Marlise quer marchar | Fábio Campana

Marlise quer marchar

A socióloga Marlise Mota lembra quem foi a grande derrotada na proibição da Marcha da Maconha: a liberdade. Não a de usar drogas, mas a de se manifestar.

Em tempo: Marlise esclarece que não usa maconha nem outra droga. Mas adora a liberdade de expressão.


4 comentários

  1. João Melon
    quinta-feira, 8 de maio de 2008 – 10:42 hs

    Matou a pau a socióloga. Só os cínicos podem acreditar que proibir uma marcha vai acabar com o consumo de maconha.

    Porque não proibem a venda de bebidas alcólicas, de cigarro, de remédios sem receita e outras tantas drogas que a gente vê por aí?

  2. Abadia
    quinta-feira, 8 de maio de 2008 – 10:58 hs

    Nada como ser politicamente correto e se valer de conceitos agradáveis para falar asneiras. Tem um detalhe que escapa à socióloga: portar, vender e usar maconha são crimes. Nada mudou quanto a isso. Assim, por que ela não defende a liberdade de expressão e o direito à intimidade para a pedofilia no orkut? Uma marcha pelo direito de livre expressão dos pedófilos!

  3. Paulo Duarte Ribas
    quinta-feira, 8 de maio de 2008 – 18:38 hs

    Não seja IDIOTA, “Abadia”. Quem usa maconha faz mal, no máximo, a si mesmo. Já pedófilo faz mal a outra pessoa. Mas deve ser difícil, para uma CAVALGADURA como você, enteder uma coisa dessas.

  4. Tityrus
    quinta-feira, 8 de maio de 2008 – 20:14 hs

    Por meio dessa decisão, foi cerceado o direito à marcha, à manifestação, e não ao consumo da droga. O fundamento? Que os manifestantes faziam apologia ao uso de maconha. Então quem luta pela descriminalização do aborto faz apologia à interrupção da gravidez? Não. Defender a mudança de uma lei não é crime. Não na democracia. A socióloga está certa, há que se defender a liberdade de expressão. É o pouco que nos resta.

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