Projeto do governo sobre ICMS revolta empresários | Fábio Campana

Projeto do governo sobre ICMS revolta empresários

O projeto do governador Requião que propõe reduzir o ICMS de 18% para 12% para bens de consumo popular e prevê o reajuste de 2% da alíquota aplicada nos combustíveis, telefone, energia elétrica, cigarros e bebidas está provocando a revolta de empresários paranenses.

Para o Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Paraná, Fernando Klein Nunes (foto à esquerda), mais uma vez, o poder público quer onerar custos do transporte, que acabam sobrecarregando as transportadoras com aumentos em taxas e tributos. “Não achamos correto que o aumento recaia sobre outras áreas. Se o objetivo é diminuir a carga tributária, então ninguém deveria pagar o preço”, diz.

A presidente da Associação Comercial do Paraná, Avani Slomp Rodrigues (foto à direita), diz que do jeito que está, o projeto só é bom para os grandes empresários.

Já o presidente do Sindicato dos Combustíveis do Paraná, Roberto Fregonese, vai mais longe e prevê um aumento de, ao menos, R$ 0,10 no litro da gasolina, a partir da entrada em vigor das novas alíquotas do ICMS. “O consumidor vai pagar a conta deste projeto”, diz Fregonese.


7 comentários

  1. Carlos Imperial
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 21:40 hs

    Campana pare, como diz o DUCE: TUDO CULPA DA IMPRENSA CANALHA. O projeto deve ser bom. Para ele e sua expectativa de ser Senador. Deputados não aprovem este assalto ao povo paranaense.

  2. To ligado
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 21:48 hs

    Uma pergunta: porque não houve aumento no álcool? Seria uma proteção aos amigos usineiros, visando a proxima campanha…

  3. Anônimo
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 21:48 hs

    Onde está a manifestação da Fiep??? Os insumos industriais, acrescidos das consequências cambiais e de crédito vão inflacionar os custos da indústria e os preços… com a palavra os dirigentes da Fiep… cujo economista-chefe Maurílio é fiel assessor do secretário Arzua…

  4. jango
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 22:23 hs

    Isto é para encher as burras do Estado, para a próxima campanha, já em curso. É para o “capilé dos grotões”, sob o manto diáfano da opção pelos pobres – pobres dos que pagam a conta !

  5. olho vivo
    quarta-feira, 8 de outubro de 2008 – 22:24 hs

    Uma fonte da receita estadual me disse que não vão mais fiscalizar posto e usinas. Se a gasolina é vendida no posto, vai subir a aliquota como fica isso? O que o Dr Vicente e a Dra Cleonice dizem a respeito disso? Os proprios funcionarios não entendem o que esta ocorrendo…

  6. Cara de Pau
    quinta-feira, 9 de outubro de 2008 – 0:42 hs

    Apenas aumenta a carga tributária e portanto, a arrecadação do Estado. Utiliza o verniz populista, baixando a taxação de produtos populares, mas aumentado os custos de outras áreas. Para o pobre, de início é favorável, mas no médio prazo, ele também paga a mais. Mas vai render votos.

  7. Vigilante do Centro
    quinta-feira, 9 de outubro de 2008 – 10:10 hs

    Com toda certeza é golpe para tentar o senado, usando o povo como tijolo para chegar lá. basta de requião, dias, e outros velhos que não se prestam a mais nada. vamos trocar, sangue novo, …

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