Terça insana | Fábio Campana

Terça insana

Professor Requião

Ênio Verri, secretário de planejamento, cansou o auditório do MON na manhã desta terça. Citou números e mais dados a respeito do PACotinho requiônico. Praticamente todo o primeiro escalão acordou cedo, enfrentou frio e garoa leve.

Brothers

Hoje até os brothres Requião, Eduardo e Maurício, marcaram presença na aulinha matinal semanal do professor, no caso deles, irmão, Roberto Requião.

 Mandonismo

Requião não agüenta. Ênio Verri a soltar o verbo, listando as possíveis ações do PACotinho requiônico e, de repente, o puxão de orelha. Professor Requião não aceita os supostos investimentos para a pasta de comunicação e pede para que o aluno Verri diminua os investimentos em comunicação. Houve um mal-estar. E Verri seguiu.

Bicicletas

No centro do confito a renovação da frota da Secretaria de Comunicação. Requião sugeriu bicicletas para os jornalistas. Verri tentou a diplomacia: “Motocicletas?”. E o professor foi ríspido. Ordenou a diminuição do montante, anteriormente na ordem de R$ 1 milhão. Requião disse que gastará o mínimo possível com Aírton Pisseti, secretário da Comunicação.

Closes

A ParanáEducativa caprichou nos closes nos rostos dos alunos presentes na aula de hoje da escolinha do professor Requião. Todos com olhares de quem não entendia nada, de quem não conseguia reter tantas informações. Todos com cara de assustados, pois os orçamentos de suas secretarias estava lá, escancarado, para quem quisesse ver. 

 De olhos bem fechados

Requião confessou. Disse: “Assinei sem ler”. Assinou sem ler um documento sobre aposentadoria de policiais. Então é assim? Assina sem ler? Vocês, internautas, assinam algo sem ler? O professor disse que lia documentos demais todos os dias, e que precisa confiar nos alunos de vez em quando. Estrepou-se. Se confia nos alunos, aulas para quê? 

O desfecho

 O professor Requião, depois de avisar que viaja rumo aos EUA, fechou a escolinha xingando um jornal de Curitiba: “Vai ser picareta lá longe”. Requião não se conforma com críticas. Só aceita o aplauso incondicional. Sabe, assina sem ler, essas coisas.

Natal 

Aliás, quando lê, é diversão na certa. Basta lembrar dos impropérios que acompanham a sua assinatura em certos casos, escritos de próprio punho e com letra firme. Dos mais afáveis (lembram-se?) está o : “Encaminhe-se ao Papai Noel”. Pobres secretários.


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