No papel de sempre | Fábio Campana

No papel de sempre

Cantinflas

Gosto de lembrar daquela cena do Cantinflas, cômico mexicano, que entra na sala onde está a quadrilha da qual faz parte e pergunta aos demais bandidos que o esperam para tratar da divisão do butim.

— Vamos nos tratar como cavalheiros ou como aquilo que sempre fomos?

Ontem, Requião tratou a promotora Maria Teresa Uille Gomes como aquilo que sempre foi, não como um cavalheiro. Maria Teresa, presidente da Associação dos Promotores, foi à sessão da escolinha para defender o Ministério Público, atendendo ao desafio feito pelo próprio governador. Ficou à espera do encerramento do longo e entediante exercício de verborragia do convidado principal, o professor Mangabeira Unger, que faz do estranho sotaque um sinal da sabedoria que lhe é escassa.

Maria Teresa falou e disse tudo o que pensava sobre o governo Requião e sua tumultuada relação com o Ministério Público. Ouviu provocações, mais uma vez chulas, manteve-se a altura de sua função e no final devolveu a palavra para que o governador, este nosso Cantinflas sem talento, falasse por último e dissesse o que vem dizendo sobre o Ministério Público, com a grosseria que lhe sublinha o estilo e a personalidade.


37 comentários

  1. Capitão Gancho
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 13:31 hs

    O Requião é um mentiroso contumaz, irrecuperável e nojento.

    Dizer que um senador ganha R$ 11.000,00 por mês é um escárnio.

    Ora, como ele bem sabe, uma campanha para o Senado custa milhões e só mesmo um trouxa aceitaria em troca um relés salário de R$ 11.000,00 por mês, a não ser, é claro, que aqueles milhões não tenham saído do bolso dele.

  2. Covarde Escroto
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 13:36 hs

    E ele se acha o machão em pessoa

    Ora, alguém tem que explicar ao Sr. poltrão que homem não é aquele que tem o saco roxo, como costumava dizer o babaca do Collor, mas aquele que honra os seus compromissos, que tem palavra, que é fiel à família, que respeita a mulher e os filhos, que é sério e polido.

  3. Ümber Alles
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 13:39 hs

    Esse Mangabeira Unger é um chato de galochas.

    Só mesmo um sádico como o Requião pra submeter a corja a uma “palestra” de 1 hora com o “sábio professor” Mangabeira, e o que é pior, sem legendas!

  4. Risadinha
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 13:42 hs

    O Mangabeira não tinha dito que o governo Lula era o mais corrupto da história do Brasil?

    Acho que depois de conhecer o Requião ele mudará de opinião…

  5. Per Si
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:18 hs

    Com todo o respeito ao Governador e à representante do Ministério Público, a Maria Teresa é o nosso Rei da Espanha !!!

  6. João dos Anzóis
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:31 hs

    Ah, mas péra lá, ganhando R$ 29 mil por mês até eu seria um cavalheiro. Este pessoal do MP é privilegiado sob todos os aspectos, também pudera, são eles que fazem as leis e os próprios salários.
    Isso mesmo Requião, não dê mole prá esta cambada…

  7. MOBRAL NELE
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:35 hs

    Esse João dos Anzóis é analfabeto e mal informado.

    Joãozinho Pescador, vc tem idéia do salário do Requião Paladino da Moral e dos Bons Costumes, heim?

    E só somar quanto ele gastou em todas as campanhas e, como ele é louco, mas não rasga dinheiro, pelo menos o dele, coloque mais 10% em cima.

    Isso mesmo pescador bão de voto, mais um mandato pro Requião bom de briga e mais quatro anos de vagabundagem pra vc nas tetas do governo.

  8. CANFUZIO
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:38 hs

    O Requião é um Chavéz caipira e triste

  9. PARQUET
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:43 hs

    Faltou “esquina” para a douta Maria Tereza na escola de horrores do sr. poltrão.

    Ela é muito educada e, infelizmente, alguns espécimes não merecem esse tipo de trato.

    Coloquem o Gazal na próxima sessão do mico, por favor!!!

  10. Denise de Camargo
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:44 hs

    Vi a Senhora Maria Teresa hoje na Escola de Governo. Minha admiração por sua educação e clareza. Nos faz acreditar que é possível um mundo melhor. Obrigada por representar com tanta dignidade e sensibilidade nossas instituições.

  11. Triste
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:46 hs

    Ora, educação é apenas para pessoas de bem, honestas, sérias, corretas, responsáveis, democráticas, pais e mães de família, maridos e esposas fiéis, que não se drogam ou abusam do álcool, que não mentem pra enganar o zé povinho…

  12. José Carlos
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 14:53 hs

    Qousque tamdem, Mello e Silva, abutere patientia nostra…. (31/12/2010)

  13. ParentadaGordaeFeliz
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:08 hs

    E salve a família Mello e Silva!

  14. Zero
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:15 hs

    É isso aí….

  15. Estocada
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:16 hs

    Xô Xô

  16. Vampiro
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:16 hs

    Suga suga

  17. Luiz Ernesto Che
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:18 hs

    Maria Teresa pra Governadora 2010

  18. Húgo Chavez
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 15:40 hs

    GOVERNO X MP
    Quem ganha e quem perde nessa briga?

  19. Sergio Meyer
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 18:46 hs

    Quantos comentários bobos.. Maria Tereza foi mal, muito mal.. Não deixem que o ódio ao Governador turvem vossas visões. Não explicou absolutamente nada, tateou em todos os campos, assumiu as aposentadorias, etc.. Lamentável. O MP do Paraná é ridículo.

  20. jango
    terça-feira, 27 de novembro de 2007 – 20:41 hs

    A procuradora deveria elevar o nível da Escolinha apresentando quais as medidas tomadas pela instituição que representa contra a série de escândalos governamentais de malversação do dinheiro público denunciados pela midia ! Dessa forma justificaria pelo exemplo, não por obviedades, o padrão dos seus régios salários, pagos pelo povo do Paraná !

  21. Malazartes
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 9:50 hs

    É verdade. A dona Maria Tereza foi muito fraquinha na Escolinha.
    Tratou com educação, levou um coição. E mais: falou, falou, não se explicou nem justificou.
    Até acho que ela afinou.Na outra vez, mande alguém preparado para o chute e para o revide.

  22. Inocente Útil
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:02 hs

    Bandido deve ser tratado como bandido…

  23. Ferrolho
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:09 hs

    Não se trata uma égua hidrófoba com educação

    Chibata nele!!!!

  24. Reza Braba
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:18 hs

    Esse briga do Requião com o MP é pura cortina de fumaça para desviar a atenção da corrupção que corre solta no atual governo

    A mídia e a opinião pública perdem tempo debatendo essa briga estéril enquanto a corja enche as burras com o dinheiro do contribuinte para financiar mais 20 anos de campanha eleitoral

  25. Zaratrusta
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:26 hs

    Coitada da Maria Tereza, aceitou o convite do Requião e caiu na armadilha do poltrão safado.

    O Requião sabe muito bem quem chamar para o debate, tanto que quando o menino mandu apareceu de surpresa o Requião se borrou inteiro, melou a cueca, ficou com medo de apanhar em público, tomar porrada mesmo, porque com aquela forma f’ísica de vaca nelore apanha de qualquer um

  26. Cricri
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:31 hs

    Sr. Sérgio Meyer, é um equívoco falar que o MP do Paraná é ridículo.

    Você deve ser mais um frustrado que foi reprovado no difícil e correto concurso público do MP ou então mais réu processado pelo MP ou então um ocupante de cargo em comissão que por méritos óbvios e claros só para quem nomeia e para quem é nomeado mama nas tetas do governo às custas das tripas do contribuinte

  27. Cricri
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:33 hs

    Você deve ser mais um frustrado que foi reprovado no difícil e correto concurso público do MP ou então mais um criminoso corrupto processado pelo MP ou então um ocupante de cargo em comissão que por méritos óbvios e claros só para quem nomeia e para quem é nomeado mama nas tetas do governo às custas das tripas do contribuinte

  28. Cricri
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 10:35 hs

    Sérgio Meyer ou melhor Sérgio “baba-ovo” Meyer.

    Ridículo é cheirar e puxar saco de político!!!

  29. Thomas Raphael
    quarta-feira, 28 de novembro de 2007 – 21:46 hs

    Não se iludam com essa Maria Tereza Uille Gomes.
    Se Requião quiser aniquila ela e um bando que foram Procuradores-Gerais do MP em épocas passadas, basta investigar.
    Será que é tudo perfeito no MP do PR mesmo?
    Será que a sra. Maria Tereza foi e é mesmo tão honesta e honrada?
    Como contribuintes de tributos, podemos fazer questionamentos.
    Neste país onde vigora de há muito a Lei do Gérson, tem que se investigar tudo e todos.

  30. Rodrigo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 1:58 hs

    Bom, o que eu achei esquisito mesmo foi o governador dizer que seu lado feminino era lésbico e que quem dizia isso eram seus motoristas.
    Olha, pegou mal prá caramba. Ele queria dar uma de machão, mas essa colocação é estranha e dúbia.
    Seus motoristas devem, no minimo, estar sofrendo muita gozação dos colegas. Claro, do chefe ninguém vai falar nada..

  31. Thomas Raphael
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 7:27 hs

    Pra quem não sabe ou não se lembra da Lei do Gérson segue e historinha:

    Lei de Gérson
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Ir para: navegação, pesquisa
    Este artigo ou secção possui passagens que não respeitam o princípio da imparcialidade.
    Tenha algum cuidado ao ler as informações contidas nele. Se puder, tente tornar o artigo mais imparcial.

    Segue a Lei de Gérson a pessoa que “gosta de levar vantagem em tudo”, no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com a ética. A expressão originou-se em uma propaganda, de 1976, para os cigarros Vila Rica, na qual o meia armador Gérson da Seleção Brasileira de Futebol era o protagonista. Embora tenha sido um dos maiores craques da história do futebol mundial, Gérson sempre foi um jogador polêmico.

    A propaganda dizia que esta marca de cigarro era vantajosa por ser melhor e mais barata que as outras, e Gérson dizia no final:

    «Você também gosta de levar vantagem em tudo, certo?»
    (Gérson)

    Mais tarde, o jogador anunciou o arrependimento de ter associado sua imagem ao reclame, visto que qualquer comportamento pouco ético foi sendo aliado ao seu nome nas expressões Síndrome de Gérson ou Lei de Gérson. Também é conhecida como a lei Brasilis.

    Este ideal subjacente à “lei de Gerson” é, indiscutivelmente, um dos valores mais arraigados à cultura brasileira. Embora nem sempre verbalizado, a valorização e a mitificação desta “lei”, do conceito de malandragem, do uso de “pistolões”(Br.) ou de “cunhas” (Pt.) são aqueles dos comportamentos socialmente condicionados que em grande parte levam o Brasil a manter-se tão imaturo cultural, política e socialmente. A forma como se dá a política brasileira, tão mal falada, antes de ser a causa dos problemas brasileiros, é, senão exclusivamente, ao menos simultaneamente conseqüência de valores tão maléficos.

    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_G%C3%A9rson”

  32. Thomas Raphael
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 7:31 hs

    Lei de Gerson

    O País passou por várias crises de identidade neste século. A pergunta “quem somos nós?” esteve em vários momentos permeando a produção da intelectualidade nacional. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter criado por Mário de Andrade, surge exatamente da necessidade de uma nova definição do que era ser brasileiro, tema pulsante na década de 20, quando os imigrantes contribuíam para um novo perfil de nação. A convicção era de que a mão-de-obra importada era muito melhor que a nacional. Alguns estudiosos defendiam que dos escravos havíamos herdado o horror ao trabalho e dos índios um talento especial para a preguiça. É desse cenário que surge a compreensão da força da malandragem, uma espécie de contraponto ao exército de trabalhadores dedicados e produtivos, que primeiro a agricultura e depois a indústria tanto necessitaram para competir no mercado internacional. Os malandros passaram a fazer parte do imaginário de um país de alma escravista como uma espécie de resistência ao modelo europeu cheio de regras. Era astuto, esperto e vivia de “expediente”, como se dizia na época, e, mais do que tudo, sabia dar um “jeitinho” em tudo. Ganhava dinheiro fora das formas oficiais, jogando bilhar, apostando em cavalos e, em alguns casos, sobrevivendo na gigolagem. Com o passar dos anos, o malandro despencou cada vez mais para a contravenção, mas o folclore do jeitinho já havia marcado definitivamente o caráter nacional. Sua expressão mais agressiva vai desembocar na década de 70, tendo como marco o comercial do cigarro Vila Rica. Era um momento em que se pensava o nacionalismo em parâmetros bem diferentes dos anos 20. Havia um orgulho verde-amarelo e uma megalomania alimentada pela ditadura. Nesse contexto, um herói nacional como o tricampeão Gerson solta sua frase mais famosa. “Você gosta de levar vantagem em tudo, certo?” A propaganda não teve uma interpretação pejorativa na época, mas depois virou lei. “Para o período era um jargão superdifundido. A propaganda captou um elemento de identificação que estava no imaginário popular”, acredita Maria Izilda Matos, historiadora e pesquisadora da boemia. “A lei de Gerson funcionou como mais um elemento na definição da identidade nacional e o símbolo mais explícito da nossa ética ou falta de ética”, completa a historiadora.

    Pois é pessoal, será que essa Maria Tereza Uille Gomes é muito honesta mesmo?
    Será que no MP do PR é tudo certinho mesmo? Todas as licitações são certinhas por exemplo, etc
    Eu não coloco a minha mão no fogo não, por ninguém.

  33. Sacoroxo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 9:30 hs

    Essa Thomas Raphael é um chato de galochas, parace ser o alterego do Mangabeira Unger.

  34. Sacoroxo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 9:30 hs

    Essa Thomas Raphael é um chato de galochas, parece ser o alterego do Mangabeira Unger.

  35. Sacoroxo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 9:31 hs

    EssaeThomas Raphael, a começar pelo nome, é um chato de galochas, parece ser o alterego do Mangabeira Unger.

  36. Sacoroxo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 9:31 hs

    EsseThomas Raphael, a começar pelo nome, é um chato de galochas.

    É o alterego do Mangabeira Unger.

  37. Sacoroxo
    quinta-feira, 29 de novembro de 2007 – 9:32 hs

    Esse Thomas Raphael é um chato de galochas.

    É o alterego do Mangabeira Unger.

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