Lápis, 30 anos esta noite | Fábio Campana

Lápis, 30 anos esta noite

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Hoje, no Guairinha, tributo ao Lápis, Palminor Rodrigues Ferreira, que morreu em 11 de fevereiro de 1978, com apenas 36 anos. Foi o maior dos compositores populares que tivemos. Diz o Waltel Branco que o Lápis inventou a bossa-nova em composições como “Vestido branco”. A verdade é que Lápis e todo o seu talento permaneceram asilados na província. Poucas vezes foi gravado por intérpretes como Eliana Pittmann (Silêncio) e os Originais do Samba (Paticumbá). Aqui, sua música foi interpretados pelo Bitten IV, Paulo Vítola (parceiro), e outros resistentes da MPB nesta área do planeta.

No show de hoje, Jazomar Rocha, no violão, cavaquinho e voz; Rubem Rolim para cantar “Estranha saudade”, música de sua parceira com Lápis; Galdino Junior, Marlus Coelho, Priscila Rocha, Eliane Bastos e Antonio Eugênio Ferraz (o “Pelicano”) para as canções de Lápis e parceiros como Paulo Vítola, José Carlos Miceli e Kaká Buono. Mais os músicos Rubens Holzmann (violão/guitarra), Nelson Damiani (faluta/saxofones), Jeff Sabbag (piano), Jonas Cella (contrabaixo), João Charmak (bateria), Luciana Sicupira (surdo) e Fernando Loko (pandeiro/percussão). Os arranjos são Rubens Holzmann e Jazomar Rocha.

Hoje, somente hoje, no Guairinha, às 20h, com ingressos a R$ 10,00.


Um comentário

  1. Tarso de Castro
    quarta-feira, 8 de julho de 2009 – 13:27 hs

    Como diz a canção Festa Imodesta: “Viva aquele que se presta a esta ocupação/ salve o compositor popular”. Viva o Lápis que se foi, viva o Vítola que ainda anda por aí.

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