Requião controla convenção do PMDB | Fábio Campana

Requião controla convenção do PMDB

A moçada que ainda tenta virar o jogo na convenção do PMDB para substituir Carlos Moreira, o candidato de Requião a prefeito de Curitiba, esbarram em grave dificuldade.

Feito o levantamento, perceberam que a absoluta maioria dos delegados á convenção são funcionários comissionados. Quem não é DAS do palácio Iguaçu tem cargo em comissão da Secretaria da Saúde ou da Secretaria de Educação.

Ou seja, para mudar o candidato será preciso mudar a cabeça do governador.


3 comentários

  1. miguel machado
    segunda-feira, 26 de maio de 2008 – 17:39 hs

    Pena para o PMDB. Com Moreira nao faz nem quarto lugar… É uma pena visto que é o partido do governador do estado e o maior partido do Paraná.

  2. kakunbang
    segunda-feira, 26 de maio de 2008 – 18:26 hs

    Tomara que se passar pela cabeça do Govenador mudanças ele de a oportunidade para o Greca e não para esses Boyzinhos filhos de papai que não tem compromisso com o PMDB e muito menos com Curitiba.

  3. CLOVIS PENA
    terça-feira, 27 de maio de 2008 – 6:53 hs

    LIMITES NECESSÁRIOS
    Uma situação inusitada é a sensação de perplexidade dos eleitores, quando perceberam que Bush estava reeleito. Um mandato a mais para Bush estava sendo absorvido mais como uma penitência do que como um desejo.
    Este preço altíssimo, da vitória eleitoral sob o mote de uma guerra fabricada, pode ser lido na expressão de arrependimento de muitos. No Brasil, o clima de satisfação, influiu nas últimas eleições para os governos dos estados. Aqui foi a influência de um clientelismo, com benefícios aos majoritários mais pobres e discriminados, em raro período de conjuntura internacional favorável. O que parece é que só agora estamos entendendo, que por melhor que tenha sido o desempenho, o limite de dois mandatos é uma necessidade. Uma precaução salutar, para evitar que o poder sobreponha interesses de familiares e de membros de partidos aos das instituições.
    Um terceiro mandato pode levar a uma desagradável situação como esta, em que um Juiz Federal comenta sua preocupação com “o obscurantismo que ocorre quando se apaga a fronteira entre o privado e o público”.

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