Cartão corporativo, a farra no Paraná | Fábio Campana

Cartão corporativo, a farra no Paraná

Em seis anos, o governo de Requião quadruplicou o número de cartões corporativos, conta o repórter Dimitri do Valle, em matéria publicada hoje na Folha de São Paulo (artigo disponível apenas para assinantes). A seguir, trecho da matéria:

“O número de cartões corporativos no governo do Paraná quadruplicou num período de seis anos. Criado em 2001, o cartão foi emitido inicialmente para cerca de 3.000 servidores, mas o cadastro oficial da Secretaria de Estado da Administração aponta que hoje 11.800 funcionários têm acesso ao cartão corporativo.

O efetivo corresponde a 10% do quadro de servidores estaduais do Paraná. A proliferação do cartão corporativo desperta debates no Estado há quase dois anos. A oposição ao governo de Roberto Requião (PMDB) tenta saber desde 2006 quais os tipos de gastos que são feitos com os cartões corporativos. A resposta veio no final do ano passado na forma de uma lista com a relação de nomes dos servidores autorizados a usá-lo.

Em levantamento paralelo feito pela bancada oposicionista, constatou-se que, entre janeiro e setembro do ano passado, os gastos com o cartão alcançaram R$ 18,8 milhões. Segundo o TCE (Tribunal de Contas do Estado), as fiscalizações feitas até o momento não encontraram irregularidades no uso dos cartões.”


8 comentários

  1. Gikka Gulosa
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 18:56 hs

    Fabiiiiiiiinho, se p;egarem o cartão corporativo do Jacir Bergman, meu Deus!, vai ser uma loucuuuuuuuura! Os restaurantes chiques, as bebidas finas, as compras em lojas de luxo, as viagens internacionais do Duce…

  2. carlos moraes
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 19:23 hs

    A Maristela tem cartão corporativo? O sobrinho João Arruda tem? a parentada toda tem cartão corporativo? E o idiota da família, o caçula, como você diz, tem cartão corporativo?
    Ora, Fábio, você sabe que todos tem e gastam a valer o do caixa público. Nessa farra, nem é preciso caixa dois.

  3. Edson machado
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 19:26 hs

    Aposto que até o proletário, o último cavalo do Requião, tem cartão corporativo.

  4. Mário Patruni
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 19:27 hs

    Será que o pissetti não andou gastando no paraguai com o cartão corporativo do governo?

  5. polaco triste
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 19:32 hs

    Dá vontade de parar de pagar imposto, taxa, emolumentos, contribuições, só de pensar o quanto o Requião, o Pissetti, o Benedito Pires e o Rafael Iatauro torram do nosso dinheiro.

  6. Bruce
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 21:01 hs

    Seria interessante levantar os gastos do Sr. Jacob, presidente da Sanepar, com o tal cartão. Bem como o de certos diretores da Cia de Saneamento…

  7. João
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 21:21 hs

    Droga! Eu trabalho pro Estado e não tenho um cartão corporativo. Eu sou um trouxa, mesmo!

  8. jango
    domingo, 10 de fevereiro de 2008 – 23:30 hs

    O Tribunal de Contas quando quer acha e quando não quer não acha. Se são 11.300 os “corporativados” dá mais de 1.000 reais por cabeça. Ora, a grande massa de funcionários é que não estoura a conta. Então, o que resta concluir que o TCE não concluiu até o momento ?

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