O perfeito candidato | Fábio Campana

O perfeito candidato

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Requião é a melhor expressão das insanáveis contradições e vícios do PMDB. Ele é, ao mesmo tempo, a voz de Orestes Quércia e a esperança da esquerda funcionária; o discurso moralista e o nepotismo sem fim; a mordomia do Canguiri e a Carta de Puebla, a promessa de democracia e a prática autoritária.

Requião é a um só tempo Chávez, Geraldo Alckmin, Lula, Chávez, Requião é todos e qualquer um dependendo da circunstância. Ora, pois, não seria Requião a candidatura perfeita para representar o PMDB no jogo da República em seus meneios e maneios para negociar futuros cargos, benesses, prebendas e a felicidade dos agregados?


2 comentários

  1. jango
    quinta-feira, 27 de março de 2008 – 10:41 hs

    O perfeito candidato do atraso, do retrocesso, das velhas práticas, do oportunismo, da demagogia, do nepotismo, dos comissionados, dos pelegos de toda espécie, das promessas não cumpridas, do uso do Estado como máquina pessoal e familiar de autopromoção e benesses – um bruto candidato bolivariano !

  2. Abadia
    quinta-feira, 27 de março de 2008 – 16:17 hs

    A conclusão é evidente: se RR é todos os outros, ele mesmo não é ninguém.

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