Um dia na Assembléia | Fábio Campana

Um dia na Assembléia

Um dia farto. Confira os projetos da maior importância para a população:

  1. O projeto do deputado estadual Stephanes Júnior regulamenta os canudinhos e guardanapos dos restaurantes. A partir do dia de hoje, com sanção do governador, cada guardanapo e canudo de plástico a ser distribuído em lanchonetes, bares, quiosques e ambulantes deve ser embalado, um a um, em embalagens de plástico oxibiodegradáveis.

  2. Outro: as escolas públicas serão agora obrigadas a hastear a bandeira e cantar o hino paranaense todas as sextas-feiras. O projeto é do deputado Fernando Ribas Carli Filho. Como se não bastasse o governador achar que é o próprio Duce, a partir de agora voltamos aos dias de outrora, da lavagem cerebral de orgulho patriótico.

  3. Por fim, para a alegria dos funcionários do Tribunal de Contas, foi sancionado hoje o aumento de 4,46% para todos. Inclusive os cargos em comissão.


15 comentários

  1. Cidadão
    terça-feira, 7 de outubro de 2008 – 20:31 hs

    Acho que o fato de cantar o hino nacional e hastear a bandeira não se traduz em qualquer “lavagem cerebral” e sim um saudável ato civismo. Aliás, se o brasilerio tivesse um pouco mais de amor a pátria, talvez tivéssemos um Brasil menos corrupto.
    Talvez o comentarista tenha feito um comentário dos mais infelizes e na contraditórios com suas demais posições, pelo que peço a gentileza de repensar o que foi escrito, face o grande números de leitores da página.

  2. Lelo
    terça-feira, 7 de outubro de 2008 – 20:44 hs

    Realmente, o Romanelli tinha razão…Vocês deputados não tem nada de importante para votar! Que vergonha…Será que na Prefeitura de Guarapuava também vão cantar o hino todas as sextas-feiras?

  3. Cristiano
    terça-feira, 7 de outubro de 2008 – 21:41 hs

    Cada qual com sua capacidade, a do Deputado Stephanes Junior esta acima, tirem as conclusões !

  4. Janjão
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 0:14 hs

    O piazinho do Carli como sempre colocando a cidade de Guarapuava no ridículo…..no descrédito.Não é a toa que a era Carli em Guarapuava está acabando……..viva sim o pia do Silvestri.

  5. André Sobania
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 0:47 hs

    Nossa quanta produtividade na Alep rs.
    2010 ta ai,ta na hora de renovar a assembleia legislativa.

    Att

    André Sobania

  6. ronaldo
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 10:59 hs

    Concordo com o Dep. Élio Rusch.

  7. Zé do Coco
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 11:20 hs

    Antes de mais nada, alguém ai pegue um canudinho ou guardanapo desses que meu amigo Junior quer que fique envelopado e me explique: QUEM vai envelopar os tais? QUEM vai manusear os plásticos que vão servir para envelopar os canudinhos e guardanapos?
    Ah, vai ser tudo na máquina, é? QUEM vai manter a tal máquina livre de germes?
    Não estou brincando não. É claro que o nobre amigo Junior está preocupado com a saúde dos usuários de lanchonetes e restaurantes. Apenas que neste País, Júnior, estamos mal acostumados a proceder com falta de higiene. O Betão lá do fundo do restaurante, que leva os restos de comida para as caçambas de lixo, depois vai ao mictório e manuseia outro tipo de canudo para despejar detritos orgânicos se esquece convenientemente de lavar as mãos ao pegar na concha ou na escumadeira para mexer o ensopado que tem iguarias que não foram lavadas e ainda enfia o dedo no nariz para tirar meleca e pega, com o mesmo dedo, um pedaço da carne de dentro do ensopado, aproveitando para lavar o dedo naquela água quentinha.
    Aquele dedo do Betão, acostumado a navegar por diversos orifícios corporais, poderia dar uma idéia, a você, nobre Deputado, do grau de ecletismo que a falta de higiene atinge neste país de sonados e porcalhões.
    Querem segurança e vigilância sanitária MESMO? Façam sua feijoada em casa. Não frequentem restaurantes nem lanchonetes.

  8. Zé do Coco
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 11:44 hs

    xi… esqueci da tal bandeira e hino nacional. Vou falar disso também. Mas antes uma palavrinha sobre o aumento do pessoal aí. Supondo que sejam esforçados trabalhadores que nunca tiveram aumento em suas vidas, nada mais justo.
    É isso. Agora, a tal cerimônia de todas as sextas-feiras. No meu tempo de guri, lá pela década de 50, no velho grupo escolar da minha terra, toda manhã de sexta-feira a bandeira era trazida até o pátio de recreio, as classes se enfileiravam e cantávamos o Hino Nacional. Ali, de uma assentada, duas lições de civismo: os dois símbolos da Pátria presentes, aprendíamos que devíamos sim respeito ao que temos de mais precioso, nosso sentimento de brasilidade. Mas não éramos forçados a isso. Sempre gostávamos de entoar o Hino Nacional, o Hino à Bandeira, o Hino da Independência etc.
    Hoje chamam isso de lavagem cerebral, mas da boca de uma geração que nem sequer sabe exatamente em quem consiste a lavagem cerebral.
    Mas, tudo bem, a isso ser humano nenhum pode ser submetido, para não dar essa conotação negativa. Uma pessoa entretanto que não venera sua bandeira nem respeita a mensagem patriótica de seu Hino Nacional vai se sentir autorizado a não pagar impostos e querer viver parasitariamente às custas de quem trabalha.
    Temos os tais 300 picaretas no Congresso Nacional que nem o Lula respeita, mas usa para seus objetivos nefandos: peçam a qualquer um daqueles para cantar o Hino Nacional. Aí entenderão de onde auferiram seus conhecimentos de brasilidade, respeito ao eleitor etc.
    Durante os 20 anos que durou o regime de exceção de 1964, vigoravam nas escolas duas disciplinas “novas”: OSPB e EMC, respectivamente Ordem Social e Política Brasileira e Educação Moral e Civica, banidas do curriculo tão logo os militares deixaram o poder.
    Em que pese o desgosto por estudar aquelas matérias “novas”, elas não tinham nada de tão novas assim, vinham de bem antes do Estado Novo e tinham por objetivo ajudar o cidadão brasileiro a conhecer como funcionam as instituições no País. Foi necessário reciclar uma geração inteira de professores para tomá-los aptos a ministrar as duas matérias, porque o povo já não sabia nada de como funcionam as instituições no Brasil.
    Hoje mesmo há indivíduos que querem acabar com o Senado porque não vêem finalidade na instituição, a não ser “roubar”.
    Até mesmo alguns senadores não sabem exatamente para que estão lá (a graninha extra vai bem no bolso pra sustentar aquela amante gostosona…).

  9. NORMA SATIUKY
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 13:19 hs

    QUANTO A CANTAR O HINO NACIONAL, SAIBAM OS CONTRÁRIOS À ISSO, QUE DEVERIA NÃO SÓ ÀS SEXTAS-FEIRAS MAS TAMBÉM TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS, PRINCIPALMENTE NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA, POIS ACREDITO QUE LÁ TEM POLÍTICO QUE NEM SABE CANTAR NOSSO HINO, MUITO MENOS AINDA O HINO DO PARANÁ. SE TODOS OS CIDADÃOS SOUBESSEM CANTAR, TALVEZ FOSSEM MAIS CIVILIZADOS E NÃO VOTARIAM EM CERTOS TIPOS DE CANDIDATOS QUE ESTÃO AÍ. SOU PROFESSORA E SOU A FAVOR DE CANTAR SIM O HINO. DEIXO ESSA SUGESTÃO: QUE TAL FAZER ISSO COM OS DEPUTADOS?

  10. NORMA SATIUKY
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 13:23 hs

    E VOCÊ ZÉ DO COCO, NÃO FAZ NADA , NÃO TRABALHA? OU O TEU TRABALHO É QUEBRAR O COCO ESCREVENDO TEXTOS QUE MAIS PARECEM UM “JORNAL”? SÓ DÁ VOCÊ MEU EM TODO LUGAR.

  11. NORMA SATIUKY
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 13:41 hs

    É O PESSOAL DO TRIBUNAL AINDA GANHOU. E NÓS DA PREFEITURA DE CURITIBA QUE NEM ISSO.

  12. Zé do Coco
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 14:38 hs

    Norma Satiuky, não que seja de sua conta o que faço da minha vida, mas posso satisfazer imediatamente o seu gosto, se o disser claramente: estou incomodando-a? Quer que eu saia deste blog?
    É só dizer, porque a liberdade é um dom que cabe a todos.

  13. Zé do Coco
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 14:49 hs

    Tomei uma decisão, dona Norma Satiuky, sedizente professora: saio deste blog para sempre, porque não consigo conviver no mesmo espaço com uma pessoa que fica esperando aumento de salário e não aumenta na mesma proporção o conhecimento de gramática. Vossa Senhoria não respeita regras de crase, de pontuação, de verbos (troca haver por ter). Quanto a mim, sou aposentado, passei a vida profissional quase toda traduzindo inglês, francês, castelhano e italiano; embora seja surdo feito uma porta, fui intérprete para grupos de estrangeiros que visitavam o Brasil, nunca fiz curso superior e meu nível escolar não passou do antigo ginasial. Nos últimos 10 anos passei o tempo quebrando o coco de gente como você, que tem títulos mas não tem conhecimentos, revisando textos, corrigindo a gramática de pessoas tão inferiores escolarmente quanto advogados, médicos, engenheiros etc. Com isso pude finalmente aposentar e presto assistência a organizações não governamentais que se preocupam mais com a cultura do que você com sua gramática.
    Você acaba hoje de perder uma oportunidade única de conhecer uma pessoa interessante e inteligente, mas que não tolera mediocridade e insultos.
    Passar bem, cara senhora. Caso pretenda ter aumentos de salários como professora, faça por onde merecer, porque não gosto de quem se diz professor e comete erros de gramática.
    Adeus.

  14. Zé do Coco
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 14:51 hs

    Acredito, sra. Norma Satiuky, que tenha audição perfeita. Bom para V. Sa., porque foi sempre o maior óbice na minha vida. Nunca fiz curso superior, embora tivesse ajudado pessoas a passar no vestibular.
    Adeus, cara senhora.

  15. Simplicio Figueira
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 16:21 hs

    Quem colaborou em colocar o mauricio Requião lá no TC, acha que iria votar contra o aumento no TC. hahahahahahahahahahahaha

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