Macarronada e intriga | Fábio Campana

Macarronada e intriga

Requião convocou os mais confiáveis de seu bando para um almoço em Palácio. Ofereceu macarronada para Nelson Justus, Alexandre Curi, Rafael Iatauro e Francisco Alpendre. Luis Mussi chegou para a sobremesa e representou os ginetes do Canguiri. À mesa, as senhoras Maristela e Roberta Requião.

 O assunto era de se prever: o festival de besteiras que abala o governo, como se a série de denúncias de corrupção não fosse suficiente para derrubar todos os índices de prestigio e popularidade.

O Duce mostrou-se apreensivo. Desancou Botto de Lacerda e confessou sua surpresa com a combatividade da Procuradora Geral do Estado, Jozélia Broliani. A carta da senhora procuradora tem nove páginas de pura indignação. Logo, logo, virão as revelações. Quem as conhece saberá que não é aconselhável cutucar onça com vara curta.


Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*