Derrota anunciada | Fábio Campana

Derrota anunciada

Requião e seus miquinhos amestrados devem colher mais uma derrota neste final-de-semana. O congresso de fundação da UGT está marcado para amanhã no CIETEP. As turma de Requião tentou um acordo para uma chapa única na qual estaria representada. O pessoal que não engole Requião não aceitou e manteve a disputa. Diante do desastre, a ala de Requião, comandada por Gladyr Basso, alegou que há entidades que não são da área sindical na lista de votantes, o que daria vantagem a Paulo Rossi, candidato apoiado por Beto Richa.

Escrevam. Paulo Rossi e seu grupo não admitem suspender o congresso e desde já anunciam a vitória de Paulo Rossi como presidente estadual da UGT.


4 comentários

  1. Rui Brasil
    sexta-feira, 23 de novembro de 2007 – 13:33 hs

    Caro Fábio,

    A verdade sobre a briga da UGT é que Gladir representa a Pelegada da Fetraparaná e Paulo Rossi representa uma nova Luz no Sindicalismo de classes, fundamento principal da UGT em seu estatuto.Não esqueça que essa pelegada enterrou a CNTC, perdeu o imposto sindical (porque foram assistir o Jogo do Brasil)e, fez o trabalhador do comércio ser obrigado a trabalhar no Domingo.
    Requião é santo perto da pelegada.

  2. Rui Brasil
    sexta-feira, 23 de novembro de 2007 – 14:30 hs

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  3. Rui Brasil
    sexta-feira, 23 de novembro de 2007 – 14:44 hs

    Esqueci !
    A Sigla UGT significa UNIÃO GERAL DE TRABALHADORES; então, basta a carteira profissional para provar que é trabalhador,afinal de contas é do trabalhador que é descontado o imposto sindical para manter o leite das crianças.
    Os pelegos unidos jamais serão vencidos, se for como Gladir tá falando, pior e ele desistir porque defendia o voto de cabresto.
    O movimento sindical é livre, do trabalhador, por ele deve ser definido.

  4. Elemar Adams
    sexta-feira, 23 de novembro de 2007 – 18:13 hs

    Sr Fabio Campana

    É sabido que o movimento sindical do Parana conta com várias vertentes ideológicas, o que é bom para o movimentos e para os trabalhadores.
    A união de três centrais sindicais nacionais para constituir a UGT é um marco histórico importante para o sindicalismo brasileiro.
    Os conflitos de interessees são naturais num processo democrático pela busca do poder de mando. Não fosse assim, seríamos condeirinhos brancos em fila.
    O que está ocorrendo entre os sidicalistas da UGT é que a corrente advinda da SDS e de sindicatos independentes que se filiaram a UGT, defendem a renovação das lideranças do movimento sindical do Paraná. Tnto que mais de uma dezena de dirigentes novos estão participando de Seminários de Qualificação em convênios com a UTAL e a CLAT, integrados na nova realidade da América Latina.
    O que queremos é uma Central Sindical ativa, com dirigentes comprometidos com a luta dos trabalhadores e com disposição para intergar as entidades sindicais do interior do estado numa ação conjunta e forte para enfrentar os interesses do capital, que na medida que o tempo passa estão ficando cada dia mais ousados para garantir grandes lucros e pagar menos salários.
    Queremos sim uma unidade política na UGT para que os interesses maiores suplantes o narcisismo de quem, quer cargo apenas por ele.
    Uma direção estadual com sangue novo, com certeza beneficiará, e muito, os trabalhadores do nosso estado.

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