Fast food | Fábio Campana

Fast food

Terminou agora a escolinha do Requião. Sobre a comemoração do centenário da imigração japonesa, nada a acrescentar. O evento ocorrerá em 2008, com a presença da família imperial no Brasil. De resto, é esperar que as eleições não atrapalhem a festa que se organiza. Hoje o convescote semanal de Requião foi fast food, durou menos de uma hora e meia.

Quanto tempo demorará o Ministério Público para rebater as acusações do governador?


3 comentários

  1. Rosa Setton Andrade
    terça-feira, 28 de agosto de 2007 – 11:15 hs

    Tudo bem cobrar a lista do MP. Louvável tbém. disponibilizar a lista dos cargos comissionados, mas sejamos honestos de fato: tá faltando nome de sobrinhos e outros “chegados” nesta lista… Pra que a transparência fosse honesta, precisava tbém abrir os contratos terceirizados como é o caso da FUNPAR. Como é que a turma de sobrinhos, noras & amigos do Requião e outros sumidos do local de trabalho são remunerados na RTVE mesmo? E olha que rolou até concurso com 5 provas, só pra ir demitindo quem não passava.Mas claro que alguns sempre conseguem né…

  2. Rosa Setton Andrade
    terça-feira, 28 de agosto de 2007 – 11:17 hs

    O MP e O governo precisam ser mais rigorosos com os veiculos publicos de informação e devem adotar a transparência como regra nº1 em todas as situações.

  3. durval
    terça-feira, 28 de agosto de 2007 – 11:52 hs

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    Confesso que no começo eu achava que a questão era somente com a cultura. Não entendia muito bem a total falta de consideração e o desrespeito para com o setor, com os profissionais e para com toda a comunidade.

    Só com o passar do tempo é que percebi que a postura desatenciosa e conflituosa alimentada pelo governador do Paraná, Roberto Requião, para com as artes e a cultura, eram uma constante nas suas relações para com todos os setores e segmentos da sociedade. Atualmente o governador volta toda sua ira contra o Ministério Público Paranaense, como já o fez contra a toda imprensa, as multinacionais,etc. E provavelmente amanhã ele vai se voltar contra outro setor qualquer ou contra outra pessoa, e por vezes, quando não encontrar desafetos a disposição, irá lançar seu arsenal de intolerância contra os próprios aliados e colaboradores, como foi o episódio com o ex-secretario de obras Luiz Caron.
    Editorial Marcelo Miguel
    http://www.quixoteart.com.br/

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