O DIA DO REQUIÃO | Fábio Campana

O DIA DO REQUIÃO

Hoje, véspera do Natal, Requião reforçou a recomendação para não deixar nenhum funcionário flanando, à vontade, pois continua irritado com a recusa de funcionários de aceitar as férias coletivas que pretendia impor na marra.


19 comentários

  1. jango
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 9:13 hs

    Quem fez pacto com o demonio, fica possesso às vésperas do Natal.

  2. Nadal
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 9:46 hs

    E o governador? Está no palácio, despachando? Os Secretários, estão nas respectivas Secretarias? Os Comissionados estão trabalhando também?

  3. álvaro
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 9:46 hs

    Bem feito, quem mandou votar no “homem”??

  4. junior zarur
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 12:40 hs

    Eu não sei qual dos três acima é o mais idiota, primeiro: sou comissionado e estou trabalhando, antes de criticar, passe nas secretarias e verifique, segundo: quem não gostaria de ter férias coletivas entre o natal e o começo do ano, isso acontece nos últimos cinco anos do governo e funcionário nenhum reclamou, pelo contrário, todos se programavam e tiravam suas férias com suas famílias. Acho que as pessoas deveriam avaliar a situação, pergunte ao funcionário qual a sua preferência, somente criticar é fácil…

  5. álvaro
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 15:02 hs

    Então porque entraram na justiça contra as férias coletivas seu “boca de burro “?

  6. junior zarur
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 15:13 hs

    Pra falar comigo, primeiro diga seu nome e email, não seja covarde se escondendo atrás do anonimato.

  7. álvaro
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 15:47 hs

    juninho, vc. está trabalhando mesmo ou só enrolando na internet? olha que eu vou contar pro Requeijão que vc. não esta fazendo nada.
    Ooo carguinho comissionado de “mierda”!

  8. Rodrigo
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:00 hs

    O tal do Júnior tá trabalhando ou faz como a maioria dos comissionados, quando não está passeando por aí, está navegando na internet para passar o tempo?
    Vc vir aqui emitir sua opinião pessoal não tem nada a ver com o seu serviço.
    Acho que vc está dando um mau exemplo ao utilizar o computador do serviço público para fins pessoais.
    Aliás, já passou da hora de acabar com esse monte de cargos comissionados no Brasil. Só servem para abrigar os apaniguados, puxa-sacos, cabo eleitorais, etc. Gente que só tem compromisso com o chefe e não com o ente público para o qual trabalha.

  9. José Carlos
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:10 hs

    Utilizar-se de recursos públicos para fianlidades pessoais é um ilícito administrativo. A internet no serviço público é para finalidades administrativas não para bisbilhotices particulares…

  10. José Carlos
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:10 hs

    Utilizar-se de recursos públicos para finalidades pessoais é um ilícito administrativo. A internet no serviço público é para finalidades administrativas não para bisbilhotices particulares…

  11. junior zarur
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:18 hs

    vc ja ouviu falar em black berry´mané ?

  12. José Carlos
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:22 hs

    Como é que um comissionado pé-de-chinelo pode ter um blackberry? Ou é oficial ou sei lá…

  13. José Carlos
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:27 hs

    E mais: desperdiçar tempo no horário de expediente com assuntos pessoais também é ilicito. Devem ser descontados dos vencimentos os minutos gastos com inutilidades públicas.

  14. álvaro
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 17:32 hs

    Cargo comissionado tinha que acabar, pois tira a chance de quem tem capacidade de trabalhar, são uns “baba ovo”

  15. jango
    segunda-feira, 24 de dezembro de 2007 – 18:17 hs

    Junior Zarur: se voce é comissionado e está trabalhando não faz mais do que a obrigação, até porque é o povo do Paraná (inclusive nós que você chama de idiotas) que paga o teu salário. O tratamento dado pelo (des)governador do Estado é que está equivocado. Que pelo menos no Natal ele fizesse imperar os valores da Paz, da Harmonia e da Felicidade que todos os funcionários merecem. Mas, como dissemos antes quem fez pacto com o capeta fica possesso nesta época e daí ficamos nós, em vez que nos congratularmos, falando impropriedades. Feliz Natal a todos !

  16. João Melon
    terça-feira, 25 de dezembro de 2007 – 10:23 hs

    O Zarur tem razão, quem mandou uns manés dos sindicatos quererem dar uma de gostoso? Pelo que sei, nem assembléia foi feita para saber se os servidores queriam entrar com a ação ou curtir as férias com a família.
    Aliás, estes sindicatos são maravilhosos… maravilhosos para os dirigentes, que se tornaram presidentes permanentes…

  17. Rodrigo
    terça-feira, 25 de dezembro de 2007 – 15:10 hs

    Acho que não é João Melon é João Laranjon.
    E essa de que “Não-sei-quem tem razão”, a gente sabe bem´de quem é esse slogan idiota.
    Mais um CC lambe-botas cheias de estrume de cavalo.

  18. Melon, o Bom
    terça-feira, 25 de dezembro de 2007 – 15:51 hs

    Tou achando que este tal de Rodrigo é uma das viúvas do Lerner que esperava voltar nas tetas do barbudo Osmar. Se o estado estivesse na mão desta cambada, estaríamos de fato na merda, mas como as coisas estão boas, cada um pensa que sabe alguma merda para botar o bedelho.

  19. silva sáurio
    terça-feira, 25 de dezembro de 2007 – 20:39 hs

    Sr. João Melon: consultar pra que se o Sr. RR estava é descumprindo a lei PR 6.174/70 (art. 140, parágrafo 3º: que impede o fracionamento das férias de 30 dias) ?

    Seria falha séria e condenável, isto sim se os sindicatos não fossem as barras da justiça reivindicar do Poder Judiciário, o retôrno à vigência da lei.

    Vale dizer que desde o malfadado governo JL, a citada lei vinha sendo descuprida no item férias coletivas, sem que os vigilantes da lei nada fizessem !

    Inclusive, os sindicatos por todo esse tempo omitiram-se, já que era difícil encontrar advogados a fim de peitar o governo de plantão e mesmo no judiciário era difícil passar qualquer tese que fosse contrária ao Sr. JLerner.

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