Emanuele terá que responder judicialmente | Fábio Campana

Emanuele terá que responder judicialmente

Emanuele Gabardo responderá criminalmente pelo disparo e por posse ilegal de arma de fogo. De acordo com a Polícia Militar, ela deve se apresentar à Polícia Civil assim que for liberada da clínica onde foi internada para tratamento psicológico.

O Coronel Jorge Costa Filho, da Polícia Militar, diz que não houve tratamento privilegiado para a moça por ela ser filha de um policial. Inclusive, o dono da arma usada pode ser devidamente responsabilizado, segundo o Coronel Costa. Ele afirma também que “o que nós temos que deixar bem claro é que o único motivo para darmos um tratamento diferenciado é porque se tratava de uma moça grávida. No estado em que ela se encontrava, havia sério risco de ela perder a criança”.


8 comentários

  1. Nhengo
    terça-feira, 5 de agosto de 2008 – 20:40 hs

    ainda bem que a Nazaré da Osório responderá pelos crimes e pela zona que provocou no centro.

  2. Mano da Vila
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 0:23 hs

    Se fosse pobre, povão, tava presa e apanhando numa delegacia!!!!!!!!!!

  3. Zezinho da Padaria
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 0:56 hs

    Ela quis apenas 5 minutos de fama e ser noticia no Brasil inteiro..

    que pena. o tiro que ela deu no chão na verdade acertou á ela mesma… pois a repercussão da sua ” ceninha” não passou da divisa da cidade.. só a RPC mostrou mas não deu muita ênfase..

    da próxima vez ela que se tranque e tente se matar em casa. o centro ja ta um inferno pra andar de carro e ela ainda quer fazer palhaçadinha pra bloquear todas as ruas ?? ahhhh vai te catar mocinha.. não é a toa que você ganhou um par de chifres do seu agora ex namorado..

  4. meu papai e puliça
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 1:32 hs

    hé…como eu disse meu pai é puliça, as puliça ta do meu lado,então q se dane se eu vou atrapalhar esse transito…curitiba ta um caos mesmo…sem comentarios.

  5. silva
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 8:02 hs

    é, isso a política do “sabe com quem voce está falando”, impregnada em nossa sociedade em degeneração …

    Os com “algum poder” passam isso ao filhos, que estão acima da lei e da ordem, estes acreditam e saem por aí azarando, se achando o máximo …

    Pelo jeito é mais uma garota mimada, que acha que tudo pode, inclusive comprar o “amor” de alguém !

    A punição a essa moça, precisa ser exemplar, para que toda sociedade passe a acreditar que a lei é para todos, sem distinção e não só para os despadrinhados e cidadãos comuns.

  6. Jorge Cara-Preta
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 9:45 hs

    Na matéria de hoje na Gazeta do Povo, “Polícia Civil cobra apresentação de grávida que parou Praça Osório”, o superintendente Adolfo Rosevics, do 1° Distrito da Polícia Civil, diz várias inverdades e não há o contraponto da PM ou especialista na área jurídica, dentro da boa técnica jornalística. A Justiça não se movimenta sem provocação, isto é um fato de Lei. Porém, a Polícia Civil tem obrigação de instaurar o inquérito independentemente de apresentação do possível indiciado. O inquérito policial deve caminhar e buscar a oitiva dos envolvidos e a elucidação completa dos fatos, visando subsidiar o Ministério Público na denúncia ou não à Justiça, dos indiciados. A mulher de nome Emanuélli, grávida e perturbada psicologicamente, foi encaminhada ao hospital. O que é natural e normal, independentemente das providências jurídicas. Outro ponto importante é que o fato, em tese delituoso, durou horas, na área de circunscrição do próprio 1° DP, onde o sr Adolfo é superintendente, que tem obrigação inafastável de atuação. A Polícia Civil também participou da solução da ocorrência. Resumindo: independente de prisão ou não da mulher, o Inquérito Policial, no 1° DP, tem que ser instaurado e movimentado de ofício. Por obrigação legal. Duas perguntas ficam: porque o superintendente e não um Delegado, presidente do Inquérito ou responsável pelo Distrito, se manifestou sobre o caso? Porque ainda não foi instaurado o Inquérito Policial? Portanto, deveria ser o superintendente admoestado, talvez punido disciplinarmente, por dizer inverdades. Também o Ministério Público deve verificar um possível delito de prevariação dos responsáveis pelo 1° DP, por não terem instaurado o Inquérito Policial que é de conhecimento da autoridade policial e de todo o público. E, por fim, instado o sr Adolfo a frequentar novamente os bancos escolares para aprender o Direito.

  7. Carlos
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 17:24 hs

    Gostei do comentario acima. Alguem tinha que dizer a verdade. O superintendente nao foi feliz no comentario. Segundo ele somente podem prender uma pessoa quando essa pessoa se apresenta na delegacia. Ora bolas, acho que entrevistaram uma pessoa que não é policial e não o superintendente. Um policial não pode falar tantas “inverdades”.

  8. Jamil Piazzotte
    quarta-feira, 6 de agosto de 2008 – 20:17 hs

    Pensa numa bobagem… Pau nele Jorge! Gente séria precisa tomar conta da polícia.

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