Requião briga para desapropriar Pontal do Paraná | Fábio Campana

Requião briga para desapropriar Pontal do Paraná

Na escolinha, há pouco, o procurador Geral do Estado, Carlos Marés (foto), foi chamado a explicar o que acontece com as desapropriações decretadas por Requião em Pontal do Poço, Pontal do Paraná, que foram parar no STJ. Alí, Requião pretende a construção de novo porto púlico. Um grupo privado, proprietário da área, tem o mesmo objetivo.

O empresário João Ribeiro, proprietário da área, alegou desvio de finalidade nos decretos de Requião. E tascou-lhe sonora crítica ao modelito estatizante do governo, o que muito irritou não só Requião mas toda a claque da esquerda funcionária, que vibrou com o trocadilho de Requião “há algo de podre no reino do Dinamarco”. Dinamarco é o advogado que defende o grupo privado.

O Estado aguarda liminar do juiz em Brasília e faz esforço para trazer a causa para a Justiça estadual, território que Marés considera natural e onde o governo se move com naturalidade maior.


4 comentários

  1. Anônimo
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 10:04 hs

    Mello e Silva odeia os ricos e bem sucedidos. Fez a desapropriação por inveja, como modo de incomodar os outros, usando a vingança do pipoqueiro: botando sal na pipoca dos outros. Vai tomar mais uma tunda jurídica, com sói acontecer, com nove entre dez ações contra a província. O maior problema é virar credor do Paraná é que não vai receber nunca, pois é o maior caloteiro do Brasil, e ainda dá beiço judicial nos precatórios…. Basta, xô, fora…

  2. O Povo
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 10:22 hs

    Requião “brigar” que novidade?

  3. O Guardião
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 10:46 hs

    ESTE REY QUIÃO NÃO TOMA JEITO MESMO !!!

  4. NAGIB
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 11:07 hs

    Nossos Juízes e Desembargadores devem começar a se preocupar com o que dizem deles nas rodas políticas quando se referem à ações judiciais em que o réu Requião.
    O próprio Procurador Geral do Estado diz que prefere na instância local, menos em Brasilia e Porto Alegre. -“A Justiça estadual é território que considero normal (…) onde o governador “se move” com naturalidade (…).
    Apesar disso, AINDA confio na TJ do Paraná.
    Não sei até quando o povo vai confiar…

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