Crescem as pendengas que levam ao racha entre PT e PMDB | Fábio Campana

Crescem as pendengas que levam ao racha entre PT e PMDB

Mais um desentendimento entre o PMDB e o PT. Luciana Rafagnin (foto), deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores, conhecida por lutar pela agricultura na região Sudoeste, pediu ao governador Requião que doasse um prédio do governo para a Prefeitura de Itapejara do Oeste.

O Duce também prometeu à deputada financiamento para uma linha férrea entre o Sudoeste até Santa Catarina, a ser construída pela Ferroeste.

Ora, o Duce não apenas decidiu que não doará o prédio, como limitou o orçamento da Ferroeste a R$ 100 mil para todo o ano de 2009. Isto é, muito longe do que seria necessário para construir a ferrovia prometida.

Casos como estes só agravam as dissenções entre os dois partidos. para entender melhor esse capítulo do imbróglio, clique no “Leia Mais”.

Foto: Denis Ferreira Netto

Hoje, durante a votação do veto para a doação do prédio na Assembléia, o líder do governo Luiz Cláudio Romanelli, alegou que o prédio não poderia ser doado porque pertencia ao Itaú. Não é verdade. O prédio pertencia ao Banestado e agora está sob os cuidados do Estado do Paraná. Romanelli também disse que o governo não tem obrigação de doar prédio público a qualquer prefeitura.

O veto foi mantido. 15 deputados votaram para derrubá-lo, mas era preciso 28. Apenas 12 votaram para manter o veto de Requião. O que mais espantou foi o voto do deputado Élio Rusch, do DEM, que votou contra o veto do governador e a favor do PT. Rusch subiu à tribuna para defender Luciana e a doação do prédio. No Paraná, o repúdio ao autoritarismo do governador une até inimigos de longa data. Um exemplo é o PT e o DEM.


5 comentários

  1. Marcos
    segunda-feira, 3 de novembro de 2008 – 17:24 hs

    mesmo assim teve deputado do PT que baixou a cabeça..enfiou o rabo entre as pernas e votou com o governo.
    isso é uma vergonha!!!

  2. bimbo
    segunda-feira, 3 de novembro de 2008 – 17:41 hs

    É tudo safado.

  3. Daniela
    segunda-feira, 3 de novembro de 2008 – 18:13 hs

    Uuéé, o “home’ do orçamento é do partido dela…se não ganhou é porque é marrenta.

  4. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 3 de novembro de 2008 – 21:05 hs

    Acabo de assistir ao comercial da TV Educativa sobre a mini-reforma tributária que o Requião quer fazer no Paraná.
    Fiquei intrigado: Qual o motivo da peça publicitária ser apresentada pelo Secretário Especial, Sr. Mussi e não pelo Secretário da Fazenda, Heron Arzua?
    Logo descobri, o Heron não emprestaria a sua reputação de tributarista de escol para dizer as bobagens da propaganda.
    Afirma a peça midiática que na compra de um eletrodoméstico de R$1.800,00, levando-se em conta que a alíquota vai ser reduzida, haveria um desconto de 6,8%, ou seja de R$122,40-, ficando o preço em R$1.677,60.
    MENTIRA. O correto é dar o desconto apenas na margem de comercialização, já que da indústria para a loja a alíquota já é de 12%, como a margem das lojas, em se tratando de eletrodomésticos, gira em torno de 30%, podemos afirmar que o desconto, se houver ( vide abaixo) seria de, no máximo de R$35,00-
    Acontece que o desconto depende da vontade do comerciante. Em muitos casos o preço das mercadorias é nacionalizado não fazendo diferença o tal desconto no ICMS no Paraná.
    Outro embuste é o de que serão 95 mil os produtos beneficiados. MENTIRA, existem milhares de microempresas no Parná, estas não pagam alíquota de 18%, nem de 12%, pagam um percentual sobre o faturamento. Não vai alterar em nada o preço final dos produtos vendidos pelos estabelecimentos incluidos na categoria de micro, assim você que pensa em conseguir desconto na padaria da esquina em razão da redução da alíquota do ICMS, pode tirar o cavalinho da chuva.
    A única coisa certa no projeto do governo é que haverá reajuste nas tarias de energia, telefonia e nos preços dos combustíveis.
    O aumento vai ser para todos os consumidores, Indústrias, comércio, serviços e para o distinto público em geral.
    Os tais descontos não são obrigatórios e se existirem, serão bem menores do que apregoa o governo.
    O Paraná todo deve ficar de olho nos Deputados e verificar o voto de cada um.

  5. Marcia
    terça-feira, 4 de novembro de 2008 – 14:28 hs

    Eu não sei o que esta deputada ainda quer com o Requião, só AFUNDOU ELA E O PT, ela que não encherga, sempre foi usada e abusada pelo governador. Vai acabar sozinha, descartada, Acorda Luciana acorda menina, faça oposição enfrenta este homem dexa de dizer amem a quem não soma nada pra ti.

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