Índios querem 33 veículos para sair da Funasa | Fábio Campana

Índios querem 33 veículos para sair da Funasa

Índios voltaram a ocupar o prédio da Funasa no centro de Curitiba. Afirmaram ao repórter Tiago Silva, da Banda B, que as promessas de liberação de veículos e de recursos para as aldeias não foi cumprido.

Os veículos são para o atendimento médico. Os índios querem 33 veículos. “A frota de atendimento está sucateada”, diz o cacique guarani Marcos Lourenço, da tribo de Laranjinha.

O diretor da Funasa — Fundação Nacional de Saúde — no Estado, Vinícius Reali Paraná, disse ter conversado com a direção nacional e que a instituição estaria aberta ao diálogo com os índios. Mas estes querem mais que o diálogo, querem soluções concretas para problemas que, segundo o cacique lourenço, vem sendo empurrados com a barriga.

Hoje, de madrugada, houve acidente com o carro que trazia índios do interior para participar da ocupação. Seis deles ficaram feridos.


4 comentários

  1. Jose Carlos
    segunda-feira, 9 de junho de 2008 – 12:47 hs

    É o desrespeito à lei e ao princípio da autoridade incentivado pelo governo do arquiduque de Mello e Silva e seus roceiros. Vale tudo para conseguir o que se quer, com a garantia da impunidade e do salvo-conduto provincial. É a roça paranaense, seus jecas e indígenas comemorando as festas caipiras, que são a marca da progressista província do Paraná… Ói a cobra, ói a chuva, jecarada…

  2. Pede que dão
    segunda-feira, 9 de junho de 2008 – 14:04 hs

    Os índios poderiam invadir a Receita Federal em Foz do Iguaçu e ganhar os carros presos por lá. Tem mais de 5 mil e é só escolher o modelo. Vai lá cacique e leva o seu também.

  3. Paulo Duarte Ribas
    segunda-feira, 9 de junho de 2008 – 15:57 hs

    Como assim, “querem”? Tropa de choque neles

  4. Observador
    segunda-feira, 9 de junho de 2008 – 23:48 hs

    Este Zé Carlos não para de desfilar seus preconceitos contra o povo do Paraná. É o fascista de plantão visitando este Blog.
    Vai lá na Funasa amanhã dizer o que você pensa dos pobres indios e do direito que eles tem de se manifestar por assistência médica e transporte para seus doentes. Quem sabe eles tenham a paciência que eu não tenho mais, para ler suas “brilhantes” ponderações…

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