Tá na hora do povo se mexer e deixar de comprar nos supermercados do Mufattão explorador. Onde os preços são dos mais caros no Paraná. Diga não ao “caixa” de campanha ao senado do Requião Chaves!

    Impeachment de Requião Chaves já!

  5. Falcão
    quarta-feira, 26 de novembro de 2008 – 22:26 hs

    A foto me induziu a um pensamento: Quem teria sido a vítima da dentada?

  6. jose
    quinta-feira, 27 de novembro de 2008 – 8:44 hs

    Prezados,
    Leiam a coluna do Celso Nascimento e depois o e-mail enviado pelo nosso amigo Péricles.
    Tirem suas conclusões.

    abrs

    ============================================

    Celso Nascimento
    Um 1.º de abril no futuro da reforma tributária de Requião

    Publicado em 26/11/2008 | celso@gazetadopovo.com.br

    Digamos que você seja um daqueles pobres da Carta de Puebla. Ganhou um dinheirinho extra e decidiu dar a geladeira nova para a patroa. Entretanto, como assiste à “escolinha” na TV Educativa, ficou sabendo que o governo quer reduzir o ICMS de 18% para 12%, o que vai fazer o preço da geladeira cair de R$ 1.000,00 para R$ 931,80. Diante disso, prefere esperar que Requião sancione a lei para economizar R$ 68,20.

    Como a próxima geladeira você só vai comprar daqui a dez anos (120 meses), a economia média que você fará será de 56 centavos por mês. Certo?

    Pois bem: você tem uma Brasília amarela e com ela gasta 80 litros de gasolina por mês. Como o ICMS da gasolina vai subir, os postos já calcularam que o litro ficará 10 centavos mais caro. Logo, você gastará R$ 8,00 a mais por mês para encher o tanque.

    Sua conta de luz também sofrerá aumento de ICMS, de 25% para 27%. Atualmente, sem esse aumento, você paga para a Copel R$ 100,00 por mês. Com o imposto maior, R$ 102,81.

    Somando os dois aumentos, dá R$ 10,81 de acréscimo no tributo que, sem escapatória, você recolherá para os cofres de Requião todos os meses. Você ainda está feliz com a economia de 56 centavos mensais da compra da geladeira?

    Ainda assim, você continuará aplaudindo a “reforma tributária” do governador, pois ele prometeu que vai baixar o ICMS de 95 mil produtos comprados pelos assalariados. Logo, o preço desses produtos vai cair e aí sim você – homem de muita fé – vai compensar com sobra o aumento da luz e da gasolina.

    Então, quando a lei for aprovada, você volta ao supermercado e nota que o arroz, o feijão, a farinha e todos os demais produtos da cesta básica estão com os mesmos preços. Por quê? Porque esses produtos já não pagam ICMS. Logo, nesse quesito, a reforma não fará a menor diferença no seu bolso.

    E quanto aos produtos que estão fora da cesta básica, mas que também terão ICMS diminuído? Bem, aí depende do supermercado. Ele pode repassar a diferença para você, mas também pode não repassar. O governo não tem como obrigá-lo. Quem vai lucrar com isso? Você?

    Isso talvez explique o grande lobby que os supermercadistas fazem para que os deputados aprovem a “reforma” – como se verá na audiência pública de hoje à tarde em Curitiba, última da série que a Assembléia promoveu para debater o projeto com a “sociedade”.

    * * * * * * *

    A data que é um símbolo

    A Constituição Federal diz que toda alteração tributária só pode vigorar no ano seguinte à sanção da lei que a promoveu. A Constituição instituiu também a noventena: o início da cobrança do imposto novo (ou alterado) só pode se dar após 90 dias.

    O deputado Durval Amaral, presidente da CCJ da Assembléia, respeitado especialista em legislação tributária, fez os cálculos e concluiu que a reforma de Requião, se aprovada este ano, só será aplicada no dia 1º de abril de 2009.

    A data é emblemática para um projeto que promete que:

    • a carga tributária não vai aumentar;

    • os pobres da Carta de Puebla serão beneficiados.

    * * * * * * *

    —– Original Message —–
    From: p.salazar@onda.com.br
    To: celso@gazetadopovo.com.br
    Sent: Wednesday, November 26, 2008 10:42 AM
    Subject: Um 1º de abril

    Prezado Jornalista Celso Nascimento

    Sou leitor da Gazeta do Povo há muito tempo e faz alguns meses que passei a ler a sua coluna. Claro que sei da sua postura contrária ao Governador Requião, seja qual for o assunto. Isto faz parte do jogo democrático e todos têm direito em se posicionar políticamente. Neste país, felizmente, todos nós temos o direito de pensar de forma livre e mesmo de expressarmos publicamente nossas idéias e percepções.

    Até aqui tudo bem. O que não está correto sob o ponto de vista ético e de honestidade profissional é, na condição de opositor político, somente criticar as falhas e não querer propositalmente enxergar as virtudes ou os bons projetos do atual governo estadual.

    A análise do Projeto de Lei do ICMS na sua coluna de hoje, intitulada “Um 1º de abril no futuro da reforma tributária de Requião”, é repleta de erros artiméticos simples, o que demonstra a sua total inabilidade para os números, quiça então para o projeto como um todo. Dizer que a compra de uma geladeira possibilita uma economia de 56 centavos por mês, em 120 meses, é de uma ingenuidade matemática de arrepiar os alunos do primeiro grau. Diferir no tempo futuro o benefício presente, tentando com isso justificar as inconveniências do projeto de lei é digno de pena. Perde o jornalismo, perdem os leitores, e principalmente, perde a verdade, matéria-prima da mídia escrita e falada.

    Ofereço-lhe um exemplo. Apenas um, pois poderia citar milhares. Além de gasolina, o consumidor também compra xampu ou desodorante. Certo ? Pois bem : se for adquirido uma unidade de cada destes dois produtos por mês, o benefício econômico supera o que ele vai gastar a mais em despesas de gasolina ou serviços de comunicação. Repito : são milhares os produtos que vão baixar de preços em decorrência da diminuição da alíquota de 18 para 12%.

    Mas daí a oposição pergunta : E os comerciantes vão realmente baixar os preços ? A resposta para esta pergunta é SIM, SIM, SIM, vão baixar porque vivem num regime de economia de mercado concorrencial. Não estamos tratando de oligopólios e monopólios, tais como a Petrobrás, por exemplo, onde preço do barril de petróleo cai mais de 60% e o preço na bomba continua o mesmo.

    A manipulação da verdade com aritmética rudimentar , com fins políticos, é tão desonesto quanto ao simples ladrão de galinha. Este, pelo menos, rouba a galinha, a desonestidade profissional rouba a moral e os bons costumes.

    Cordiais Saudações,

    Péricles Pessoa Salazar

  7. quinta-feira, 27 de novembro de 2008 – 10:24 hs

    Quem sabe aumentando a arrecadação ele consiga recursos para dragar o Canal da Galheta?

    Ou ainda, para fazer alguma obra neste segundo mandato, marcado pela absoluta inação em todas as ações governamentais?

  8. sábado, 14 de novembro de 2009 – 10:20 hs

    Prezado amigo, gostei da reportagem do dia 19/10/2009 sobre as Oscips. gostaria que fizesem outra sobre a contrataçao de pessoal em guaratuba, sendo que ainda tem conccurso em aberto que nao venceu ainda, e estao contratando por este sistema

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