Sem concurso não pode | Fábio Campana

Sem concurso não pode

O Tribunal de Contas glosou a contratação de milhares de professores e funcionários pela Secretaria de Educação, onde reina o caçula Maurício, irmão do governador Requião. Acontece que a secretaria usou o chamado Processo de Seleção Simplificado, usado para evitar concurso público. É ilegal e imoral. Agora, a Secretaria vem com aquela chantagem de que a demissão dos contratados irregularmente poderá levar à falta de professores e ao prejuízo de alunos. Não cola. Além do que, a maioria das contratações sem concurso público foi feita em ano eleitoral.


9 comentários

  1. jango
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 21:19 hs

    O Tribunal de Contas fez a sua parte. Uhrra ! Onde estão as demais autoridades de controle público, cheias de prerrogativas, régios salários, calhamaços de leis e normas para apurar a responsabilidade dos gestores administrativos por tais contratações em “processo de seleção simplificado” manifestamente detrimentosa ao magistério e aos destinatários da educação, as crianças paranaenses ?

  2. Voz do Dono
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 9:21 hs

    Pra que concurso?

    Se tiver concurso a parentada gorda e feliz do poltrão, mas burra de doer, morrerá de fome…

  3. Dono da Voz
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 9:23 hs

    Mulher no museu

    Maninho na educação

    Manão no porto

    Filhinho no gabinete do amiguinho em Brasília

    Pra que concurso público?

    Isso é coisa pra ralé…

  4. Zezé
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:14 hs

    Boa TC, boa TC!

  5. Naná
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:15 hs

    Agora eu quero ver!

  6. Tata
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:15 hs

    É isso aí…

  7. Luz
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:16 hs

    Enfim a luz!

  8. Saudações
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:16 hs

    Otíma notícia!

  9. Alegria
    sexta-feira, 30 de novembro de 2007 – 11:18 hs

    Perguntem ao Requião o que ele achou da decisão do TC

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