G20 termina com pedido de reforma profunda no FMI e no Banco Mundial | Fábio Campana

G20 termina com pedido de reforma profunda no FMI e no Banco Mundial

Do G1:

Os ministros de finanças e presidentes de bancos centrais reunidos no encontro do G20, realizado neste final de semana em São Paulo, defenderam, ao fim do encontro, a profunda reforma e o fortalecimento do papel do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial na atual crise financeira.

No documento de encerramento do encontro, os representantes financeiros pediram maior representação dos países emergentes nesses organismos multilaterais.

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2 comentários

  1. Ivo Pugnaloni
    domingo, 9 de novembro de 2008 – 21:38 hs

    E agora, “seo” Fábio?

    Como ficam aqueles que professam a doutrina neo-liberal e querem que o Estado encolha e o Deus-Mercado tome conta de tudo,tudo regule e tudo preveja?

    Essa noticia da Folha de São Paulo de ontem é de desanimar qualquer membro do Instituto Liberal…

    O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou neste sábado em São Paulo, durante encontro do G20 financeiro, que a expansão de gastos do setor público deve ser pensada como instrumento para minimizar os impactos da crise econômica global.

    Zoellick afirmou, no entanto, que alguns países não têm condições de aumentar os gastos, já outros afirmam que podem aderir ao uso de políticas fiscais expansionistas, como a China.

    Ele ressaltou que essa expansão deve ser direcionada a setores específicos, como social e de infra-estrutura, já que os mais pobres são que sofrem mais com a crise. Zoellick afirmou que isso pode “evitar que a crise financeira se torne uma crise humanitária”.

    Ministros de Economia e presidentes de bancos centrais das grandes economias desenvolvidas e emergentes prepararam a primeira cúpula de chefes de Estado do G20 financeiro, convocada pelo presidente norte-americano, George W. Bush, para o dia 15 de novembro, em Washington.

    Embora tenha concordado com o fato de que os emergentes devem ter mais voz nas entidades internacionais, Zoellick lembrou que o G20 não representa muitas economias de países pobres que vão sofrer com a crise.

    Zoellick também defendeu uma reorganização do sistema financeiro, mas com “flexibilização”.

    Como efeito da crise financeira, Zoellick afirmou que, em 2009, pela primeira vez desde 1982, haverá queda no volume de comércio mundial.

    Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a “crença cega” na auto-regulação dos mercados financeiros, o que para ele resultou na atual crise financeira global. Por isso, pediu uma maior regulação a partir de agora, durante o discurso proferido neste sábado na abertura da reunião do G20 financeiro.

    E agora Fábio?

    Onde estará a verdade para a seita dos que seguem o Deus-Mercado e seu profeta Fernando Henrique Cardoso?

    Será que até o Zoellick aderiu ao Bolsa-Escola e ao PAC?

    É o efeito-Lula ou o efeito-Obama?

    Assim não dá…Assim não dá…

  2. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 10 de novembro de 2008 – 11:49 hs

    Agora tá complicado, não estou entendendo mais nada. O Mantega, em nome do governo LULA, pedindo que o FMI e Banco Mundial sejam mais rigorosos?
    Lembram do FORA FMI?
    Não aceitamos as imposições do Fundo Monetário.
    Mesmo recentemente, o pagamento da dívida com o organismo internacional serviu de plataforma ufanista do companheiro que fez até pronunciamento, afirmando que o Brasil estava livre da interferência do Fundo, pois ele, LULA, havia quitado a dívida.
    Soa como deboche, o mesmo Lula pedir maior controle por parte do FMI sobre a economia dos países membros.

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