Tudo bem, dizem as almas parvas | Fábio Campana

Tudo bem, dizem as almas parvas

Terror impede o funcionamento normal da escola estadual Alberto Krause, de Almirante Tamandaré, na fronteira com Curitiba. Ali, no Tanguá. Entre o Morro da Formiga e os condomínios fechadíssimos que margeiam o Parque Tingui.

A repórter Franci Colpani, da rádio Banda B, foi lá e viu o medo que professores, pais e alunos têm de uma quadrilha que diariamente invade o colégio, agride quem estiver pela frente e faz o seu comércio de drogas. Entre eles, os indicados como assassinos da estudante Carol Caron, que teve o corpo queimado.

Não adianta chamar a polícia. Tudo bem, dizem as almas parvas palacianas.


Um comentário

  1. CLOVIS PENA
    sexta-feira, 30 de maio de 2008 – 10:53 hs

    Circulando pelo centro de São Paulo, incluindo comércio e diversas estações de metrô, percebi um bom controle na situação da segurança com raros desocupados perambulando e nenhum assédio ao transeunte. Os becos e praças não mostram a presença de desocupados e consumidores de drogas. Lá como aqui existem problemas imensos. Mas São Paulo é muito maior e mais complexa do que Curitiba e percebe-se um controle maior da situação. A sensação de medo a que me refiro é esta, em que marginais fazem da escola o alvo do desacato aos responsáveis pela ordem pública. É bom dar uma olhada em São Paulo. Em vez de mocós, tem cursos profissionalizantes em baixo de alguns viadutos.

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