O mundo inteiro é americano por um dia | Fábio Campana

O mundo inteiro é americano por um dia

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14 comentários

  1. SARINHA OU SAFADINHA
    quarta-feira, 5 de novembro de 2008 – 21:59 hs

    SE ATÉ A SOCIEDADE CONSERVADORA DOS EUA MUDOU, A COHAPAR TAMBÉM PODE MUDAR, É SÓ QUERER !!!

  2. HAVENGAR
    quarta-feira, 5 de novembro de 2008 – 22:19 hs

    Não meu amigo ..nada disso , tinha que mudar o ator ..para enfrentar a crise que vem ai ..como no Brasil mudaram o ator ..e o papel dele ja esta no fim ..com essa mesma frase …meu amigo o Capitalismo não dorme de Touca..só os romanticos..a mudança é minima..acredite ..

  3. Jose Carlos
    quarta-feira, 5 de novembro de 2008 – 22:38 hs

    A plebe ignara, mundo afora, acredita que a cor da pele e o aplauso da mídia vão transformar Mr. Obama em um não-americano… O príncipe negro de Harvard é herdeiro de dois séculos de um projeto americano de hegemonia e império… ele é caudatário deste destino…. nada o fará renegar esta herança… é um Roosevelt , um aristocrata negro de Harvard… os EUA não mudarão: detêm o dominio tecnológico de ponta, a informação e o dinheiro… Obama será mais soft do que a arrogância texana de Bush, mais culto que a cultura hollywoodiana de Reagan, mas, terá o charme de Kennedy e a pieguice de Roosevelt. Porém, será um presidente americano como todos… e pior, será democrata, que proteje o mercado interno e inicia guerras que os republicanos terminam… tio Sam será, por ora, pai Tomás, mas será sempre o líder de um império global… assim como os romanos se revigoram com imperadores germânicos, gauleses ou hispânicos, a América é a mesma sob o comando de Obama… mais leve, mais movie star, mas sempe a mesma….

  4. Berko
    quarta-feira, 5 de novembro de 2008 – 23:41 hs

    esse cara tem valor. Lutou e estudou muito para ser presidente dos Estados Unidos. O do nosso país eu me envergonho em contar para meu filho de 7 anos que temos um presidente que não se esforçou em estudar, ainda que de noite, como tantos cidadãos brasileiros.
    O msemo vale para um Ministro de Planejamento que não tem curso superior. isso é sinal de falta de empenho. Não que seja tudo na vida, mas para pessoas públicas tem que ter para servir de exemplo para a geração que vem. infelizmente estamos mais atrasados ainda.

  5. quarta-feira, 5 de novembro de 2008 – 23:44 hs

    O Professor Galdino é o nosso Obama!

  6. quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 9:07 hs

    Ô Fabio, você não acha estranho?

    Agora, olhando o que escrevem os colunistas da mídia corporativa,parece que todo mundo é “Obama desde criancinha”…

    Mas não é bem assim…

    Em todo mundo festeja-se a eleição de Obama.

    Até os colunistas mais famosos de nossa mídia corporativa, que sempre foram e são tão preconceituosos ( inclusive você, Fábio…) quando da eleição e da reeleição do primeiro presidente nordestino e operário no Brasil,agora são todos “Obama desde criancinha”…

    Deixemos de hipocrisia e sejamos francos: porque tão extraordinário que Obama tenha sido eleito?

    Porque sua eleição é tão festejada?

    Porque é anormal ela ter acontecido? Porque levou tantos anos para acontecer? Ora, a resposta é óbvia: porque ele é negro, porque existe enorme preconceito racial nos Estados Unidos e porque ainda é muito pouco democrática a festejada democracia americana.

    Afinal, os negros são 20% da população americana e incluindo os mestiços, latinos e outras minorias, o numero de não-brancos chega a mais de 50% dos norte-americanos.

    Por uma estatística simples, levando essa proporção em conta, 1 em cada 2 presidentes poderiam ter sido negros ou não-brancos.Ou seja, a democracia nos Estados Unidos, apesar de existir há mais de duzentos anos, está longe de ser boa, forte, universal.

    Para começar, só há dois partidos, muito iguais entre si. E sua atuação na vida prática das pessoas não permite que possam ser chamados de legítimos representantes da média do que é o povo americano.

    Mas para nossos “colunistas”, Obama foi eleito “graças à democracia americana”.E não APESAR dela, como é fácil perceber que aconteceu.

    Mais perdidos que cachorro que caiu de mudança.Essa foi a forma como a maioria dos astros de nossa mídia corporativa recebeu a eleição de Obama.

    Primeiro, era uma solene indiferença. Depois, quando Obama começou a rivalizar com Hillary, veio a fase da descrença e do deboche, dos trocadilhos com seu nome e piadinhas de mau gosto. Depois, os mais afoitos e presunçosos passaram ao combate às “promessas populistas” de Obama. Como se suas palavras fossem influenciar as eleições na metrópole…

    Agora, estão tentando nos enganar, de novo, dizendo que são todos “Obama desde criancinha”. Mas, mais do que isso, querem nos convencer que o mérito nem é de Obama ou de suas idéias, de suas propostas, que mobilizaram milhões de pessoas simples, mas da “maravilhosa e forte democracia americana”…Para eles “foi a forte democracia americana que gerou Obama”, quando mais correto seria dizer que as idéias de Obama é que estão aumentando e aperfeiçoando a nos Estados Unidos…

    Deixemos de ser hipócritas e admitamos que Obama, Lula, Morales e tantos outros foram eleitos apesar da péssima qualidade de democracia que existe nos Estados Unidos, no Brasil e em quase todos os países do mundo. E não por causa dela.

    Principalmente nas democracias onde são tão poucos e sempre os mesmos os que podem expressar suas idéias em grandes jornais, fazer comentários nas rádios e TVs e transmitirem a sua versão dos acontecimentos, dia e noite, numa verdadeira elegia do pensamento único.

    No Brasil, por exemplo, olhando os jornais, rádios e TVs, é fácil ver que vivemos uma verdadeira unanimidade burra e cega, que nada tem de democrática ou pluralista.

    E que nem mesmo é empresarialmente correta, já que própria eleição de Obama, Lula, Morales, Chavez, Kirchner e de uma dezena de outros presidentes mostra que a maioria da população de muitos países tem hoje uma outra concepção de mundo, diversa, múltipla e “não-unânime” , nessa aprovação incondicional do “império mundial”.

    Ao contrário, existe uma enorme parcela da opinião pública que precisaria, e muito, de bons jornalistas, bons programas e bons jornais para poder expressar sua opinião e debater suas preocupações, sem esse alinhamento pró-EUA.

    Uma parcela que proporcionaria uma enorme audiência e público, que hoje, sem ter veículos que a representem, está sendo comercial, política e financeiramente desprezada, até mesmo como mercado de produtos de informação de massa.

    Acorda Fábio!

    Ser contra o “formato imperial de governo” não é mais privilégio de uma “massa avançada” como era vinte anos atrás!

    Essa opinião “anti-império” já é um fenômeno mundial de massas, que já compõe a maioria da população ativa de muitos países do mundo!

    E que com o exemplo e os efeitos da eleição de Obama, só tende a crescer…

    Porque não fazer jornalismo e todos os negócios dele derivados com foco nessa nova maioria, ávida de opinião e informação não-automáticamente alinhada com a direita?

  7. quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 10:47 hs

    daqui quantos anos o brasil terá o seu 1º presidente negro?
    o racismo ainda não acabou no brasil…

  8. LINEU TOMASS
    quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 11:41 hs

    FABIO.
    GOSTEI DA ELEIÇÃO DO OBAMA, MAS……”CAUTELA E CALDO DE GALINHA NÃO FAZEM MAL A NINGUÉM”……
    A EXTREMA DIREITA AMERICANA ESTILO KLU KUZ KAM (KKK), NÃO ENGOLIU A ASCENSÃO DO BARAK. TENHO RECEIOS. OS USA TEM UM HISTÓRICO DE ASSASSINATOS DE PRESIDENTES.
    LINEU TOMASS.

  9. Fernando
    quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 12:03 hs

    O Ivo viajou na maionese, querer por o Obama no mesmo saco do Lula, Morales, Chavez, Kirchner é desonestidade.

    Quanto a imprensa sonhada por ele está firma e forte poraí, só que ela não atrai leitores muito menos seguidores!

    Acorda Ivo, estamos indo para o ano 2009!!!

  10. quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 12:11 hs

    Concordo com o José Carlos, o poder hegemonico está mais potente com esta eleição. Se ilude quem acha que os norte americanos estão ou estarão divididos. E quem acha que um bandinho mequetrefe de latinos americanos vermelhos pode enfrentar essa potencia.

  11. quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 14:06 hs

    Fernando:

    Desculpe, mas se você não se apoia em fatos, que são representados por eleições em mais da metade dos países do continente, então V. se apoia em quê?

    Só em uma ideologia?

    Eleições são fatos.

    São milhões de pessoas que sairam de casa e foram votar na mesma hora , no mesmo dia…

    E nos ultimos oito anos, a maioria votou nesses mesmos que Voce chama, PRECONCEITUOSAMENTE, de “latinoamericanozinhos mequetrefes”…

    Isso é fato.

    E isso é democracia, por pior que ela seja.

    O resto do que V. afirma é fruto de seus preconceitos contra seu próprio povo!

    Contra suas próprias origens, contra o povo do qual é oriundo seu pai, sua mãe, seus tios, avós…

    Ou o Fernando aí é de alguma “raça pura”…

    Ou de uma chocadeira?

    Acorda Fernando!

    Realmente estamos em 2009 e não nas trevas dos anos de chumbo, das ditaduras encomendadas e protegidas por Washington…

    Nos quais essa onipotência dos EUA era cultuada como um dogma…

    Acorda Fernando, que o neo-liberalismo acabou…

    Mas pelo jeito, voce é como a velhinha de Bagé…aquela unica que ainda acreditava no Figueiredo…

    Alem de acreditar na inviabilidade de os povos terem um caminho independente dos desejos dos oligopólios representados por Washington, Voce acredita no quê?

    Na infalibilidade do Papa?
    Na existência de um povo eleito?
    Na onipotência perpétua do dinheiro e da força bruta?
    Na capacidade infinda de manipularem-se os corações e mentes de todos, durante o tempo todo?

    Minha mãe já me dizia: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe!”

    Pense melhor Fernando!
    Se os oligopólios fossem mesmo invencíveis, o Bush não tinha perdido a eleição!

    E o prestigio do “império” não estaria tão baixo como está hoje!

    Acorda Fernando!

  12. GAMBIT
    quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 14:12 hs

    Vou me arriscar a tratar o assunto da eleição de Barack Obama do ponto de vista da comunicação: nunca na história da propaganda política se viu tamanha competência e pertinência em cada ação como nesta. Mesmo o trabalho feito em nosso país para a primeira eleição do presidente Lula, excelente do ponto de vista do marketing político, não chega aos pés do que foi desenvolvido em termos de planejamento, ativação, penetração e inovação. Uma verdadeira aula. Mídia convencional, internet, mobile marketing (com direito a app de iPhone), chegando a live advertising para Xbox. Até o serviço de FAQ do site da campanha possuía métricas e heurísticas especialmente desenvolvidas para a necessidade do cliente candidato. E para exercitar a futurologia, cheguei a conclusão, junto com um amigo e depois de muita cerveja, que esta campanha tem cara de Titanium em Cannes.

  13. Jonas
    quinta-feira, 6 de novembro de 2008 – 17:18 hs

    Olá Fábio porque não apaga este tal de Ivo que te chama de preconceituoso? Cara complicado, esse se acha.

  14. Paulo
    sexta-feira, 7 de novembro de 2008 – 0:31 hs

    Meu caro Campana, parabenizando o Obama pela eleição, segue abaixo um dos melhores comentários que já li sobre essa vitória.
    Até breve.

    http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcelo-folha-dira-que-serra-venceu-nos-eua/

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