No Bairro Novo, 1.200 mães sem creche | Fábio Campana

No Bairro Novo, 1.200 mães sem creche

Um levantamento da Associação de Moradores Vila Vitória junto ao Conselho Tutelar do Bairro Novo aponta que só neste ano, aproximadamente, 1,2 mil mães procuraram vagas em creches e não encontraram.

As informações são da tesoureira da instituição Inês Bordari. Para a candidata à Prefeitura de Curitiba Gleisi Hoffmann, a situação é reflexo da falta de prioridade da prefeitura com as pessoas da cidade. “Nós vamos criar vagas para todas as crianças através de parcerias e também dobrando o repasse per capita para os convênios e creches comunitárias”, disse Gleisi.

A candidata também afirmou que vai construir novos espaços e ampliar a capacidade de outros.
“Vamos investir também na adequação das creches comunitárias ao Fundeb. Com isto teremos como colaborar com obras de ampliação de vagas nas creches comunitárias”, complementa.

Segundo o Ministério Público, faltam 45 mil vagas nas creches hoje, sem considerar o crescimento anual da natalidade. A Regional Bairro Novo tem uma população de 137.692 e é composta pelos bairros Ganchinho, Sítio Cercado e Umbará. Esta região, segundo dados do IBGE, é uma das áreas com maior crescimento populacional (11,61%) da cidade.

“Uma região que cresce nesta proporção precisa de uma atenção especial do poder público. Não podemos só planejar obras estruturais temos que pensar no desenvolvimento das pessoas. Temos que apoiar as pessoas a se organizarem, a descobrir suas potencialidades e melhorar a qualidade de vida”, argumenta Gleisi.


4 comentários

  1. Donizete
    quinta-feira, 24 de julho de 2008 – 0:36 hs

    E aquela grana que o gafanhotão do Ratinho usava para pagar funcionários da rádio e que vinham do povo, já que eram doo gabinete de Brasília? Conta pro povo Gleisi. A “militância” do PT concorda?

  2. Arlete
    quinta-feira, 24 de julho de 2008 – 7:09 hs

    É claro que a militância não concorda, assim como não concorda com a sogra do Ezequias Moreira, dona Verônica Durau, que era funcionária fantasma do Beto Richa na Assembléia Legislativa e permaneceu por lá, dando dinheiro para o genro, quando este e o Betinho do Batel já estavam na prefeitura. O PT também não concorda com o nepotismo do Betinho, com a mulher e o irmão em cargo de primeiro escalão. Macaco, olha o teu rabo antes de apontar o dedo pros outros. Tamô de olho em você, malandro!!!!

  3. Cucafresca
    quinta-feira, 24 de julho de 2008 – 12:10 hs

    Então tá. São 1,2 mil mães que não trabalham e podem muito bem ficar em casa cuidando dos seus bebes, ou são 1,2 mil mães que trabalham o dia inteiro e precisam de um lugar seguro pros filhos enquanto ralam? Acho que a prefeitura tem um pouco de bom senso e faz uma seleção dos que realmente precisam e das que só querem deixar o filho pra alguém.

  4. Povo
    quinta-feira, 24 de julho de 2008 – 14:27 hs

    Caro Donizete

    Falar em Gafanhotão do Ratinho??
    Qtos são os do Beto? Fora o Ezequias e sua sogra, lógico!
    Beto Richa nem sabe o que é creche. Apenas Santa Maria, Clube Curitibano, etc

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