40 militares afastados por suspeita de rotavírus em Curitiba | Fábio Campana

40 militares afastados por suspeita de rotavírus em Curitiba

Militares do Quartel General de Curitiba foram intoxicados por vírus e 10% do contingente, cerca de 40 militares, já estão afastados. Eles foram levados em três ônibus até o Hospital Geral do Exército. Há suspeita de contaminação por rotavírus, que causa diarréia, vômito e dores abdominais. As refeições no Quartel ficam suspensas até segunda-feira.

Em entrevista a Aline Castro da Band News FM, um soldado, que não teve o nome revelado, contou que existe a suspeita de que um dos militares estaria com o vírus e, com isso, parte da corporação teria sido contaminada. Ouça:


7 comentários

  1. Zé do Coco
    sexta-feira, 19 de setembro de 2008 – 16:29 hs

    Agora, até comida estragada servem para nossos caros soldados. Este país está definitivamente perdendo a noção de vergonha na cara e respeito aos reais garantes da democracia.
    Hoje comida estragada. O que servirão para esses moços no jantar de amanhã?

  2. Milico
    sexta-feira, 19 de setembro de 2008 – 18:39 hs

    Sr Zé do Côco. Isso pode acontecer em qualquer organização mas por ter acontecido dentro de uma Unidade Militar do Exército (OM) chama mais atenção. Nas OM existe uma grande preocupação em se manter os preceitos de higiene fins manter a tropa em condições de atuar na defesa, inclusive sua e de seus familiares, quando assim for exigido. Agora um questão que virá: O Ministro Mangabeira Unger junto com o Ministro da Defesa tem um plano de repontecialização das Forças Armadas que vai demandar muitos recursos. Coisa para enfrentar, como dissuação, o que pode vir por aí. Tomara que contem com o apoio de todos brasileiros, inclusive o senhor. Forte abraço de um milico que não esquece o que aprendeu na caserna. Patriotismo, valores nacionais, honestidade, moralidade, respeito pela coisa pública, amar o país. Ajude, não derrube.

  3. Zé do Coco
    sábado, 20 de setembro de 2008 – 11:07 hs

    Milico, se realmente o é. Se lesse com atenção o que escrevi, perceberá que eu lamentei pela situação em que estão deixando meus concidadãos de farda.
    Antes de dizer qualquer coisa, LEIA e com atenção. Sou muito mais defensor dos militares do que pensa.
    Quanto a ministros como goiabeira húngara ou chupim, tenho para mim que estão concorrendo para deixar meus concidadãos de farda em posição subalterna, sem assistência nem os cuidados que merecem. As condutas deles falam por si mesmas e não é no sentido de melhorar as condições da caserna. Em nenhum outro lugar ocorreu de ataques de rotavirus ou de hantavirus, queira desculpar.
    Não o conheço e não o autorizei a dizer que eu derrubo com minhas críticas. Meu pai e minha mãe já morreram e não há ninguém neste País que diga a mim o que devo ou não afirmar. Sou um cidadão pagador de impostos e dos salários desses (des)governantes que estão aí, humilhando nossas Forças Armadas e lançando o País ao caos institucional e, agora, com a crise internacional que se instaurou, estamos a descoberto, porque os tais não prepararam o País para os ventos da adversidade.
    Talvez eu saiba mais sobre Forças Armadas do que possa aparentar. Contudo, parece que V. Sa. gosta de falar na palavra dissuasão (grafada erroneamente como dissuação), como a tentar me incutir medo pelo que me possa acontecer. Atravessei os 20 anos do último regime de exceção sempre respeitado e tendo vários amigos da caserna.
    E posso afirmar, sim, que nossas gloriosas Forças Armadas estão sendo vítimas do revanchismo dos atuais governantes, em sua maioria componentes daqueles grupos de esquerda que perpetravam ataques à população pacífica e ordeira do País e hoje recebem polpudas indenizações por “atos heróicos” contra a lei e a ordem.
    Se quiser falar em poder de dissuasão, reincorpore e vá para a fronteira do País, onde o atual presidente está entregando expressiva parcela de nosso território a grupos estrangeiros mediante a demarcação de nosso solo pátrio em área contínua no interesse de inimigos do Brasil.

  4. Zé do Coco
    sábado, 20 de setembro de 2008 – 11:38 hs

    Milico, só para que saiba, seu comentário e a minha resposta foram encaminhados a uma das autoridades militares, para que saibam o que eu realmente penso sobre a situação dos meus concidadãos de farda.
    Como eu lhe disse, talvez eu conheça mais de Forças Armadas do que deixou transparecer.

  5. Milico
    sábado, 20 de setembro de 2008 – 22:16 hs

    Sr Zé do Côco. Obrigado pela correção. Nós milicos estamos sempre prontos a aprender algo. Aproveito a ocasião para lhe dizer que fui milico por trinta e um anos e ainda guardo comigo todos os ensinamentos que recebi. Firme nas minhas posições, tal qual em uma trincheira, defenderei o glorioso Exército sempre. Não tenho a menor dúvida que o sr. é um patriota. Também carrego comigo uma dúvida: Cumpriu o seu tempo militar? Ou conheces da caserna por ouvir falar? Saudações militares e Brasil Sempre. A Amazônia é nossa! Alguma dúvida?

  6. Zé do Coco
    domingo, 21 de setembro de 2008 – 10:20 hs

    Milico, desde quando para conhecer os militares é preciso viver dentro da caserna? Isso é conceito elitista às avessas. Defendi muito mais as classes armadas do que você possa imaginar. Em minhas reuniões dentro da Maçonaria sempre apoiávamos as ações de campo de nossos soldados, quando mais não fosse por sermos, todos nós brasileiros, contribuintes, pagadores compulsórios de impostos e defensores por isso mesmo da aplicação dos recursos necessários para o constante reequipamento das guarnições.
    Não é possível ser brasileiro sem mesmo que inconscientemente bater continência ao ver nossos bravos concidadãos de farda desempenhando as missões que lhes eram cometidas. Assim como não é preciso usar uma farda para ser um autêntico patriota. Mas todo autêntico patriota defende boas condições de trabalho e de soldo aos militares.
    Nunca servi em nenhuma das Forças, porque me alistei numa época em que os advindos da zona rural eram mandados para a reserva automaticamente. Os da zona rural e filhos únicos.
    Hoje sou velho demais para uma marcha de 30 km sob sol e chuva mas meus comentários estão por tudo quanto é blog de cunho político defendendo para nossos soldados um tratamento mais condigno que por certo não estão recebendo desse (des)governo que aí está.
    Selva!

  7. Milico
    domingo, 21 de setembro de 2008 – 21:16 hs

    Sr Zé do Côco. Acho que defendemos as mesmas posições. Quando o sr, declinou de suas reuniões na Maçonaria não me causou nada demais pois se trata de uma Organização como qualquer outra que eu respeito. Mas entenda, que minhas preocupações são a defesa intransigente das Forças Armadas e suas doutrinas. Acho, ainda, que se o presidente dessa gloriosa nação fosse um milico qualquer não teríamos enfrentado tanta corrupção e tantos desmandos. Volto, com sua bondade, à dizer: Brasil sempre! A Amazônia é Nossa! Abraços e por aqui encerramos nosso papo. Quem sabe um dia não nos conheceremos, até porque estarei trabalhando pela candidatura do Gen Heleno à presidência. Por que não?

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