Mais uma vez o Colégio Estadual do Paraná não poderá eleger seu diretor | Fábio Campana

Mais uma vez o Colégio Estadual do Paraná não poderá eleger seu diretor

Quase 2,5 milhões de pessoas vão escolher na próxima quinta-feira os novos diretores das 2100 escolas públicas estaduais. Novamente, o Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, ficará fora do processo. O cargo permanece nas mãos do Governo que pode indicar quem quiser para comandar o maior colégio público do estado.

“Mais de 90% da comunidade do CEP querem as eleições diretas”, disse o deputado Mauro Moraes, do PMDB, autor de um projeto de lei que está pronto na Assembléia e pede a eleição direta.

Aproximadamente 5 mil alunos estão impedidos de decidir quem deve dirigir a instituição. A situação tem provocado manifestações (foto) constantes de professores, alunos, pais de alunos e funcionários que, além de eleições diretas, pedem a saída da atual diretora, Madselva Feiges.

Na próxima quinta-feira, mesmo dia das eleições em toda a rede estadual, será feito um plebiscito no CEP para saber a opinião da comunidade (professores, pais e alunos) a respeito da eleição direta. O resultado será apresentado ao governador Requião, que insiste em virar as costas para o pedido da comunidade escolar.


25 comentários

  1. Antenor
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 16:13 hs

    Esse Gilsom deve ser um jumento da ditadura, ou serviçal do Requião.

  2. Jumento gilson
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 16:52 hs

    Não tive escolha para tratar-lhe de outra forma, visto que é tão amável, então só pode receber o mesmo tratamento, não é???!!!

    As universidades estaduais também possuem um regime especial e lá se escolhe o reitor (pelo menos a lista tríplice deveria ter este sentido democrático).
    As verbas destinadas as universidades também não são pequenas (já admitindo que nossos colégios públicos recebem uma miséria para “caminhar”), o colégio estadual do paraná possui um “porte” (piscinas, escolas de arte, laboratórios, etc) que exigem uma manutenção cara. Se este dinheiro virá sob um regime demoníaco ou democrático, ou mesmo não virá, isso é uma decisão dos políticos que estão cuidando de nosso patrimônio, (através de nossos votos) e também respondem pelo futuro dos jovens que lá estudarão!!!

  3. Orquídea
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 17:00 hs

    Fábio:

    Só temos a agradecer pela atenção dispensada ao Colégio e aos que lá trabalham por carinho à instituição!
    Pena que alguns estão indo embora, devido aos maus tratos daquela senhora. Afinal é muito difícil provar assédio moral, e as pessoas que lá ficaram estão inertes, apenas esperando aquela senhora terminar seu tempo naquele cargo (porque não ouso chamar aquilo de gestão)!

    Obrigada mais uma vez!

  4. terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 18:19 hs

    Parabéns dona Orquídea,falou pouco e disse tudo o que um certo jumento precisava ler.

  5. ronaldo
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 22:21 hs

    Desculpem os interessados mais achei ótimo que esse pessoal não pode eleger o diretor desse colégio. Desde quando esse povo soube eleger alguém. Vejam o quadro de políticos executivos e representantes do povo que foram eleitos. Se soubessem votar não teriamos um governo desses e não teríamos uma assembleia submíssa ao executivo.

  6. Aluno do CEP
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 23:00 hs

    eu vou votar não, porque é pessoal contra a professorar madselva, ou quantas vezes se ouviu falar de democracia no CEP antes dela???

  7. Cara de Pau
    terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 23:19 hs

    A única chance destes alunos, está na eleição de 2010. A briga começou com esta Diretora e não com os anteriores, portanto, a pedida real é que seja nomeado ou eleito alguém mais qualificado, só isto.

  8. CEP
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 0:26 hs

    Esse Gilson é um cara que não merece respeito por não tratar os outros com respeito. Reforço o exemplo dado pelo colega que citou as Universidades que tem eleições democráticas indicando nomes que o chefe do executivo costuma respeitar a escolha popular, embora tenha a prerrogativa de indicar até mesmo o menos votado.
    Todos ganham. Só os autoritários perdem.

    Obrigado Fábio por não lembrar o que vivemos.

  9. Outro Aluno do CEP
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 10:00 hs

    Esse plebiscito é a favor das diretas no colégio, apenas isso, esse é um direito que me cabe como cidadão!!!!!
    Se todos os outros milharesde alunos do estado podem eleger seus diretores de escola, porque eu não?????????
    E SIM, a idéia das diretas já existe há muitos anos, mas ganhou força após a entrada da nossa querida diretora atual Professora Madselva… ao ALUNO DO CEP – ninguem é obrigado a votar,mas seria importante que você, critico como foi aqui, demonstrasse sua opinião no dia do plebiscito. E aqueles q me chamam de jumento por correr atrás daquilo q acredito… só me resta lamentar e dizer… EU TENHO PENA DE VOCÊ!

  10. souza naves
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 12:43 hs

    diria… democraticia sim ,teria sim.que haver eleições para direção dessa instituição ..parabens deputado por essa luta em fazer valer nossa estado democratico

  11. Cleverson Luíz
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 13:46 hs

    Parabéns aos interessados que conseguiram um achado na assembléia, que tomasse iniciativa de ajuda-los, é importante saber que ainda existem políticos que são eleitos e realmente vestem a mesma camisa do povo que o elegeu…parabéns Mauro Moraes, continue nesta luta que é tão importante para todos do nosso estado, pois todos que não tem as mesmas condições de colocar seu filho em uma escola particular pensa no CEP, isto é um passo importante para nós todos.

  12. Zé do Coco
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 16:05 hs

    Não há, salvo melhor juízo, razão para atribuir ao Colégio Estadual do Paraná qualquer regime especial. É um colégio PÚBLICO, pago pelos impostos do povo e, como todos os professores são escolhidos por concurso, seus diretores devem, suponho, ser promovidos por mérito e carreira no magistério.
    Sempre que se inventa essa potoca de o Governador manipular de acordo com seus interesses pessoais, dá em confusão. A meu ver, nem a promoção de um professor a cargo de direção deverá ter outro modo do que por mérito e isso cabe à Secretaria Estadual de Educação, coadjuvada pela Secretaria de Administração, as quais examinarão o histórico do cidadão.
    Nem sequer os alunos deveriam votar, que isso é uma excrescência proveniente de um espírito demagógico. Aluno está na escola para ESTUDAR, professor para ENSINAR, diretor para ADMINISTRAR. Ponto final.

  13. Orquídea
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 16:40 hs

    Zé do Coco:

    Até poderia concordar com seu método de “colocar” um diretor nos colégios públicos, desde que as secretarias não tivessem influências políticas da gestão do poder atual. Como sabemos que existem os cargos comissionados, e que agora o Brasil pensa em acabar com o nepotismo, creio que ainda estamos engatinhando nestas questões democráticas, por isso que o voto, e o voto opcional, ainda é o menos agressivo à libredade de expressão…mas quem sabe um dia, possamos confiar totalmente que nossos políticos, farão intervensões no setor público apenas por amor a pátria!!

  14. Para ronaldo
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 16:47 hs

    De que “povo” vc está falando??? De que pessoal????

    Se vc for paranaense, diria que vc faz parte deste povo que elegeu o quadro de “políticos executivos” que vc se refere!!

  15. Orquídea
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 17:44 hs

    Correção: Intervenções

  16. Thiago (aluno CEP)
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 20:28 hs

    Essa briga começou ano passado e com a Madselva sim! As pessoas ficam falando, falando e falando mas na realidade não sabem o que acontece realmente. Vou explicar algumas coisas que a nossa querida diretora fez: retirada do teste seletivo para 2009, isso va afetar muito a qualidade do ensino que já decaindo, implantação de avalição semestral, substituição de excelentes professores por professores fracos, avalição por somatória, agora os professores são OBRIGADOS a diminuir a dificuldade das tarefas porque os alunos não irão compreender a matéria e muitas outras atitudes ridículas que só prejudam a qualidade do ensino. Ah! ano passado, ainda com o reflexo da gestão da Profª Malu a minha professora de química dava reações 3 ou 4 linhas pra gente fazer o balanceamento e esse ano para as turmas de 1º ano dela ela foi PROIBIDA de mandar os alunos resolverem balanceamento de apenas 2 linhas.

    Obrigado Fábio por apoiar a gente.

  17. Thiago (aluno CEP)
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 20:39 hs

    Lembrando também que ano passado o aluno era obrigado a estudar para conseguir média e esse ano só não consegue média quem não quer.

  18. Vitória
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 21:02 hs

    Hahaha …
    Parabééns Amigo Requião
    Por conseguir acabar com
    o CEP .
    Democracia passa longe do CEP!

  19. Thianny
    quarta-feira, 19 de novembro de 2008 – 23:31 hs

    O resultado desta desatrosa gestão vai aparecer breve, todos os anos o CEP aprovava centenas de alunos no vestibular da UFPR porque o aluno sabia que tinha que estudar e este ano como será? Vamos aguardar! Quero ver se Dona Madselva tem coragem de publicar o número verdadeiro de aprovados.

  20. Professor do CEP
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 9:16 hs

    Interessante lembrar o passado… Esta senhora Madselva, que ganhou “fama” no Estado do Paraná por defender a gestão democrática na educação pública, teve a “coragem”, para não dizer outra coisa, de conceder uma entrevista para o jornal “Comunicação”, do Laboratório do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Paraná, dizendo tantas coisas absurdas:

    http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/2930

    Por que o outro lado – os alunos do Movimento Pró-Democracia, o Grêmio, os Professores, os 10 Professores processados, a APP-Sindicato – não foi chamado para dar a sua opinião sobre o problema?

    Depois, quando aparecem Projetos de Lei que propõem dispensar a formação específica para o profissional de jornalismo exercer a profissão, estes que estão aí nestes cursos, que assinam jornais como este da UFPR, são os primeiros julgar tal proposta “um absurdo”. Isso seria uma espécie de “jornalismo corporativista”, visto ser a Madselva professora da UFPR? É este tipo de jornalismo que estão ensinando na UFPR? Eu, como ex-aluno da UFPR, fico muito decepcionado…

    Quem conhece o discurso que ela defendia e observa no que se baseia a sua argumentação de hoje, para defender a manutenção do “regime especial” no CEP, só resta perguntar: será que esta senhora continuará, quando sair do CEP, com suas palestras sobre gestão? Como ela enfrentará a sala de aula na UFPR?

    Interessante o que ela fala da “AUTONOMIA DO CEP” em relação as outras escolas: que autonomia é esta que, para existir, precisa que o cargo de DIRETOR GERAL seja indicado pelo Secretário de Educação? Isso é que é piada pronta! Autonomia, desde que a direção da escola faça exatamente o que o Governo do Estado quer… Isso não é para rir?

  21. Professor do CEP
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 9:19 hs

    Interessante lembrar o passado… Esta senhora que ganhou “fama” no Estado do Paraná por defender a gestão democrática na educação pública, teve a “coragem”, para não dizer outra coisa, de conceder uma entrevista para o jornal “Comunicação”, do Laboratório do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Paraná, dizendo tantas coisas absurdas:

    http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/2930

    Por que o outro lado – os alunos do Movimento Pró-Democracia, o Grêmio, os Professores, os 10 Professores processados, a APP-Sindicato – não foi chamado para dar a sua opinião sobre o problema?

    Depois, quando aparecem Projetos de Lei que propõem dispensar a formação específica para o profissional de jornalismo exercer a profissão, estes que estão aí nestes cursos, que assinam jornais como este da UFPR, são os primeiros julgar tal proposta “um absurdo”. Isso seria uma espécie de “jornalismo corporativista”, visto ser a Madselva professora da UFPR? É este tipo de jornalismo que estão ensinando na UFPR? Eu, como ex-aluno da UFPR, fico muito decepcionado…

    Para quem conhece o discurso que ela defendia e observa no que se baseia a sua argumentação de hoje, para defender a manutenção do “regime especial” no CEP, só resta se perguntar: será que esta senhora continuará, quando sair do CEP, com suas palestras sobre gestão democrática? Como ela enfrentará a sala de aula na UFPR?

    Interessante o que ela fala da “AUTONOMIA DO CEP” em relação as outras escolas: que autonomia é esta que, para existir, precisa que o cargo de DIRETOR GERAL seja indicado pelo Secretário de Educação? Isso é que é piada pronta! Autonomia, desde que a direção da escola faça exatamente o que o Governo do Estado quer… Isso não é para rir?

  22. Mauismo paranaense
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 9:42 hs

    Olha que interessante a defesa do livro didático público do Requião, feita pela profª Madselva nesta

    “É a questão de políticas públicas, mesmo. Para você ter idéia, no final de 2006, na forma que a ex-diretora estava conduzindo essa escola, os professores se recusaram a utilizar o livro didático publico. Então, nós nos perguntamos: isso é um posicionamento de direção de escola? Apoiar um grupo de professores que se recusa a utilizar um livro público? A questão pedagógica deve passar por alguém que tenha conhecimento e determinação para encaminhar políticas públicas. E políticas públicas não passam pela concepção individual de um grupo de professores ou alunos. Política pública é pública.”

    Só para lembrar, Mao Tsé Tung iniciou a sua “Revolução Cultural” exatamente com a imposição de um certo “livrinho vermelho”. E olha o desastre que foi para a cultura chinesa…

    Se o Requião falar para esta senhora, a Madselva, que “comer mamonas” virou a mais nova política pública, ela vai reunir os alunos no teatro do cep e vai ser a primeira a dar o exemplo dizendo: “Façam igual a mim, que sigo o exemplo do Rei”! Autonomia, não é, minha senhora? Está é digna de ser posta na sua anto(a)logia!

  23. Thianny
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 13:19 hs

    Sou pedagoga, professora da escola Pública e mãe de aluno do CEP, sempre fiz cursos na UFPR , na APP com a Prof Madselva defendendo gestão democrática e hoje é lamentável ver esta falta de coerência. Só me pergunto daqui a dois anos no ma´ximo Requião estará fora do governo e a esta senhora deve deixar o CEP que provavelmente terá que se reerguer das cinzas dos seus desmandos e aí qual será o discurso. Vai voltar a falar em democracia nas suas aulas ? Como vai ter credibilidade se sua única experiência como gestora pública só mostrou submissão e autoritarismo, só calando professores e alunos através de processos tais como na Ditadura. PARABÈNS ao prof do CEP, pela sua postura. AH! Lembrando que a Srª Madselva já disse publicamente ” Que o papel da escola Publica é preparar para a sociedade socialista.” Então qualquer semelhança com Mao é toda coincidência.

  24. Thiago (aluno CEP)
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 19:10 hs

    Lembrando também, que os professores do CEP se recusam a usar o Livro Didático Público porque o livro é fraquíssimo, é lamentar ver o CEP de antes e o CEP de agora.

  25. Aluno do 2º ano CEP
    quinta-feira, 20 de novembro de 2008 – 21:44 hs

    Eu como aluno dessa instituição há 2 anos, vejo que pais, alunos e professores estão tristes em vr um cole´gio como o nosso nas mãos de um alguém tão despreparado – lastimavel.

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