Andrielly Vogue convoca o pessoal do armário | Fábio Campana

Andrielly Vogue convoca o pessoal do armário

Foto: Carlos Ruggi.

A travesti Andrielly Vogue acredita que se elege vereadora se a rapaziada de seu balé que não sai do armário votar nela.

O voto é secreto, lembra Andrielly. Tão secreto quanto a identidade sexual do eleitorado que ela quer conquistar.

Em tempo: o número da Andrielly é 13024.


5 comentários

  1. Olho Vivo
    segunda-feira, 7 de julho de 2008 – 11:38 hs

    Seria interessante publicar um resumo do currículo do candidato(a), para que a sociedade possa analisar a formação e, na eventualidade de ser eleito(a), qual a real contribuição dará aos curitibanos.

    Afinal, os políticos estão em débito com a população. E uma escolha bem feita é fundamental. Não dá para brincar de esconde-esconde no armário, ou fora dele. O candidato(a) precisa ter currículo e competência, não é mesmo?

  2. Lindsley
    segunda-feira, 7 de julho de 2008 – 20:53 hs

    Caráter não tem sexo.

  3. "Seo" José
    terça-feira, 8 de julho de 2008 – 9:26 hs

    Bem apropriada a escolha….PT…. Partido dos Travecos

  4. canditada andrielly
    terça-feira, 8 de julho de 2008 – 19:40 hs

    Pela primeira vez na história política de Curitiba, um travesti toma a iniciativa de lançar seu nome para concorrer a uma das vagas da Câmara de Vereadores.

    É José Adriano Elias, nascido em Paranaguá e residente em Curitiba desde 2001, que adota o nome vulnerável de ANDRIELLY VOGUE.

    A travesti é filiada ao PT e aguarda ansiosa as decisões do partido para começar a campanha pra valer. Tanto assim que já tem uma série de propostas relacionadas a Direitos Humanos e Sociais, incluindo a luta contra o racismo e valorização da diversidade.

    Uma das propostas diz respeito à criação de uma Secretaria Municipal com atendimento exclusivo, para os casos de racismo e preconceito de todas as classes estigmatizadas tidas como minorias. Consideram-se minorias os negros, deficientes, portadores do vírus HIV e DST, ciganos, índios, GLBT e outras pessoas que sofrem com a discriminação social.

    Andrielly já sentiu na pele o que é ser discriminada e não ter para quem apelar. “Quando são evidenciados casos de racismo ou preconceito, as medidas não passam de Boletim de Ocorrência ou termos circunstanciados sem resposta”, diz a travesti.

    Embora portadora de uma série de certificados (Direitos Humanos, DST, AIDS e outros) – dois emitidos pela Câmara Municipal e um emitido Secretaria Especial de Direitos Humanos – quando quer trabalhar, as portas estão sempre fechadas para Andrielly. Esse é um dos motivos que a leva a buscar espaço na Câmara.

    Andrielly quer mudar o quadro de discriminação das minorias na sociedade. Esse é o objetivo maior da sua luta. LUTAR PELA INCLUSÃO SOCIAL.

    contados- andrielly.vogue@yahoo.com.br
    8422-3488 ou 84511124

  5. Cleverson
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 9:34 hs

    Olha, acho que a coisa ta feia, hoje ouvi esta, esta…, esta pessoa na Band News, fazendo um comentário sobre o acontecimento do câncer de mâma, episódio ocorrido com Requião. Olha, meu Deus!!!
    Acho que pior que retrucar é retrucar, sem propriedade de linguagem, “Pobrema” e outros “bres” acoplado em várias outras palavras, me deixaram a refletir, que pior que ser politico fofoqueiro e ser politico fofoqueiro, “BURRO” puts por que isso acontece nesse meu Brasil ???
    Quero registrar que não sou partidário de nenhuma das partes!!!

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