Requião ironiza decisão da Justiça sobre o porto e anuncia retaliação | Fábio Campana

Requião ironiza decisão da Justiça sobre o porto e anuncia retaliação

Há pouco, na escolinha, Requião, irritado, ironizou decisão da Justiça que mandou fechar o terminal de álcool do porto de Paranaguá.

Insinuou a existência de interesses estranhos que teriam determinado o fechamento. A Justiça atendeu ao pedido e acatou as denúncias da população e das instituições ambientais sobre os riscos que o funcionamento do terminal oferece.

Em represália, Requião afirmou que se o IAP não tem condições de conduzir o processo, ninguém mais embarcará álcool em paranaguá. Disse, ainda, que o IAP, a partir de agora, deverá retirar a licença ambiental de outras empresas que embarcam álcool em Paranaguá, como a Catalini e a Transpetro.


10 comentários

  1. ronaldo
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 10:02 hs

    Iniciei para fazer um comentário a respeito desse assunto mas desisti, perdi a vontade de me expressar sobrê esse govêrno, não suporto mais vêr e ouvir ignorâncias e desmandos, desculpem a minha vulgaridade mas estou de saco- cheio desse cidadão e sua thurma.

  2. Falcão
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 10:19 hs

    Acabei de ouvir os comentários deste insidioso cidadão, em seu cirquinho das 3ªs.feiras. Disse que se é para fechar o terminal de alcool, dever-se-ia fechar tambem os demais. Ora, só um ingênio ou puxa-saco não vê que ele usa a palavra para confundir: O terminal foi interditado por deficiências técnicas de construção, o que oferece risco aos moradores da vila vizinha, o que não é o caso dos outros terminais, que foram construídos pela iniciativa privada (que ele odeia) e, des’tarte, com seriedade e sem maracutaias financeiras.

  3. Ex-pectador
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 10:23 hs

    Ué, é só o magnífico mandar o funcionário seu Joaquim conversar com a patroa… A gentil família de portes abertas.

  4. O Bocudo
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 10:26 hs

    Governo requiao, o Rei dos Escandalos!!

  5. Chico
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 10:55 hs

    “É que Narciso acha feio o que não é espelho”, como diria a canção!

  6. bimbo
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 11:54 hs

    Coisa ruim tem que matar de novinho, depois que cresce ninguem segura.

  7. terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 12:58 hs

    Segura a ” vaca louca” agora…o porto vai parar devido a ira do inútil. É incrível a quantidade de besterias feita por esse governo, com apoio do PT. Sinceramente, dá vergonha e pena de ver a que estado chegamos. Só um detalhe, cadê a oposição???tá muito fraca, essa loucura toda vai refletir no estado e ninguém fala nada????Está passando do ponto de por um fim nisso… Quanto mais o Requião trabalha, mais lambanças aparecem..

  8. Luis Konig-Contenda
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 13:05 hs

    TRATANDO-SE DO REQUIÃO ESTÁ TUDO NORMAL. SE O REQUIÃO SAÍSSE DE LICENÇA OU RENUNCIASSE, O PESSUTI COLOCA A CASA EM ORDEM E ASSUME A CREDIBILIDADE POPULAR VAI PESSUTÃO!!!!

  9. terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 13:40 hs

    Só o Professor de Deus e Governador do Paraná ve interesses estranhos qdo a justiça manda fechar o terminal de alcool do Porto de Paranagua. Qdo ele quer enfiar um decreto goela abaixo do povo dando mamata pros supermercadistas ninguém pode reclamar ou achar que haja interesses estranhos. Õ Professor de Deus nós somos pessoas inteligentes. Vamos respeitar a justiça. Vamos obedecer ordens judiciais. A justiça ouviu a reclamação daqueles que se sentiam em perigo. Só a catrefa do pessoal da escolinha para ouvir tanta besteira logo numa terça-feira. Ainda bem que falta só 1 ano e meio graças a Deus.

  10. jango
    terça-feira, 25 de novembro de 2008 – 13:49 hs

    O licenciamento, ao que tudo indica, foi em desacordo com as normas ambientais. A lei 9605 que regula os crimes ambientais, dispõe, com todas as letras:

    Art. 67. Conceder o funcionário público licença, autorização ou permissão em desacordo com as normas ambientais, para as atividades, obras ou serviços cuja realização depende de ato autorizativo do Poder Público:

    Pena – detenção, de um a três anos, e multa.

    Parágrafo único. Se o crime é culposo, a pena é de três meses a um ano de detenção, sem prejuízo da multa.

    Só falta apurar …

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