García Marquez diz que sofre como um cão com o jornalismo de hoje | Fábio Campana

García Marquez diz que sofre como um cão com o jornalismo de hoje

O prêmio Nobel de Literatura de 1982, o colombiano Gabriel García Márquez, afirmou hoje que “sofre como um cão” com a má qualidade do jornalismo escrito porque é raro encontrar notas ou reportagens que sejam “autênticas jóias”. Ele está em Monterrey, no México, para a sétima edição dos prêmios outorgados pela Fundação Novo Jornalismo Ibero-Americano nas categorias de texto e fotografia aos mais destacados jornalistas latino-americanos.

O autor de Cem anos de solidão e de O amor nos tempos do cólera lamentou que o jornalismo de hoje seja feito às pressas, o que impede que os jornalistas não possam pensar melhor o que escrevem.

García Márquez disse que tem o jornalismo na alma e que é o “ofício mais belo”. “Não há melhor ofício no mundo que este, mas em minha idade me aborrece muito”, explicou, afirmando que lê vários jornais todos os dias e “cada manhã é um desastre, sofro como um cão”, disse.

García Márquez sufre “como un perro” por la mala calidad del periodismo escrito

El escritor ha sido reconocido con el Premio Rómulo Gallegos (1972), el Premio Jorge Dimitrov por la Paz (1979); Premio Nobel de Literatura (1982); de la Legión de Honor francesa (1982); y Orden del Águila Azteca (1982), entre otros. García Márquez señaló que su impresión es que los medios no dan tiempo suficiente a sus periodistas. Admitió que ahora los periódicos deben competir con la radio y la televisión, pero que la escritura tiene una gran ventaja sobre los medios electrónicos.

“Escribir sale del alma, los otros medios son aparatos, son máquinas”, subrayó el literato colombiano. García Márquez, representante del denominado realismo mágico, destacó que encuentra muy pocos reportajes o notas que puedan ser consideradas “joyas”, pero que cuando las encuentra piensa, “quién será este tipo”. “Siempre ha sucedido así, pero antes había la ventaja de que el periódico era más difícil de hacer y las máquinas nunca funcionaban bien y daba tiempo para pensar un poquito”, afirmó el autor de más de dos decenas de obras literarias.

“Ésa era la vida de los periodistas de antes, entonces sufríamos tanto que nos teníamos que emborrachar todas las noches”, añadió García Márquez. Aseguró que ese “ciclo ya se cerró” y actualmente los periodistas ya no tienen tiempo para escribir, por lo que mejor se dedicó a escribir libros.


5 comentários

  1. Bruce Willys
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 16:42 hs

    É que ele não costuma ler as matérias da Agência de Notícias.

  2. Sávio
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 16:58 hs

    Imaginem se ele lesse os jornais do Paraná, principalmente a Gazeta do Povo. Morreria de AVC.

  3. O Guardião
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 17:00 hs

    E QUEM É ESTE TAL GARCIA MARQUEZ ???
    ELE É PRESIDENTE DE QUE PAÍS ???
    NUNCA OUVI FALAR DESTE ILUSTRE DESCONHECIDO …

  4. Pena
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 19:34 hs

    Mais uma vez esse Guardião. Nossa senhora, mas tirei de minhas leituras seus comentários. O cara não sabe como colocar vermelho nos comentários e não sabe quem é o autor de “Cem anos de solidão”. É, realmente Beto tem os melhores apoios de Curitiba. Meu Deus, quanta sapiência. Ô Nagib, essa moçada faz parte de sua turma? E aê moçada? O que dizer disso aí? Enquanto alguns lêem Bobbio, Marx, Arendt, Churchill, Darci Ribeiro, Bento de Espinosa, Hobbes e outros importantes o cara parece que tem como leitura a Luluzinha, o Bolinha, o Capitão Marvel, o Fantasma, Carlos Zéfiro, Marcus Vinicius, Super Homem, Cavaleiro Negro, e outras m… que não ajudam em nada. Vamos parar de ler esse cara pois não tem nada à acrescentar. Se eu fosse o Beto mandava esse cara ficar quieto pois só atrapalha. Socorro!

  5. jango
    terça-feira, 2 de setembro de 2008 – 20:31 hs

    Talvez o Gardião se toque.
    O Garcia Marques é o Jorge Amado dos colombianos.
    Dá para entender, Guardião ?

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*