O mito e o mico | Fábio Campana

O mito e o mico

Rogério Distéfano publicou em seu Maxblog, ontem, este comentário sobre o prêmio anunciado por Eduardo requião como consagrador de sua administração no porto de Paranaguá. Resume, com maestria, o episódio e o próprio governo Requião.

O Prêmio Convec para a Administração dos Portos é daqueles que os minúsculos empresários adoram: diploma bonito, para colar na parede; divulgação na revista colorida e cheia de erros gramaticais, produzida pela empresa que outorga o prêmio – fotos dos premiados com ternos esquisitos, das esposas gordas com roupas esquisitas, daquelas de pano brilhante e estampado. Esses prêmios dão os diplomas de “consagração pública” que a gente vê em escritórios de contabilidade, imobiliárias – sempre na sala do dono. Prêmios comprados por empresinhas que ainda têm na placa da fachada e no papel de carta impresso, bem grande, letras capitais: “sede própria”. Melhor que isso só o título de comendador que os donos das empresas consagradas e premiadas adoram comprar.


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