Fábio Campana | Política, cultura e o poder por trás dos panos.

Ratinho Jr e os presidentes do Legislativo e do Judiciário tratam
do cenário da pandemia

Da AEN Pr

O governador Carlos Massa Ratinho Junior se reuniu nesta segunda-feira (8) com o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador José Laurindo de Souza Netto, e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, para reforçar o pedido de apoio institucional no enfrentamento da pandemia. O encontro acontece na semana que marca um ano da confirmação dos primeiros casos ao Estado e no momento mais delicado da emergência em saúde pública, com aumento de casos, óbitos e internações.

“O Paraná encarou esse primeiro ano de pandemia com muita seriedade e contou com apoio do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da Defensoria. Todos sempre foram muito solícitos e parceiros. Essa união nos ajudou a tomar decisões difíceis e a amenizar os problemas lá na ponta para as pessoas”, disse Ratinho Junior. “Mas era um cenário sem a variante amazônica, que é mais agressiva. A realidade agora é outra”.

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UTIS LOTADAS NO PARANÁ


Médicos, cientistas, profissionais da saúde estão preocupadíssimos com o novo surto epidêmico do coronavirus. Surto que explodiu em consequência das aglomerações recentes, somadas ao ritmo lento da vacinação e à chegada das variantes mais contagiosas do coronavírus ao Paraná. Faltam braços para atender tanta gente doente. O aumento de 84% de internações de pacientes de Covid-19 nas UTIs nos últimos quatro meses no Paraná coloca todo o sistema de saúde à beira do colapso. As internações passaram de 1016 em novembro para 1872 no mês de fevereiro.

Um alerta importante para desfazer a crença de que o covid19 é letal para os velhos é a mudança no perfil dos internados. Aumentou significativamente o número de mais jovens, entre 31 e 60 anos, nas UTIs. As novas cepas do coronavírus atingem faixas etárias que antes eram consideradas “mais seguras”. As internações de contaminados entre 31 e 40 anos triplicaram. Nos casos do doentes entre 51 e 60 anos, os internamentos dobraram; entre os pacientes entre 41 e 50 anos, as hospitalizações dobraram.

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Pandemia ameaça apagar avanços
das mulheres na luta por direitos


Elas dominam a linha de frente do combate ao coronavírus. Mas também foram as que mais perderam os trabalhos ou tiveram que largá-lo para cuidar (ainda mais) dos afazeres domésticos e da família. A covid-19 impõe sofrimentos e desafios à população feminina, que se somam ao impacto geral do vírus

PETRA ERIKSSON / EPS

Pandemia faz condições trabalhistas das mulheres recuarem uma década na América Latina. Tatiane está mais pobre. Como ela, Joan perdeu seu emprego e, assim como suas amigas, vive condenada a ser dona de casa. Garazi precisou ir morar com a mãe para poder trabalhar e cuidar da sua filha. Andrea passou o confinamento levando surras, trancada na mesma casa que seu agressor.

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A EPIDEMIA E A POLÍTICA


Como disse o senador Jereissati, é preciso gritar alto um ‘basta’ e dar nome aos bois

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, em O Estado de S.Paulo

Primeiro é bom ressaltar que a “crise” (usa-se tão amiúde o vocábulo que ele acaba por perder o significado) começou a se manifestar antes do maldito vírus ter sido percebido entre nós. Nisso me refiro à “crise econômica”, não à política, que parece ser permanente em nosso caso. Mas o certo é que o mar tranquilo em que navegaram os governos de Lula e, parcialmente, de Dilma perdeu-se no passado, antes da pandemia, apesar dos esforços corretos do governo Temer.

Com isso não quero dizer que o governo Bolsonaro seja “o” responsável pelos descaminhos por que passa a economia brasileira. A questão é mais complicada, depende de vários fatores, alguns internacionais. Tampouco seria correto imaginar que a pandemia seja “a causa” do fraco desempenho da economia. Este a antecedeu.

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CURITIBA: MAIS 22 MORTOS
E 835 NOVOS CASOS DE COVID-19


As novas vítimas são 13 homens e 9 mulheres, com idades entre 14 e 92 anos. Dezoito pacientes tinham fatores de risco para complicações da covid-19.

Até agora são 3.042 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

400 pessoas na fila de espera de UTI

A situação nunca esteve tão grave. O Paraná atingiu neste sábado (6) o maior número de adultos ocupando uma unidade de terapia intensiva (UTI) por Covid-19 desde o início da pandemia: 1.458 pacientes.

A fila de espera por uma UTI no Paraná chegou a 400 pessoas. Há apenas 40 vagas livres em UTI/SUS exclusivas para a Covid. A taxa de ocupação dos leitos de UTI/SUS exclusivos para a Covid de 93% a 99%.

A situação mais está no Oeste, onde a ocupação de UTIs atingiu 99% neste sábado. Na Grande Curitiba, 98%. Curitiba, 97%.

Foram criados mais 400 novos leitos de UTI, mas a demanda supera de longe a ampliação do número de leitos.

Vacinação a partir desta segunda

Enquanto tiver vacina, a agenda é esta. Depois, ninguém sabe. Só quando chegar novo lote.

80 anos completos, nascidos entre 1º de janeiro e 30 de junho: segunda-feira, 8 de março
80 anos completos, nascidos entre 1º de julho e 31 de dezembro: terça-feira, 9 de março
79 anos completos, nascidos entre 1º de janeiro e 30 de junho: quarta-feira, 10 de março
79 anos completos, nascidos entre 1º de julho e 31 de dezembro: quinta-feira, 11 de março

O programa terá continuidade com a chegada de novos lotes de vacina na cidade.

No auge da pandemia, Bolsonaro afronta direitos e a democracia


Após facilitar acesso a armas e munições no começo do ano, gestão volta a fragilizar fiscalização ambiental e coloca em xeque o futuro do Programa Nacional de Direitos Humanos. Nesta sexta, ofício circular constrangeu servidores do IPEA

GIL ALESSI, no El País

Em meio a recordes de morte pela covid-19 no Brasil, atraso na vacinação e resultados pífios no desempenho econômico, o Governo de Jair Bolsonaro continua centrando sua artilharia em algumas de suas principais bandeiras desde o início do mandato, em acenos claros à sua base eleitoral mais ideológica. Após uma série de decretos ampliando acesso e compra de armas de fogo e munições no início do ano, agora a gestão investe na desregulamentação ambiental —a “passada da boiada” antecipada pelo ministro do Meio Ambiente, RicaRdo Salles—, e em medidas que, na visão das ONGs do setor, atacam os direitos humanos. Na última semana, dois episódios também acenderam o alerta: a Controladoria Geral da República, subordinada à Presidência, abriu procedimento contra dois professores que haviam criticado Bolsonaro enquanto uma circular constrangeu pesquisadores do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à pasta da Economia, a não divulgar nada sem a estrita supervisão da cúpula.

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PARANÁ: 146 MORTES E 8.563 NOVOS CASOS DE COVID19


Sesa-PR

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste sábado (6) 8.563 novos casos confirmados e 146 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 676.004 casos confirmados e 12.246 mortos em decorrência da doença.

Os casos divulgados nesta data são de março (7.383) fevereiro (1.080) e janeiro (27) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: maio (1), junho (2), julho (5), agosto (4), outubro (4), novembro (17) e dezembro (40), e são os maiores desde janeiro deste ano, segundo a Secretaria de Saúde.

VACINA – O Paraná já aplicou 494.854 doses, sendo 376.309 da primeira dose e 118.545 da segunda dose contra a Covid-19 até o final da manhã desta sexta-feira (5) de março. Portanto, 376.309 paranaenses já foram vacinados.*

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PGR pede continuidade de processo contra Dallagnol no CNMP


O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à continuidade de um processo administrativo contra o procurador Deltan Dallagnol movido pela senadora Kátia Abreu (PP-TO) no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

No processo, apresentado em 2019, ela pedia a saída de Dallagnol da coordenação da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. Argumentava que ele já respondia a 16 processos disciplinares e que teria realizado palestras ilegais para sua autopromoção.

No ano passado, o processo chegou a ser pautado no CNMP e, em meio à pressão, Dallagnol deixou, por iniciativa própria, a força-tarefa.

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A VITÓRIA PARCIAL
DO CORONAVÍRUS

Nenhum país teve um negacionista tão ativo na Presidência como o Brasil de Bolsonaro. Ele imaginou que o vírus seria uma grande ameaça ao seu governo, o impacto econômico poderia derrubá-lo. Daí seu esforço em negá-lo…

por FERNANDO GABEIRA

O desprezo pelo conhecimento fez do Brasil campo fértil para a devastação. Ainda não é hora do balanço final, mas já é possível afirmar que o Brasil foi devastado pelo coronavírus, com possibilidade de se tornar o país que mais sofreu com a pandemia. Sem mencionar as outras razões que nos isolam no mundo, o território brasileiro tornou-se um campo de observação para a humanidade, pois aqui surgiram perigosas mutações do vírus e nada garante que outras variantes não estejam em curso.

Com todo o respeito aos médicos e demais trabalhadores da saúde que batalham na linha de frente, comunicadores que tentam transmitir a dimensão do drama sanitário e grupos que se dedicam diuturnamente à solidariedade, todos combateram o bom combate, mas o saldo nacional é um grande fracasso.

Como é possível que um vírus triunfe sobre uma comunidade humana, neste momento de fácil comunicação e avanço da ciência? O que torna o Brasil tão vulnerável a um vírus mutante? Uma das razões é exatamente a nossa incapacidade de mudar com rapidez para enfrentar a nova situação.

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Com agravamento da pandemia,
apoio à vacina cresce e vai a 85%


Há 1 mês, só 71% pretendiam tomar. Rejeição ao imunizante cai para 10%

Pesquisa PoderData realizada nesta semana (1º-3.mar.2021) mostra que 85% da população pretende se vacinar contra a covid-19, mantendo tendência de alta. A rejeição ao imunizante diminuiu, e agora é de 10%.

No levantamento realizado 15 dias antes (15-17.fev), os que queriam se vacinar eram 78%, com 14% de rejeição. Já no estudo realizado de 1º a 3 de fevereiro, a intenção de se imunizar era de 71%, enquanto 21% não queriam as doses.

O apoio à vacinação cresceu no momento em que o Brasil tem aumento do número de novos casos e de mortes da doença. Nesta semana, foram consecutivos recordes –com mais de 1.200 mortes registradas por dia, na média dos 7 dias anteriores.

O Brasil é um dos países em que doença mais mata no mundo.

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FHC diz sentir ‘certo mal-estar’ por não ter votado contra Bolsonaro


FHC diz sentir ‘certo mal-estar’ por não ter votado em Haddad contra Bolsonaro em 2018.Ex-presidente, que votou nulo no segundo turno, afirma acreditar em prévia no PSDB para 2022

Por Jornal do Brasil

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) demonstrou arrependimento em ter anulado o seu voto durante o segundo turno da eleição presidencial de 2018, disputada entre Jair Bolsonaro e o petista Fernando Haddad.

Segundo FHC, ele sentiu um “certo mal-estar não ter votado em alguém contra” Bolsonaro, diante do que tem sido apresentado pelo atual governo. Ele também admitiu que pode votar no PT em 2022 caso a disputa entre o partido e Bolsonaro se repita.

“A pior coisa é você ser obrigado a não ter escolha. Ao não ter escolha, permite o que aconteceu: a eleição do Bolsonaro. Teria sido melhor algum outro? Provavelmente, sim. Pergunta se eu me arrependo? Olhando para o que aconteceu com o Bolsonaro, me dá um certo mal-estar não ter votado em alguém contra ele”, disse FHC em entrevista à revista Época.

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Protesto contra a gestão da pandemia termina em violência no Paraguai


Uma manifestação convocada pela oposição, que reuniu cerca de 10.000 pessoas numa praça central de Assunção para protestar contra o Governo de Mario Abdo Benítez, a corrupção e a falta de medicamentos e vacinas contra a covid-19, foi duramente reprimida pela polícia na noite desta sexta-feira. Os incidentes deixaram um morto por arma branca e pelo menos 20 feridos, entre civis e policiais, segundo o balanço das autoridades. Mais cedo, o ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, decidiu renunciar devido às pressões que sofria pelo manejo da política sanitária contra a pandemia.

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Diante do crescimento da pandemia, Ratinho Jr adota novas medidas


O desafio no enfrentamento da pandemia tornou-se muito maior desde que a nova variante do coronavírus (surgida em Manaus), potencialmente mais contagiosa, passou a circular no Paraná impactando um sistema de saúde que já estava sobrecarregado. Aumentou o número de infectados, de internados e o índice de mortalidade. Este é o maior desafio que o governo do Paraná já enfrentou em cem anos.

Esta nova realidade levou o governador Ratinho Jr a tomar medidas e endurecer as restrições. Há pouco, ele deu entrevista ao lado o secretário de Saúde Beto Preto e apresentou o novo decreto de contenção. É evidente a sua preocupação em estabelecer regras que reduzam o índice de contágio ao mesmo tempo que contempla as necessidades de empresários e trabalhadores, que penam com a crise econômica.

Ratinho Jr baixou decreto que permite a abertura do comércio não essencial. Determina a suspensão de atividades não essenciais em todo o Estado no fim de semana. Autoriza as aulas nas redes privadas, inclusive universidades e cursos técnicos, com apenas 30% de ocupação máxima a partir do dia 10. Na rede pública a partir do dia 15.

“Os efeitos dessas medidas mais duras que tomamos e permanecem até terça só serão sentidos em 15 dias. Esperávamos que a medida vigente tivesse mais efeito. Não conseguimos convencer as pessoas a ficar em casa, não alcançamos os 55% de isolamento. Também compreendemos que o setor de comércio tem um limite para aguentar o fechamento. Não é só o decreto que vai resolver, são as pessoas conscientes que podem dar a solução.”, afirmou Ratinho Jr.

Ele também anunciou medidas econômicas para amenizar as perdas, principalmente dos pequenos empreendedores e trabalhadores informais do Estado. O secretário de Saúde, Beto Preto, afirmou que apesar da flexibilização, medidas mais duras podem ser tomadas, caso os números de contaminados e internados não sofram a redução esperada.

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AO VIVO:
Ratinho Jr atualiza medidas de enfrentamento à Covid-19 no Paraná

AO VIVO | O governador Ratinho Junior apresenta agora a atualização das medidas de enfrentamento à Covid-19 no Paraná. Devem ser anunciadas também medidas econômicas.

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MEC recua e cancela punição a atos políticos em universidades federais

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o ofício que havia emitido no início de fevereiro para “prevenir e punir atos político-partidários nas instituições públicas federais de ensino”. Em novo documento, o MEC afirma que não havia a intenção de “coibir a liberdade de manifestação e de expressão” no ensino superior.

“Informamos o cancelamento do ofício (…), por possibilitar interpretações diversas da mensagem a que pretendia”, afirma o MEC em circular enviada aos reitores e assinada por Wagner Vilas Boas de Souza, secretário de Educação Superior, segundo o G1. O texto diz ainda que o governo respeita a autonomia universitária prevista na Constituição Federal.

O ofício que o MEC enviou em fevereiro à Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), reproduzia trechos da recomendação do Ministério Público Federal (MPF) que diz que bens públicos “não podem ser empregados para promoção de eventos de natureza político-partidária, porque destoante da finalidade pública a que se destina, que é a prestação de serviços públicos específicos, a promoção do bem comum da sociedade”.

“Com esse ambiente de incerteza, de susto, será difícil crescer”

Pessimista em relação ao avanço das reformas econômicas, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita, diz também estar preocupado com as incertezas políticas, que ameaçam o crescimento do PIB. “Se persistir esse ambiente de solavancos na gestão de empresas importantes, vai ser difícil a gente manter uma trajetória de crescimento do investimento. A gente, por ora, espera um crescimento em torno de 2% em 2022, mas ele pressupõe uma economia com um grau menor de incerteza do que a gente tem agora.” Mesquita acrescenta que a interferência do presidente Jair Bolsonaro na Petrobrás foi um “susto grande” para o investidor: “Quão relevante esse episódio vai se mostrar como divisor de águas, a história vai dizer. Mas os dados são incontroversos. Trincou um pouco o cristal.”

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Campanha destaca Itaipu como “usina de entregas”


Campanha destaca Itaipu como “usina de entregas” e o impacto dos investimentos na vida do cidadão

“Mais do que uma usina de energia, somos uma usina de entregas” é o mote da nova campanha institucional da margem brasileira de Itaipu, lançada nesta sexta-feira (5). A iniciativa é o desdobramento de outra ação de comunicação de Itaipu, lançada em dezembro, e reforça o slogan “O amanhã já começou”.

Coordenada pela Assessoria de Comunicação Social de Itaipu, e executada pela agência G/PAC, a nova campanha destaca o papel da empresa como indutora do desenvolvimento regional e demonstra de que forma os investimentos da margem brasileira de Itaipu estão transformando a vida das pessoas.

Em apenas dois anos, a empresa direcionou R$ 2,5 bilhões em obras que há muito eram reivindicadas pela população, como a Ponte da Integração Brasil-Paraguai, a duplicação da Rodovia das Cataratas (BR-469) e a ampliação da pista de pousos e decolagens do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, que permitirá a transformação do local em um centro de conexão da América do Sul.

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