Um relatório pouco esclarecedor | Fábio Campana

Um relatório pouco esclarecedor

Hoje, pela manhã, o secretário da Fazenda, Heron Arzua, e seu suplente, Nestor Bueno, foram à Assembléia para prestar contas de 2007, segundo manda a Constituição.

O interesse dos deputados foi pouco. Apenas quinze simultaneamente estiveram no plenário para argüir o expositor, que não foi Heron, mas foi Bueno. Para aumentar a platéia, foram também o secretário Ênio Verri, do Planejamento, e o procurador Geral do Estado, Carlos Marés.

Bueno respondeu a todas as perguntas de maneira educada porém evasiva. Inclusive à questão levantada pelo deputado Ney Leprevost, que quer saber se o governo está preparado para cumprir a emenda constitucional 29, aprovada e ontem regulamentada pelo Senado, que exclui dos 12% da receita que obrigatoriamente o governo deve gastar em Saúde, as despesas com previdência, pensões, saneamento e outras que o governo gosta de incluir nesses gastos.


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