No Colégio Estadual, Madselva volta a atacar | Fábio Campana

No Colégio Estadual, Madselva volta a atacar

A diretora do Colégio Estadual, Maria Madselva Ferreira Feiges, agora chegou ao ápice de seu autoritarismo. Mandou reunir os alunos para comunicar que o Ministério Público será acionado para responsabilizar os pais de alunos por atos de “indisciplina” de seus filhos.

Madselva enviou aos pais comunicado ameaçador, para lembrá-los que os alunos “estão sob a responsabilidade dos pais, os quais deverão tomar as medidas cabíveis.”

É a represália aos estudantes porque o grêmio encaminhou ao Conselho estadual de Educação um longo documento relatando o autoritarismo e as irregularidades no Colégio.

Para ler a íntegra do documento dos estudantes, basta clicar no “Leia Mais”.

Grêmio Estudantil do Colégio Estadual do Paraná – GECEP

Curitiba, 19 de agosto de 2008.

Conselho Estadual de Educação

Avenida Sete de Setembro, 5580.

Curitiba, Paraná.

A/t: Sr. Romeu Gomes de Miranda

Assunto: Acontecimentos recentes no Colégio Estadual do Paraná.

Prezado senhor:

Venho por meio de a presente carta informar ao CEE (Conselho Estadual de Educação) o que vem ocorrendo no Colégio Estadual do Paraná (CEP), pois além dos fatos recentes possuírem grande repercussão na imprensa também se considera a necessidade de esclarecer o que ocorre na referida instituição para o CEE.

O Colégio Estadual do Paraná é um dos únicos colégios públicos em todo o estado do Paraná que não elege os diretores. Isto se deve atualmente ao Regime Especial que esta instituição está submetida. O Regime Especial também oferta ao CEP autonomia orçamentária, pedagógica e administrativa, que são necessárias devido à infra-estrutura complexa e diferenciada da instituição. É importante esclarecer que, segundo o deputado que criou o projeto de lei a respeito das eleições na instituição, não haverá corte de verbas. O projeto de lei altera uma lei específica de eleições de diretores.

A eleição de diretores, além de constituir-se parte do princípio constitucional da Gestão Democrática, é realmente necessária para legitimar o cargo e principalmente para conceder aos maiores interessados no CEP, a Comunidade Escolar, a oportunidade de discutir coletivamente a escola que querem construir para seus estudantes.

O Colégio Estadual do Paraná luta pela eleição para diretor há vários anos, ocorrendo manifestações várias vezes. No ano de 2007, aconteceram manifestações seguidas e que obtiveram grande repercussão na imprensa. Como resultado, o deputado estadual Mauro Moraes (PMDB-PR) apresentou o tão almejado projeto de lei. Após vários anos, foi a maior conquista neste âmbito até então.

Como divulgado, o movimento estudantil do ano de 2007 obteve também a conotação do pedido da saída da Professora Maria Madselva Ferreira Feiges do cargo de Diretora-Geral do Colégio Estadual do Paraná. Isto se deveu não a personalização do problema, como muitos apontam, mas medidas polêmicas e por vezes autoritárias. Entende-se que as medidas que são assim classificadas as que não passam pela apreciação coletiva. Isto além de não concordar com princípios norteadores do Projeto Político-Pedagógico, criou um ambiente de conflito intenso.

Ressalva-se também que vários membros da Comunidade Escolar chegaram à conclusão de que a atual diretora não consegue por em prática o que defende em teoria. Isto se agrava com as medidas que repercutem no colégio gerando uma enorme decepção.

Venho a partir de agora atingir o meu real objetivo: informar o que ocorre no Colégio Estadual do Paraná no decorrente ano do ponto de vista estudantil.

O ano iniciou-se com muitas medidas polêmicas, que não agradaram aos estudantes, conforme comprovado em discussões em Assembléia Geral dos Estudantes, na ocasião denominada “Reunião Aberta”.

Primeiramente, a obrigatoriedade de uso de diferentes tipos de camisetas de uniforme para diferentes atividades, inclusive para a Educação Física. A justificativa para a de Educação Física era de controlar os alunos que estavam ou não em aula, assim evitando que alunos estivessem gazeteando no complexo desportivo. É claro que esta medida só piorou a situação. Quem gazeteava usava camiseta amarela e os inspetores não se preocupavam com os alunos, pois estariam em aula. Alguns meses atrás antes das férias, a Direção decidiu que a partir de então que os docentes de Educação Física deveriam somente incentivar o uso da camiseta amarela e não obrigar.

As camisetas coloridas para atividades de contra-turno até possuem um fundamento, apesar de assim como a de Educação Física ajudar o aluno que deseja gazetear dentro do colégio. Porém já existia um outro modelo, salienta-se que era caro, de uniforme para alunos atletas. Muitos alunos chegaram a comprar o uniforme caro antes do início das aulas sem saber que seria substituído por uma camiseta de doze reais. Ressalta-se que o aluno atleta possui carteira de identificação especial, mostrando também que não era necessária à medida.

A grande maioria das famílias dos alunos de qualquer escola pública, inclusive o CEP, não está em condições financeiras para ficarem a mercê destas situações.

Outra medida polêmica foi transferência das aulas de sábado para a semana, como sexta aula. A alegação era que durante os sábados o rendimento era menor e que os professores que realizam capacitações não poderem lecionar nestes dias. Não é sempre que o professor está em capacitação. O rendimento realmente era menor devido à configuração das aulas: cada aula possuía uma hora e quarenta minutos. Contudo, deve-se salientar que esta medida desencontra-se com as Políticas Públicas que desejam combater a evasão escolar. Muitos alunos alegaram que não possuem mais tempo para irem realizar suas atividades de contra-turno, entre elas a do trabalho.

O Colégio Estadual do Paraná possuía coordenações de área, assim cada disciplina possuía uma própria. Isso foi uma grande conquista na instituição. A partir deste ano estas foram extintas. As responsabilidades de coordenador passaram para a pedagoga. A pedagoga também ficou encarregada de estar presente em aulas vagas. Os pedagogos ficaram completamente sobrecarregados.

Houve a mudança do sistema trimestral para semestral, mas a princípio não houve grandes questionamentos. O que muitos alunos não concordam é a chamada média ponderada, em que um semestre vale mais que o outro. Justamente o último que possui, para o terceiro ano, grandes pressões psicológicas devido ao vestibular.

A implementação do Ensino Fundamental também não foi bem recebida. O Colégio Estadual do Paraná possui uma qualidade de ensino superior às demais escolas públicas da rede estadual de ensino. É uma das únicas instituições que as camadas populares têm acesso a uma educação de melhor qualidade tão necessária para mudar a realidade em que vivem. A implementação do Ensino Fundamental diminui as vagas para o Ensino Médio diretamente relacionado à perspectiva mencionada.

Salienta-se que muitas escolas na região do Colégio Estadual do Paraná possuem muitas vagas disponíveis para o Ensino Fundamental. Segundo a Professora Maria Madselva Ferreira Feiges, estas instituições acabarão sendo fechadas.

De acordo com as cotas para atletas, caso que provocou a surpresa da Comunidade Escolar, entende-se que esta medida está intimamente ligada ao aproveitamento da infra-estrutura desportiva para aqueles que possuem alguma habilidade. O segmento estudantil considera que para o aproveitamento da infra-estrutura neste quesito não é diretamente necessário estes estudarem no colégio. Os treinamentos ocorrem no contra-turno.

Contudo na reunião sobre o Ensino Fundamental a Direção Geral disse que os alunos não tem que questionar e nem serem consultados. Devem somente aceitar.

Recentemente, a Direção Geral também começou a colocar empecilhos para a realização das atividades do Grêmio Estudantil.

Primeiramente, foi o caso da palestra com o tema “Meio Ambiente e Democracia”. A Diretoria de Meio Ambiente e Saúde do GECEP organizou a palestra gastando meses para organizar o evento e resolver alguns detalhes, como certificados. O projeto da palestra já havia sido aprovado. Três turmas em aula de biologia iriam assistir à palestra juntamente com o professor. Pouco tempo antes da palestra, a Diretora Maria Madselva ligou de Goiás (estava em férias) mandando cancelarem a palestra. O motivo alegado era de que devia acontecer no contra-turno. Além de não possuir mais tempo hábil para a divulgação da palestra, é por demais sabido que realmente poucos iriam ao CEP no contra-turno. Isto gerou a revolta da Diretoria do GECEP.

A mudança constante de horários ocasionou o cancelamento da Feira de Livros. O projeto foi organizado três vezes e devido a constante mudança de horários não teve como ser realizado.

A Diretora de Eventos, que organizou a Feira de Livros, comunicou os professores do cancelamento da Feira de Livros se utilizado do quadro de avisos. Escreveu: “Feira de Livros cancelada. Perguntem ao Borba”. Josué Tadeu Borba é um dos diretores auxiliares. Ao tomar conhecimento do aviso, Borba ameaçou a Diretora de receber uma advertência por escrever no quadro de avisos, baseando-se que ela sendo aluna não poderia escrever nele.

Aconteceu no auditório do colégio um evento chamado “Tortura Nunca Mais”. Os participantes do evento, em geral, eram aqueles que sofreram com o regime que vigorava há anos atrás. Com a aprovação do organizador do evento foi posto um faixa com a seguinte mensagem: “Quero eleição para diretor no colégio estadual do Paraná”. Era somente uma faixa.

Momentos depois funcionários começaram a retirar a faixa. Um membro da Diretoria do GECEP se manifestou dizendo que era um atentado à liberdade de expressão e que não poderiam fazer isto. Diante dos aplausos de todos os presentes, os funcionários não retiraram a faixa.

Então dois diretores auxiliares nos chamaram. Disseram para retirarmos imediatamente a faixa, pois não teríamos autorização e a faixa não possuiria nexo. Perguntamos o motivo de não ter acontecido todo este alvoroço por causa da faixa da UPES no dia anterior. Não houve resposta. Concluímos que isto só havia acontecido pelo motivo de se tratar das eleições para diretor. Diante da situação, do modo de abordagem destes diretores e estar sempre sendo adiado a votação do projeto de lei, ocorreu o estopim.

Utilizando a rádio estudantil chamamos os alunos para se concentrarem em uma região do pátio conhecida por “arena” para comunicarmos a eles o que estava acontecendo e a necessidade de tomarmos alguma medida efetiva. No momento em que um membro da Diretoria saiu da rádio, dois funcionários o abordaram e tomaram com um certo grau de coerção a chave da rádio da mão de um menor de idade. A chave da rádio encontrava-se sob responsabilidade do Presidente do GECEP, Paulo Fortunato.

Então, frente a tal situação, os alunos chegaram à conclusão de que iriam para o auditório, mais precisamente no evento, mostrando a indignação geral e procurando o apoio daqueles lá presentes. Após insistência continua, a funcionária abriu a porta permitindo os alunos participarem do evento.

Os alunos se comportaram devidamente, e alguns membros da Diretoria do GECEP foram chamados a compor a mesa. No final, foi disponibilizado um espaço para a manifestação dos estudantes.

Após o evento, reunimos com o Grupo Auxiliar Administrativo. O Chefe de setor alegou que o motivo da tomada da chave da rádio foi um suposto incentivo a manifestações utilizando-se da Rádio. A questão da Rádio pode ser encontrada com detalhes no anexo: “Carta ao GAA”.

No dia seguinte, decidimos que deveríamos passar em sala para comunicar para os alunos o que havia acontecido. O diretor auxiliar requereu que fizéssemos um documento explicando o que iríamos falar. Isto nunca havia acontecido. Sentimos receio de alguma maneira nos acusarem de algo ou de nos responsabilizarmos pela saída dos alunos de aula nos dia anterior utilizando-se de alguma interpretação do documento. Escrevemos um documento somente dizendo que iríamos comunicar assuntos pertinentes ao corpo discente do colégio.

Vale ressaltar que após este dia, sempre requerem que nós assinemos atas.

Assim nos foi comunicada mais uma exigência: de que deveríamos estar acompanhados obrigatoriamente de um diretor. Nota: somente um diretor, o que acarretaria em que somente um único grupo para falar com quarenta e quatro turmas. Seria muito desgastante. Ficamos indignados e dissemos que iríamos conversar com os alunos durante o intervalo. O que ocorreu, cujas manifestações procuraram não sair do horário do intervalo.

Outra medida polêmica foi o impedimento da realização da Festa Julina. A Festa Julina é uma comemoração tradicional do Colégio Estadual do Paraná. Desde o ano de 2007, ano em que a Professora Maria Madselva Ferreira Feiges assumiu a Direção Geral, a festa não está mais ocorrendo. Em ambos os anos, o empecilho foi justamente a Direção.

No dia vinte e quatro de abril de 2008, o GECEP apresentou o projeto da Festa Julina para o Conselho Escolar. Decidiu-se que deveria ocorrer uma reunião entre o GECEP e a APMF para estas entidades entrarem em um acordo, o que ocorreu no dia doze de Maio.

No dia dezenove de maio foi marcada uma nova reunião entre GECEP, APMF e Direção Geral sobre a Festa Julina. A Direção Geral não compareceu alegando que o GECEP e APMF possuiriam autonomia no assunto. Contudo, em vinte e seis de maio, a Direção Geral vetou o projeto, pois o Colégio Estadual do Paraná não possuiria capacidade para comportar cinco mil pessoas. Esta decisão tão importante para toda a Comunidade Escolar foi tomada sem qualquer base concreta.

Salienta-se que as festas do Colégio Estadual do Paraná sempre comportaram esta quantidade de pessoas.

No dia seguinte, em uma outra reunião onde estavam presentes a Direção Geral, os Diretores Auxiliares, o Chefe do Grupo Auxiliar Administrativo e o da Diversidade, alegou-se que além do Colégio supostamente não possuir estrutura, também não haveria segurança. O GECEP respondeu que já existia patrocínio para a segurança na festa. Depois, a Direção Geral simplesmente alegou que mesmo que houvesse um laudo que atestasse que o CEP tivesse capacidade para cinco mil pessoas, aqui a festa só ocorreria se fosse para duas mil pessoas. O GECEP jamais organizaria uma Festa Julina para menos de dois quintos dos alunos.

Assim, a única solução encontrada pelo GECEP foi organizar a festa fora do CEP, no Espaço Callas. Ela ocorreu no dia seis de julho, das 15h00min às 22h00min.

O Jornal Folha Atitude também sofreu a proposta de estar submetido a uma comissão de análise de matérias. Esta idéia iniciou-se quando a Direção tomou conhecimento de que a Professora Maria Luiza escreveria para o jornal. O assunto? Somente uma homenagem a um professor que morreu recentemente. A idéia foi reposta também em outras ocasiões.

O GECEP, assim como outros setores, possuía uma cota de xerox e não necessitava de autorização. A partir destes acontecimentos há a necessidade de pedirmos autorização para tirarmos fotocópia na Reprografia.

Não conseguíamos uma reunião com a direção para tratar destes assuntos já citados. Decidimos que deveríamos ter uma medida para conseguirmos a reunião. Tivemos que recorrer a colocar a mesa de reunião do GECEP em frente à sala da Direção Geral e chamar a Professora Madselva para uma reunião. Quando ela chegou não quis nem sequer saber as razões de estarmos lá. Disse que chamaria a Polícia e levaria o Presidente do GECEP preso e os menores de idade para a Delegacia do Adolescente. Nós estávamos determinados no que fazíamos, e não saímos de lá.

Estouraram manifestações estudantis quando os alunos obtiveram conhecimento de que os representantes do GECEP seriam presos. No final, uma estudante do período noturno que possui graduação em Direito entrou como advogada. Assim, evitou-se o pior. A repercussão seria horrível. A reunião aconteceu.

Após a reunião, foram chamados os pais dos membros da Diretoria do GECEP ao colégio. Foi elaborada uma ata totalmente equivocada, e pediram que os responsáveis assinassem. Ela dizia, entre outras coisas, que os pais se responsabilizariam em fazer seus filhos não se manifestarem mais. È claro que nenhum responsável assinou. Todos eles entenderam que seus filhos possuem todo o direito de se manifestar pacificamente.

Na volta das férias, mais medidas polêmicas. Primeiramente, mudança na avaliação. Não é possível haver mudanças constantes na avaliação. O pior é que a medida não foi aprovada pelos diversos segmentos. Agora a matéria é dividida em blocos de conteúdo, que se constituem todos de uma avaliação e recuperação. Isto além de sobrecarregar os professores, diminui drasticamente o número de aulas, prejudicando mais as matérias que possuem menor carga horária. Ressalva-se que deve haver um modelo de avaliação único para o ano, prevenindo possíveis recursos.

Porém tomou-se uma outra medida que acirrou definitivamente os ânimos dos alunos: a proibição da entrada para a segunda aula. A maneira em que os diretores comunicaram o fato também contribuíram com a revolta. Mediante aos questionamentos de que haveria falta de bom senso com medidas tão duras, simplesmente argumentaram que eram regras e deviam ser seguidas. Detalhes no anexo: “Ofício Circular n. º 003/08”.

A discussão não ocorreu nem mesmo no Conselho Escolar. O assunto estava na pauta para ser discutido, mas mediante os questionamentos do segmento estudantil a Diretora comunicou que o assunto não era deliberativo. Indagamos o motivo de estar na pauta de discussão e não nos informes já que não devia ser discutido. Não houve resposta satisfatória. Chegou-se até mesmo a usar como argumento que quem não concordava com as regras do colégio, devia sair dele.

Após algum tempo, realizou uma reunião com o GECEP. Mediante ao descontentamento crescente dos alunos nos comunicaram que estariam tomando medidas contrárias às comunicadas no Ofício.

Tudo isto que ocorre, é agravado com a falta da discussão e, sobretudo, de aplicação da decisão das vontades da maioria dos componentes da Comunidade Escolar. O Colégio Estadual do Paraná está sofrendo muito com o ambiente pesado em que está inserido. É de conhecimento geral que quando todos não participam das decisões é iminente a situação do conflito.

Para ocorrer o fim desta situação que assola esta instituição deve-se consolidar as participações coletivas, cujo um dos alicerces é justamente a escolha democrática dos Diretores pela Comunidade Escolar.

A volta do Colégio Estadual do Paraná para um ambiente harmônico é uma necessidade imediata. Enquanto não for atendida esta reivindicação a situação do colégio tenderá a se agravar. As manifestações, desentendimentos e os prejuízos a educação de qualidade continuarão incessantemente.

Atenciosamente,

Jonatas Walter Becher

Diretor de Análise Jurídica

GECEP

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Paulo S. F. Fortunato Jéssica S. Roedel

Presidente Vice-Presidente

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Leonardo M. Zorzi Eduardo C. Mehl

Secretário Geral Primeiro Secretário

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Cíntia de Rossi Bet Jonatas W. Becher

Primeira Tesoureira Diretor de Análise Jurídica

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Thaís C. L. R. O. Karam Izídio Cordeiro Junior

Diretora de Esportes Suplente de Esportes

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Marcela H. Andretta Vinicius A. Paludo

Diretora de Comunicação Suplente de Comunicação

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Camila D. dos Santos Priscila S. Lisovski

Diretora de Cultura Suplente de Cultura

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Lizandra R. Souza Gabriel A. Carriconde

Diretora Social Suplente Social

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Juliana H. dos Santos Tiago A. O. Raposo

Diretora de Turismo Suplente de Turismo

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Jéssica M. K. Rheinheimer Matheus G. Regis

Diretora de Eventos e Festas Suplente de Eventos e Festas

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Rodrigo L. R. Pereira Carlos E. de Oliveira

Diretor de Meio Ambiente e Saúde Suplente de Meio Ambiente e Saúde

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Fernanda Tockus Iago R. G. R. M. Vieira

Diretora de Ensino Profissionalizante Suplente de Ensino Profissionalizante

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Marcos C. T. da Silva Camila P. da Rocha

Conselheiro Apoio – Comunicação

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João V. A. C. Pereira Tainá R. Serafim

Apoio Geral Apoio Geral


33 comentários

  1. João
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 12:34 hs

    Sou só eu ou é estranho que um grêmio estudantil secundarista tenha uma diretoria de análise jurídica?

  2. loucura tem limite
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 13:36 hs

    é vergonhoso um colégio como o CEP estar passando por dias negros…uma desvairada no poder, apoiada pelo governo (que nem sequer vê o que ela está fazendo).
    Ela viajou pelo estado nestes últimos anos pela APP sindicato falando de democracia, mas quando chega ao poder pratica sim o autoritarismo.
    Educação presupõe diálogo
    não perseguição

  3. Orquídea
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 13:42 hs

    Este Jonatas Walter Becher escreve muito bem, e os alunos do colégio estadual do Paraná estão de parabéns por sua luta contra o autoritarismo. Se o povo brasileiro tivesse um pouco desta coragem destes alunos, o nepotismo e o poder que nosso sistema oferece para estas pessoas que não sabem chefiar sem ameaças, estariam com os dias contados.
    Pobres alunos, estão sozinhos nesta luta, pois o governador, que seria o único a estender-lhes a mão, virou as costas já faz algum tempo, pensando com seu infinito ego, ser uma luta contra ele!

  4. Franco
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 14:39 hs

    Deixa eu ver se entendi: a Diretora de um Colégio está sendo “acusada” de “autoritarismo” ? Como assim ? A Diretora de um colégio ou de qualquer órgão público tem que ser “democrática” ? Daqui a pouco os professores serão “acusados” de “dar matérias muito difíceis” ou “não permitir o sagrado e constitucional direito de ir e vir, entrar e sair a qualquer momento da sala de aula”. Que palhaçada é essa ? Os secundaristas do CEP acham que a vida aqui fora é “democrática” do jeito que eles imaginam ? Vão tentar depor o presidente da empresa em que trabalham ? Ouvi no rádio que o presidente do gremio estudantil disse que não conhece o “projeto político” da Diretora. Projeto político ? Do que estamos falando ? De uma academia ou de uma associação de bairro ? Era só o que faltava…

  5. jango
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 15:18 hs

    Invocamos o lamentavelmente atual Nelson Rodrigues. Dizia:

    “Antigamente, o idiota era o idiota. Nenhum ser tão sem mistério e repito: — tão cristalino. O sujeito o identificava, a olho nu, no meio de milhões. E mais: — o primeiro a identificar-se como tal era o próprio idiota. Não sei se me entendem. (…) Pois o idiota era o primeiro a saber-se idiota. Não tinha nenhuma ilusão. E uma das cenas mais fortes que vi, em toda a minha infância, foi a de uma autoflagelação. Um vizinho berrava, atirando rútilas patadas: — “Eu sou um quadrúpede!”. Nenhuma objeção. E, então, insistia, heróico: — “Sou um quadrúpede de 28 patas!”. Não precisara beber para essa extroversão triunfal. Era um límpido, translúcido idiota. (…) Outrora, os imbecis faziam platéia para os “superiores”. Hoje, não. Hoje, só há platéia para o idiota. É preciso ser idiota indubitável para se ter emprego, salários, atuação, influência, amantes, carros, jóias etc. etc.”

    E por aí vamos nós presenciando a idiotice instalada nos cargos públicos – politizadamente idiotas.

  6. Para Franco
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 15:24 hs

    Acho que vc não sabe do que “fala”, então compreendo sua opinião errônea dos fatos.

    Só pra vc ter uma idéia, um projeto político, todas as escolas devem ter, isso faz parte da política da secretaria de educação.

  7. quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 15:51 hs

    É inadmissível que uma instituição de ensino, considerada como referência de ensino público no estado do Paraná, responda com repressão as manifestações de seus estudantes. A escola deve contribuir para a emancipação do indivíduo, enquanto cidadão, para a sua efetiva participação em uma sociedade democrática. O grêmio estudantil é o órgão máximo de representação dos estudantes e colabora com a ampliação da democracia na escola. Logo, a tentativa de calar os estudantes com mecanismos de intimidações lembram as infelizes e desastrosas práticas utilizadas pelos militares durante a ditadura, na qual a educação reduzia-se ao campo estritamente tecnicista, não permitindo qualquer reflexão e ação. Salientam-se que as práticas de repressão, ocorridas durante a ditadura militar, nos deixaram como herança um frágil conceito de democracia, mas certamente o primeiro passo é a luta contra qualquer forma de autoritarismo.
    Caso existisse, no Colégio Estadual do Paraná, uma gestão democrática, sustentada pelo diálogo e pela participação de todos os segmentos da comunidade escolar, certamente não ocorreriam esses abusos ao direito fundamental da liberdade de expressão. Não desejamos que os nossos estudantes se tornem reacionários, pois a força da juventude está na sua acentuada capacidade de indignação e na tentativa de superação das práticas autoritárias. É reacionário não se expressar. É reacionário aceitar tudo passivamente. É reacionário aceitar o habitual como prática imutável. O silêncio acoberta a passividade e reforça a injustiça causada pala indiferença. Aos estudantes, esperança de renovação em nossa sociedade, cabe o legítimo direito de não silenciar.

  8. Franco
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 16:26 hs

    Não seria “projeto pedagógico” Sr. Anônimo ? Qual seria então o “projeto político” das escolas particulares (essas que aprovam os alunos nos mais concorridos vestibulares e que são paradigma para o ensino público) ?

    Nos esclareça com exemplos de escolas secundárias e suas “políticas” (independentes do projeto pedagógico).

    Seja didático, por favor, não tenho facilidade para compreender certas opiniões…

  9. Cidadã do mundo
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 16:26 hs

    Será que não existe ninguém com um pouco de bom senso no Ministério Público ou na Secretaria de Estado da Educação ou no próprio governo que seja capaz de dar um basta nos desmandos dessa senhora que se diz “pedagoga”?

  10. Para Franco
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 17:20 hs

    Projeto POLÍTICO Pedagógico!

  11. Lizandra. (Grêmio)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 17:47 hs

    É incrível como existem pessoas que acreditam que a sua opinião está certa, enquanto essas mesmas pessoas não estão AQUI dentro do Colégio Estadual do Paraná, e não são submetidos aos mandos e desmandos de uma direção autoritária (sim).

    Já está mais do que na hora da sociedade paranaense perceber que o caso não é pequeno.

    A luta pela democracia e o ensino de qualidade é uma luta não só do governo e sim daqueles que são afetados por isso, no caso, nós “estudantes secundaristas” do CEP.

  12. Thianny Carvalho
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 17:58 hs

    Já é público e notório que o maior colégio e que sempre foi referência na Educação do Paraná passa por dias terríveis desde que a pedagoga Madselva assumiu por indicação do Sr Mauricio a direção deste conceituado estabelecimento. Os alunos e professores vivem a merce dos desmandos desta senhora que já acabou com a coordenação, processou 11 professores ( um deles morreu recentemente), transformou a escola num ambiente onde só prevalece esporte. SOu mãe de aluno e posso afirmar o que vem ocorrendo . Só me pergunto o que mais precisa acontecer para esta senhora ser afastada da direção? Por favor quem tiver uma resposta plausível me diga

  13. João. (Grêmio)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 18:00 hs

    Muitas pessoas nos veem como “alunos baderneiros”, se ser baderneiro é lutar por um ensino de educação, para que os professores não sofram mais repressão, para que o nosso colégio volte a ser um dos exemplos do ensino público no Brasil, então eu sou baderneiro com muito orgulho.

    Ano passado nós nos mobilizamos e isso acabou virando um projeto de lei, mas com certeza, desse ano não passa.

    A Profª Madselva reprime os professores e seus funcionários, humilha os alunos e os deixa sem direito de resposta.

    A censura deveria ter acabado junto com a ditadura militar, mas é incrível como nós ouvimos de nossa “querida diretora” coisas como:”Vocês não podem dar uma palestra sobre democracia.”,”Vocês não podem mudar o método de avaliação”, “Vocês não podem…..(adcione a frase que vc quiser aqui)”.

    Estamos querendo fazer o estadual voltar a ser o Colégio conceituado que era, com professores com mestrados e PHDs(já que mais da metade deles saiu do colégio após a entrada da Profª Madselva.

    O mundo pode não ser esse ideal “democrático” que nós queremos que seja, mas DEVERIA SER, e se não é, NÓS “estudantes secundaristas” temos que lutar para que seja, afinal de contas, não é a própria sociedade que fala que nós somos o futuro da nação?

    Temos 16 anos e podmeos escolhe rnosso presidente, mas não podemos manifestar contra a diretora do nosso colégio? estranha essa democracia brasileira não?

  14. quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 18:25 hs

    O senhor sabe que o vestibular só existe no Brasil ? Quais são os interesses ocultos para manter esse sistema ?

  15. Paulo (Grêmio)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 18:33 hs

    É realmente as “pessoas” não sabem o que falam.

    Não sabem da realidade do Colégio Estadual do Paraná, não sabe o que é Projeto POLITICO Pedagógico e não sabe como ele é aplicado no CEP. Ah! Perdão, pensando melhor, talvez seja melhor que ela (Direção) explique isso, pois até agora só ela sabe onde, quando e como ele é aplicado.

    E creio que os “Secundaristas” do CEP estão se fortalecendo, e que agora ela pode ameaçar chamar policia como ela já fez ( sim ela chamou a policia para mandar presos eu e meus colegas) que nos não vamos nos calar, pois nosso amor por essa instituição é grande, e não vamos deixar que os próximos alunos a entrar no CEP sejam prejudicados por medidas autoritárias. Vamos lutar até o fim e vamos suar a camisa até que nossos direitos tenham o valor que eles merecem ter dentro das paredes desta instituição.

  16. Jonatas (GECEP)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 18:49 hs

    Primeiramente, gostaria de agradecer todos aqueles que elogiaram a carta que eu escrevi.

    Eu gostaria de esclarecer que apesar de ser um tanto estranho para as pessoas que vêem de fora, é muito importante e necessária a diretoria de análise jurídica em um grêmio.

    Eu sou o membro responsável pelo estudo dos Estatutos (Grêmio, APMF e Conselho Escolar), Regimento Escolar, Regulamento Interno, leis relacionadas aos grêmios, ECA,…
    Além disso, possuo a função de coordenar, perante a Diretoria do GECEP, as atividades do Conselho Pró-Democracia do Colégio Estadual do Paraná.

    Estranho é estudar em um colégio que todos estão sendo ameaçados de processo e punições constantemente…

  17. General
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 19:46 hs

    Naõ consigo entender determinadas colocações. Quando se fala que processos políticos devem ficar longe das escolas cometem, no mínimo, uma falta grande em relação ao processo histórico recente. Comportamentos políticos levados à efeito dentro das escolas não precisa ser necessariamente essa levado do dia a dia. Quando os estudantes procuram, no campo do debate, resolver suas demandas estão procurando tão somente a melhoria daquilo que estão vivenciando. E êles sabem o que precisa melhorar. Grandes movimentos na história do país na busca do encaminhamento e discussão de possíveis soluções começaram no movimento estudantil . Umas das últimas, só para ecordar, foi a inciativa que tomou conta do País por ocasião do impeachment do ex-presidente Collor. Lembram dos cara pintadas? Naquele ocasião a maioria do povo acompanhou a manifestação dos estudantes e também sairam às ruas. Onde começou o movimento? Nos Grêmios, nas reuniões pequenas de pequenos grupos em pequenas escolas. Quando tudo se somou o resultado foi que todos vimos. Além do mais quantas lideranças de qualidade vieram do movimento estudantil? Enfi, só que participou de movimentos estudantis sabe com o aquilo, além de gostoso, ajuda a forjar ums enso crítico e visão de cidadania. Deixem a moçada em sua luta pois na hora que precisarem estudar para passar de ano êles saberão que isso também é importante. Democracia já no Cole´gio Estadual do Paraná.

  18. Jéssica (Grêmio)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 21:26 hs

    O engraçado é que a direção geral acha q o grêmio é manipulado por um poder politico ou professores, como ela msm disse para um jornalista hoje..

    Então fica uma pergunta a Pegadoga Maria Madselva Ferreira Feiges : Será que o Colégio q a senhora dirigi não tem capacidade de construir pessoas criticas? ou só pessoas alienadas aos seus mandos e desmandos?

  19. Léo
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 21:47 hs

    ABAIXO A DITADURA REQUIÃO E DE SEUS ASSECLAS!

  20. quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 21:48 hs

    Nobres participantes das politicas e pedagógicas idéias, quero levar ao conhecimento destes ilustres donos da verdade,pois, cada qual tem a sua, comunicar que o atual sr. governador foi aluno deste honrado colégio, assim como, o sr. Jeime e muitos outros nomes conhecidos da população curitibana, eu acredito que tal sra. ditadora foi colega de escola do Duce,pois, ele que “lutou tanto” pela democratização no ensino público está se vingando do que não conseguiu em tempos passados, desta feita manda sua ilustre “democrata” praticar a sua ditadura no CEP.
    Colegas de Blog, esta sra. somente sairá em 2010 quando mandaremos toda a família , amigos, apadrinhados, partícipes e coisa e tal para fora deste estado ,porque,2010 está aí,lembrem-se deste momento ,vocês estudantes ou não tem que lembrar destes feitos do Duce , então dizer a todos, nem pra guardião de rua….

  21. Leonardo (Grêmio)
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 22:40 hs

    Lembro que tinha uma certa antipatia pelo Colégio Estadual do Paraná quando entrei lá no ano de dois mil e sete…….mas aos poucos como uma coisa automática, fui despertando um amor profundo e verdadeiro por esta instituição (apesar de todos os problemas).
    O CEP como todos sabem é um dos, ou o colégio público mais tradicional do estado do Paraná, e é uma pena que tenha que passar por esta experiência no mínimo desagradável (nas mãos da prof.ª Madselva).
    Agora MAIS MA VEZ nós alunos, professores, funcionários, pais, e outras pessoas, estamos mobilizados na luta a favor do CEP. Alguns professores e funcionários não declaram abertamente sua opinião por medo, mas tenho certeza de que estão nos apoiando de coração.

    Uma luta que também se resume em AMOR E JUSTIÇA!

    Quero dizer a todos que EU NÃO VOU DESISTIR DESTA LUTA, VOU ATÉ O FIM……vou até o fim, pois acredito nos meus ideais……e tenho certeza de que MUITAS outras pessoas estão dispostas a seguir com a luta em defesa do CEP!

  22. Estudante do CEP
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 23:07 hs

    Na realidade será que a população sabe o que o Grêmio está reivindicando? O Grêmio está defendendo neste momento não é eleição para Diretor do CEP. Defende o “direito de chegar ATRASADO no Colégio”, ou seja, poder entrar em sala de aula na segunda aula… Neste caso quem é antidemocrático,o Grêmio ou a Diretora? Um Grêmio que reivindica o “DIREITO DE CHEGAR ATRASADO PODE SER RESPEITADO NAS SUAS POSTULAÇÕES DEMOCRÁTICAS?”” Acorda defensores de direitos de não cumprimento das regras da escola… leiam a legislação para não falarem coisas incorretas . Ah! . É hora de perguntar ao Grêmio porque não defendem um projeto político de educação comprometido com a aprendizagem de qualidade de todos os alunos? Acorda!!! O estudante deve estar preparado para enfrentar o mundo, precisa do conhecimento que a escola deve transmitir…. Portanto, cumprir as regras da escola ´”é OBRIGAÇÃO, é´DEVER do aluno matriculado na instituição.” Estudem.. honrem a escola pública que é mantida por toda a população , inclusive por aqueles que não puderam matricular seus filhos no CEP!!!

  23. O Povo
    quinta-feira, 21 de agosto de 2008 – 23:23 hs

    A Secretaria de Educação tem que urgentemente botar um freio na Ditadora, digo, Diretora do Colégio Estadual do Paraná, que seja agendada uma reunião entre alunos, pais de alunos, Ministério Público (Infância e Adolecentes), Professores afetados e Membros do Conselho Estadual de Educação, o caso tem que ser definido imediatamente e a SEED cabe este papel de auxiliar em um bom termo de ajuste!

  24. Jessica (grêmio)
    sexta-feira, 22 de agosto de 2008 – 8:52 hs

    Ao estudante do cep…

    Nós não estamos lutando pelo direito de chegar atrasados, estamos lutando pelo direito de ter acesso ao conhecimento, relamente quem não anda informado meu caro é você.
    Segundo o artigo 54;paragrafo 2 do ECA

    ” O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público ou sua oferta irregular importa responsabilidade da autoridade competente”

    ou seja eu chego atrasada 1 minuto para a primeira aula e não é permitida a minha entrada para as outras 5 aulas, e se o colégio esta disponiblizando essas aulas ,as não me permite ter acesso concerteza isso é uma oferta irregular.

  25. João
    sexta-feira, 22 de agosto de 2008 – 18:34 hs

    Agora entendi.

    Os estudantes querem reformar as normas administrativas do colégio, mas estão combatendo na trincheira errada. Em vez de propor de forma serena as alterações necessárias, brigam com a Direção do Colégio que, aparentemente, nada faz além de cumprir as normas regimentais.

  26. Gabriel(GECEP)
    sexta-feira, 22 de agosto de 2008 – 18:51 hs

    Se isso resolvesse não precisaria, sempre presamos pelo diálogo com a Direção coisa q ela sempre não quis ter.

    ”Em vez de propor de forma serena as alterações necessárias, brigam com a Direção do Colégio que, aparentemente, nada faz além de cumprir as normas regimentais.”

    Impostas pelo nepotista numero 1 roberto reiquião.

  27. sexta-feira, 22 de agosto de 2008 – 19:57 hs

    Não existe “forma serena” com a Diretora Madselva, pois ela não acata opinião de professores e alunos. As normas regimentais sequer foram elaboradas em conjunto com a comunidade escolar, como determina a lei de Diretrizes e Bases da Educação.

  28. Moreira e Madselva
    sexta-feira, 22 de agosto de 2008 – 19:58 hs

    O que tem a ver o Moreira com a Madselva e a crise no Colégio Estadual do Paraná (CEP)? O Moreira era reitor da UFPR, enquanto a Madselva era professora do curso de Pedagogia da mesma universidade. Já em novembro do ano passado o ex-reitor poderia ter resolvido totalmente a crise que se instalava no Colégio Estadual do Paraná por causa da diretora Madselva. Como? Muito simples, bastava o Moreira ter solicitado ao governador o retorno da Madselva para a universidade. Ele poderia muito bem ter contornado o problema causado pela direção da Madselva. Por falar em governador certamente ele não consegue compreender porque a campanha do Moreira não decola em Curitiba. Fácil de entender. O Moreira não vai receber votos da comunidade escolar do Colégio Estadual do Paraná. Vejamos porque, vamos às contas: o CEP tem aproximadamente 5 mil alunos, contando os pais desses alunos o número pode chegar à 15 mil pessoas, mais irmãos e amigos com idade para votar o número aumenta consideravelmente. Ou seja, são milhares de votos que poderiam ir para o Moreira desde que o CEP fosse melhor dirigido. Com certeza esses milhares de votos vão para o Beto Richa ou para outros candidatos. Moreira também não vai receber os votos dos professores, funcionários e familiares do CEP. Milhares de ex-alunos, ex-professores e ex-funcionários também não votarão no Moreira porque Curitiba inteira sabe a respeito da crise pela qual o CEP está passando. Afinal Moreira lembra Madselva. Madselva lembra a destruição do maior colégio do Paraná. Avisado o Moreira foi. Demonstrou que não foi capaz de resolver a situação do CEP, de sua professora da universidade e de milhares de alunos, professores e funcionários do Colégio Estadual do Paraná. Na propaganda política do Moreira ele se propõe a melhorar o que é preciso. Por que ele não assume resolver a crise instalada no CEP? Os candidatos à prefeito deveriam saber da importância do Colégio Estadual do Paraná no cenário político em Curitiba. O CEP bem como todos os demais estabelecimentos de ensino têm importância porque formam o futuro cidadão. A capacidade crítica dos alunos do CEP está sendo subestimada pelo governo e pelo PMDB. Melhor assim: o cidadão curitibano saberá em que votar nas próximas eleições para prefeito e para governador.

  29. Estudante do CEP
    sábado, 23 de agosto de 2008 – 0:27 hs

    Sabe o que me aborrece nessa conversa : é ficarem fando do CEP como se os filhos de políticos estudassem lá. O CEP onde eu estudo está cheio de filhos de trabalhadores , alguns inclusive desempregados.Eu estudo no CEP, porque quero ter aulas de qualidade e alguns professores meus são bons, outros nem tanto, mas eu tento cumprir minha tarefa. Por que vocês do Grêmio não publicam as faltas e atrasos às aulas de todos da diretoria? Assim demonstrariam que não estâo lutando por causa própria… Ou será que o papel do Grêmio é defender a mudança da lei para atender aluno que chega atrasado? Acho ainda que vocês realmente não comparecem à aula, porque não sabem distinguir direitos de deveres, autoridade de autoritarismo, democracia de democratismo, educação como responsabilidade social de educação como interesse individual…Bem cada um com a cabeça que tem… Nas aulas de sociologia tenho aprendido a perguntar que sociedade queremos , como também passei a entender que tenho responsabilidade nessa construção …

  30. Colégio Estadual
    sábado, 23 de agosto de 2008 – 5:28 hs

    Seja bem-vinda ao debate, professora Silmara!

  31. Companheiro Che
    sábado, 23 de agosto de 2008 – 10:59 hs

    Não, não, não… Não é a Profª Silmara… é o próprio Augusto Comte psicografado: “el orden y el progreso, compañeros”. Hasta la victoria siempre!

  32. LUAN
    quarta-feira, 27 de agosto de 2008 – 13:41 hs

    Esqueçe a MADSELVA..
    Eu quero é DIRETAS JÁÁ…!!!

    Tendo diretas ja´ela some automaticamente..=D

  33. sábado, 8 de maio de 2010 – 16:57 hs

    Madselva???
    Já foi tarde!!!
    O o mal não prevalece…
    Homenagens aos meus alunos, aguerridos e com senso crítico.

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