Morte de militante é relembrada por sem-terra | Fábio Campana

Morte de militante é relembrada por sem-terra

Integrantes da Via Campesina e do MST se reuniram hoje de manhã para relembrar um ano da morte do líder sem-terra Valmir Mota de Oliveira, em Santa Tereza do Oeste. O militante, conhecido como Keno, foi baleado no dia 21 de outubro de 2007 na antiga fazenda experimental da multinacional Syngenta Seeds, durante confronto armado entre os camponeses e seguranças da área.

Valmir atuava como militante da Via Campesina, mas era funcionário da Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar). Foi admitido em 1º de abril de 2007 como assistente administrativo do projeto Centro Colaborador – que tem convênio com a Funpar – e recebia quase R$ 3 mil por mês.

No tiroteio também morreu o segurança Fábio Ferreira de Souza. Até hoje, apenas os réus e as testemunhas de acusação foram ouvidos, e todas as 19 pessoas denunciadas pelo MP (oito integrantes dos sem-terra, um fazendeiro, o dono da NF e outros nove seguranças da empresa) respondem à Justiça em liberdade.


4 comentários

  1. CARLOS
    terça-feira, 21 de outubro de 2008 – 16:19 hs

    Poderiam lembrar também a morte da floresta nativa devastada pelos invadores, e vendida como madeira…

  2. Zoiudo
    terça-feira, 21 de outubro de 2008 – 17:01 hs

    De novo isso?
    E quantos, em defesa da lei, morreram e nem ao menos são lembrados? Ou homenageados como verdadeiros heróis da Pátria?
    Tudo para o MST e Via Campesina vira data histórica. História que não convence.

  3. Vagabundagem....
    terça-feira, 21 de outubro de 2008 – 17:52 hs

    E do outro que morreu que o mst matou também não lembraram? Não lembraram também de esclarecer por que o “militante” recebia salário da UFPR sem ser servidor? Qual é a mutreta por trás disso? Alguém vai esclarecer? Só da´vagabundo nesse mst!

  4. Roberto Alves
    terça-feira, 21 de outubro de 2008 – 19:51 hs

    O maior problema de matar esse tipo de parasita é que depois ele vira herói, querem coisa pior do que um “MONUMENTO” erguido ali na 277 ( sentido Ponta Grossa) em homenagem a um vadio que já tinha ganhado terra mas tava anarquizando por ali e acabou por levar um pipoco !
    O problema é o protecionismo da Constituição de 1998 ( criada por ex-bandidos) que tá fazendo a marginalidade crescer de maneira assombrosa .
    E as pessoas de bem, como ficam?

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*