A polêmica do assassinato | Fábio Campana

A polêmica do assassinato

A polêmica na sessão de hoje da Assembléia ficou por conta do deputado Anibelli (PMDB) que não gostou nada de ver o seu nome envolvido com o suposto plano de assassinato do governador Requião. Segunda-feira a Folha de Londrina deu manchete. Ontem, o Estado do Paraná rebateu. Abaixo, trechos das reportagens de ambos, disponíveis online  somente para usuários cadastrados.

Segurança Pública investigaria plano para assassinar Requião
Folha de Londrina 

Trecho: “A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) estaria investigando a denúncia de um comerciante do estado de São Paulo sobre um suposto plano para assassinar o governador Roberto Requião (PMDB). Entre os autores do plano estariam quatro advogados, dois ex-administradores públicos e até um delegado. A Sesp, que teria designado uma equipe especializada da Polícia Civil para investigar o caso em Palmas (95 km a leste de Pato Branco), não se manifesta sobre o assunto, nem confirma as informações apuradas pela Reportagem”. Leia mais aqui.

Complô contra Requião, uma grande farsa
O Estado do Paraná

Trecho: “A suspeita é que se trata de uma farsa para prejudicar o delegado e as pessoas que defenderam a sua permanência no cargo. O ex-presidente da OAB de Palmas, Auro Mello, disse a O Estado que a origem da acusação pode estar na detenção do deputado estadual Antonio Anibelli (PMDB), no dia 6 de outubro de 2002, quando foi acusado de comprar votos no dia da eleição. Plínio Gomes Filho lavrou o auto de prisão em flagrante de Anibelli”. Leia mais aqui.

Sobre isso, e muito mais, ouçam o que Anibelli tem a dizer: “Essa história toda é uma ofensa. Os jornais embarcaram numa furada. Eu esperava um melhor trabalho da equipe do Dr. Paulo Pimentel, de quem eu só não fui vice ao Senado por pedido do Requião. Esperava uma melhor apuração, visto a credibilidade do jornalista Mussa Assis.
 A versão que a imprensa deu está distorcida, é o contrário da realidade. Não tenho problemas com a OAB, até os assessorei cerca de 90 dias atrás quando essa história surgiu. Procurei o governador, falei com o secretário de segurança. Nunca acreditei nessa história, mas fiz o que pude para ajudá-los.
 É tudo invenção de um vigarista. Disseram que um dos envolvidos foi funcionário do meu gabinete, mas para comprovar apresentaram uma falsificação grosseira de contracheque, uma carteira de trabalho xerocada mal e porcamente. Vê se pode.
 E imaginar que o pai do tal delegado foi presidente do PMDB.
 Até o Bispo da cidade me procurou. Várias pessoas me ligaram de Palmas. Essa história toda só serve para diminuir o município, um município do qual o governador é amigo. O povo lá me conhece, sabe que é invenção”.


Um comentário

  1. jango
    quarta-feira, 1 de agosto de 2007 – 18:38 hs

    O evento é tão bizarro que só pode ter raposa felpuda atrás de coelho maluco escondidos neste capão de notícia.

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