Fábio Campana | Política, cultura e o poder por trás dos panos.

Ademir Bier no lugar de Recalcatti


Ademir Bier, terceiro suplente da chapa PSD/PSC eleita em 2018, assume a cadeira do deputado estadual Delegado Rubens Recalcatti, que morreu na última sexta-feira(9). Gaúcho de Erechim, Ademir Bier veio ainda muito jovem com sua família para o Paraná. Foi filiado ao MDB por quase três décadas. Em 2018 se filiou ao PSD a convite do governador Ratinho Júnior.

Entre os cargos públicos, Bier também foi prefeito da cidade de Marechal Cândido Rondon. Assumiu a vice-presidência da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop) e, a convite do então governador Roberto Requião, tornou-se diretor administrativo e financeiro da Ferroeste. Atualmente, é diretor de Obras da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar).

Morreu a ex-deputada Irondi Pugliesi


A ex-deputada estadual e ex-vereadora de Arapongas Irondi Pugliesi morreu na manhã de hoje, os 73 anos, vítima de complicações causadas pela covid-19. A confirmação da morte foi feita nesta manhã desta segunda-feira (12) pelo Hospital do Norte Paranaense (Honpar), onde Irondi estava internada desde 23 de março.

A ex-deputada estadual foi ativista na luta pela redemocratização do país. No MDB, destacou-se pela combativa defesa de teses democráticas, dos direitos humanos e da mulher, e das reivindicações sociais das camadas mais humildes da população. Irondi é mulher do ex-deputado (federal e estadual) e três vezes prefeito de Arapongas, Waldyr Pugliesi. Irondi é a terceira integrante da família Montovani a perder a vida para a covid-19. O pai dela, Liberto Mantovani, de 97 anos, faleceu no último 28 de março. Ele também estava internado no Honpar. A ex-deputada perdeu ainda a irmã Irahi Mantovani, de 75 anos.

Morreu a professora Vivi, primeira vítima da aulas presenciais


Deu-se o que era esperado. A obstinada persistência dos colégios particulares em voltar às aulas presenciais para recuperar o faturamento fez a sua primeira vítima. A professora Vivian Danielle Niebuh, 44 anos, saudável, sem comorbidades, morreu por complicações da Covid-19 neste domingo (11). Há comoção na categoria dos mestres que repercute em todas as redes sociais. Dezenas de colegas, alunos e familiares lamentam a morte prematura de Vivian. O Colégio Marista Paranaense, em Curitiba, publicou nota de pesar e, como se fosse tudo o que pudesse fazer, suspendeu as aulas e atividades presenciais e remotas nesta segunda (12).

Eis a nota dos maristas, que tratam da morte da professora como se fosse um designio divino e não resultado da imposição de aulas presenciais: “O Colégio Marista oferece sua solidariedade e preces aos familiares e aos amigos da professora Vivian Danielle Niebuh, que faleceu na noite de hoje, 11 de abril de 2021. Abraçamos também os alunos, professores, os colaboradores e as famílias com quem ela conviveu e que lembrarão com muito carinho da presença da professora Vivi. Rogamos ao nosso fundador Marcelino Champagnat e à Maria, a Boa Mãe, que acolham e confortem a família neste momento”.

Bolsonaro pode antecipar substituto de Marco Aurélio de Mello


Jair Bolsonaro tem sido aconselhado por amigos ligados ao Judiciário a anunciar sem demora o futuro integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), na vaga aberta com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio, em julho. As relações do governo com o STF azedaram após o ministro Luís Roberto Barroso mandar instalar a CPI da Covid no Senado, a pedido da oposição. Juristas experientes acham que o decano Marco Aurélio poderá aproveitar as despedidas para “dar o troco” em Bolsonaro.

Uma das principais apostas nos tribunais superiores é a de que, em seu discurso de despedida, Marco Aurélio baterá o bumbo do impeachment. Ao antecipar a despedida para 5 de julho, dias antes do previsto, Marco Aurélio pediu que o presidente só indique seu substituto após sua saída. No STF, o pedido de Marco Aurélio sinaliza que ele não deseja ver seu discurso final rivalizar em repercussão com o anúncio do substituto.

Experiente, Bolsonaro anunciou Nunes Marques com Celso de Mello no cargo, esvaziando a repercussão do seu contundente “canto dos cisnes”.

Saiba o que muda nas
novas regras de trânsito


Mudanças no Código Brasileiro de Trânsito foram aprovadas pelo presidente Jair Bolsonaro no fim do ano passado e passam a valer nesta segunda-feira

As mudanças no Código Brasileiro de Trânsito, aprovadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, entram em vigor a partir desta segunda-feira. As novas regras alteram a validade para a CNH, o número de pontos para a suspensão da carteira e as normas para o uso de cadeirinhas para crianças.

Os exames de aptidão física e mental para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passam a ter validade de dez anos para motoristas com menos de 50 anos; de cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

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Bolsonaro fala em pressionar
STF para evitar impeachment


O que Jair Bolsonaro pratica para minar e aparelhar as instituições não tem paralelo em nenhum governo que o antecedeu desde a redemocratização. Dois presidentes, Fernando Collor e Dilma Rousseff, enfrentaram processos de impeachment, que resultaram efetivamente em seu afastamento. Michel Temer teve dois pedidos de autorização para abertura de processos contra si no STF votados na Câmara. Nenhum deles agiu de forma tão explícita quanto Bolsonaro para interferir no escrutínio do Legislativo e do Judiciário.

Neste domingo, o senador Jorge Kajuru divulgou o áudio de uma conversa com Bolsonaro em que o presidente fala abertamente em pressionar o STF para que, temerosos pela abertura de processos de impeachment contra si, os ministros “desistam” da CPI da Covid-19. Trata-se de um raciocínio tão tosco e primitivo quanto antidemocrático, que são, aliás, a essência do presidente. Ele compara coisas de natureza distinta. Se for “tocar tudo para a frente”, como ele sugere a Kajuru, teria de comparar bananas com bananas, ou seja: processos de impeachment com processos de impeachment.

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Pedro Castillo, da esquerda,
lidera apuração no Peru


Em meio a preocupações com uma feroz segunda onda da pandemia e a uma vasta apatia da população, o Peru realizou o primeiro turno de suas eleições presidenciais neste domingo, com os 18 candidatos se esforçando para chamar a atenção em meio à multidão de concorrentes.

Os primeiros resultados da apuração confirmavam as pesquisas de boca de urna, que deram a vitória ao candidato da extrema esquerda Pedro Castillo, seguido dos conservadores Hernando de Soto, Rafael López Aliaga, conhecido como o “Bolsonaro peruano”, e Keiko Fujimori, que disputam voto a voto a outra vaga no no segundo turno, a ser realizado em 6 de junho. Com 57% dos votos apurados na manhã desta segunda-feira, Castillo tinha 16,37%, seguido de De Soto, com 13,48%, López Aliaga, com 12,88%, e Keiko, com 12,87%.

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O fim-de-semana dos insensatos


Desta pandemia ainda restará a necessidade de um estudo sobre a patologia social revelada na mais completa insensatez de parcelas consideráveis da sociedade. Indiferente aos riscos do coronavírus, sem nenhuma preocupação de caráter social, milhares de curitibanos invadiram os parques, as praças, os clubes neste final-de-semana para aproveitar o sol e o calor. Transgrediram todas as restrições vigentes e determinadas pela Prefeitura e pelo governo estadual, como o distanciamento, não aglomeração, uso de máscara.

As cenas de aglomeração e de pessoas caminhando sem máscaras se tornaram comuns. Em nenhum desses lugares públicos foram vistas equipes de fiscalização ou de policiais para coibir os abusos. E para completar o espetáculo da insensatez, uma carreata de várias centenas de carros marcou o protesto de contra o STF que manteve restrições à realização de missas e cultos religiosos para evitar aglomerações.

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Lasso, candidato da direita, eleito presidente do Equador


O candidato da direita Guillermo Lasso venceu a disputa com o economista de esquerda Andrés Arauz, aliado do ex-presidente Rafael Correa, e elegeu-se presidente do Equador no segundo turno da eleição, neste domingo.

— Os equatorianos manifestaram seu desejo de mudança — disse Lasso, um empresário que concorreu à Presidência pela terceira vez, no discurso da vitória. — Em 24 de maio assumiremos com responsabilidade o desafio de mudar os destinos da nossa pátria e conquistar para todo o Equador as oportunidades e a prosperidade que desejamos.

Em discurso a seus apoiadores, Araúz reconheceu a derrota quando a apuração chegou a 93,27% das atas, consolidando a vantagem de Lasso, que tinha 52,51% dos votos válidos, contra 47,49% obtidos por ele. O candidato disse que ligaria para o rival para felicitá-lo pela vitória, a fim de demonstrar suas “convicções democráticas”. Num país em que o voto é obrigatório, houve 17% de votos nulos e brancos.

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Bolsonaro diz que salários de servidores podem atrasar


Era o que faltava. Agora, o funcionalismo público federal passa a viver um período de insegurança. O presidente Jair Bolsonaro diz que pode faltar dinheiro para pagar seus salário. Ora, pois, seria mais uma ameaça infundada do presidente que procura reforçar sua tese de que todos devem voltar a trabalhar, mesmo que isso quebre o isolamento social e amplie os riscos da pandemia? pode ser, dele tudo se pode esperar, especialmente mentiras.

De qualquer forma, não dá para deixar de lado essa ameaça. Bolsonaro declarou, ao defender a reabertura do comércio no pior momento da pandemia, que npode faltar dinheiro para pagamento de salários de servidores públicos, como possível consequência das medidas restritivas para combater a covid-19.

“Daqui a pouco, servidor público, não vai ter arrecadação para pagar você”, declarou o chefe do Executivo, em visita a uma comunidade de venezuelanos em São Sebastião (DF), transmitida nas redes sociais.

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Bolsonaro fez o Brasil encolher

O presidente Jair Messias Bolsonaro acaba de corresponder esta semana, à sua fama de “mito”, como o chamam os mais fanáticos seguidores. Embora tenha desdenhado da Covid-19, recusando-se a usar máscara (até a posse do 4º ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga) e se posicionado sempre contra o isolamento social, que culpa como causa da recessão e do desemprego e não consequência da pandemia e das medidas precaucionais contra o novo coronavírus e as novas variantes mais letais, ele conseguiu fazer o Brasil parar de crescer. Não se trata do Produto Interno Bruto, vulgo PIB, que é a soma de tudo o que é produzido (na agropecuária, na indústria, no comércio, nas atividades de serviço, no setor financeiro e de seguros, nas atividades imobiliárias e de construção, além dos serviços públicos e de utilidades públicas).

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Queiroga quer convencer Bolsonaro sobre os perigos da pandemia

Em entrevista neste domingo, o ministro da Saúde disse que ‘é meu dever persuadir meu presidente em relação às melhores práticas. Se eu não conseguir, a falha é minha, e não do presidente’ O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que há risco do Brasil enfrentar poucas ofertas de vacina até segundo semestre.

Embora afirme que seu “objetivo número um” no Ministério da Saúde será acelerar a vacinação contra a covid-19, o novo titular da pasta admitiu que o cenário ainda tende a enfrentar dificuldades até meados de julho.

Marcelo Queiroga também falou que é o seu “dever” persuadir Jair Bolsonaro sobre a importância do uso de máscaras e das práticas do isolamento social. Ele não falou sobre a viagem da comitiva brasileira à Rússia, em visita à fábrica da Sputnik V, mas voltou a manifestar interesse em uma parceria com os norte-americanos.

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Jovens passam a ser maioria
dos internados em UTIs

Em março deste ano, mais de 50% das internações por covid-19 em UTIs no Brasil foram de pessoas com até 40 anos, o que aponta uma piora geral do quadro da doença entre os mais jovens. O mês de março foi até agora o mais letal da pandemia no país, com cerca de 66,8 mil mortes.

Ao longo do mês, 52,2% das internações foram de pessoas com menos de 40 anos. Entre dezembro de 2020 e fevereiro deste ano, a taxa era de 44,5%, o que aponta um aumento de 16,5%.

Já as internações das pessoas com 80 anos caíram 42%, sendo que agora este grupo representa 7,8% do total de internados, cerca de metade da proporção vista antes de março. Essa queda é atribuída à vacinação, mas também pela predominância de variantes mais agressivas do vírus Sars-Cov-2, que atinge pessoas jovens com mais gravidade.

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Mortes de profissionais da saúde por Covid-19 despencam após vacina

Levantamentos preliminares de casos e mortes por Covid-19 entre profissionais de saúde mostram que a vacinação da categoria, iniciada em janeiro deste ano, começa a surtir efeito.

Não há estudos conduzidos apenas com imunizados, e os parâmetros de avaliação divergem entre diferentes instituições, mas o avanço da imunização traz alento e esperança a quem trabalha na linha de frente do combate à doença.

O Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, aponta uma queda de 83% no número de médicos mortos em março, na comparação com janeiro, período em que grande parte dos profissionais de saúde começou a ser vacinada. Em janeiro, 59 profissionais morreram no país, confirme o CFM. Em fevereiro, o número caiu para 24 e, em março, foram apenas 10.

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‘Le Monde’ mostra como
os EUA usaram a lava jato

O que começou como a “maior operação contra a corrupção do mundo” e degenerou no “maior escândalo judicial do planeta” na verdade não passou de uma estratégia bem-sucedida dos Estados Unidos para minar a autonomia geopolítica brasileira e acabar com a ameaça representada pelo crescimento de empresas que colocariam em risco seus próprios interesses.

A história foi resgatada em uma reportagem do jornal francês “Le Monde Diplomatique” deste sábado (11), assinada por Nicolas Bourcier e Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina e do Caribe (Opalc) da universidade Sciences Po de Paris.

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CPI da Pandemia amplia
pressão sobre Bolsonaro


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira a instalação da CPI da Pandemia no Senado. O objetivo da comissão é investigar as ações e possíveis omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia do coronavírus. Entregue em fevereiro, o pedido da oposição já havia preenchido todos os requisitos, mas o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), eleito ao cargo com apoio do presidente, vinha resistindo em instalá-la.

A abertura da investigação no Congresso bate à porta do Palácio do Planalto no momento em que o Brasil enfrenta recordes diários de óbitos pela Covid-19, sem sinais de diminuição do ritmo de contaminação ou de aceleração da vacinação. Além da crise sanitária, o governo federal enfrenta um cabo de guerra com o Centrão, que vem cobrando a conta desde o apoio bem-sucedido para eleger Pacheco, no Senado, e Arthur Lira (PP-AL), como presidente da Câmara dos Deputados.

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STF julga na quarta instalação
da CPI da Pandemia no Senado

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, marcou para a próxima quarta-feira o julgamento sobre a criação da CPI da Pandemia no Senado. Na última quinta-feira, o ministro Luís Roberto Barroso havia determinado que a comissão fosse instalada, após ter reunido o número de assinaturas exigido pelo regimento da Casa. Os senadores querem apurar a conduta e eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia.

Barroso tinha decidido também que o caso seria julgado no plenário virtual da Corte a partir de sexta-feira. Nesse sistema, os ministros não se reúnem, eles apenas votam no sistema eletrônico do tribunal. Agora, o julgamento será por videoconferência, em razão da pandemia de Covid-19, quando os ministros poderão debater entre si.

Curitiba: mais 31 mortes,
diminui casos por Covid-19

Resultado das restrições nas semanas anteriores, diminuiu o número de casos de covid19. Veremos o que vai acontecer dentro de 15 dias depois do relaxo. A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, neste sábado (10/4), 623 novos casos de covid-19 e 31 óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus. Vinte e nove destes óbitos ocorreram nas últimas 48 horas.

As vítimas são 17 homens e 14 mulheres, com idades entre 43 e 89 anos. Cinco tinham idade abaixo de 60 anos e quatro não tinham fatores de risco para complicações da covid-19. Até o momento foram contabilizadas 4.176 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

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Perdemos Luiz Antonio Leprvost

Morreu Luiz Antonio Leprevost, aos 69 anos, no final da noite de ontem, sexta feira, no hospital Nossa Senhora das Graças. Advogado e vice-presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP). Advogado, empreendedor, ex-diretor do Banestado, da Telepar e da Copel. Sua morte causou comoção na cidade. Era respeitado por sua austeridade e querido pela solidariedade que sempre devotou aos humildes. Seus amigos o lembram como homem de caráter firme, honestíssimo, trabalhador e muito humano.

Deixa viúva Jussara Abrão Leprevost. E os filhos: Ney Leprevost Neto, deputado federal e secretário de Justiça, Família e Trabalho do Estado do Paraná; João Guilherme Leprevost, empresário ; Luiz Felipe Leprevost, escritor e poeta; e Alexandre Leprevost, vereador e 1º vice presidente da Câmara Municipal de Curitiba.

Ele tratava uma hepatite medicamentosa, que contraiu após o uso de medicamentos do chamado tratamento precoce para a covid-19. Dezenas de autoridades lamentam a morte de Luiz Antonio.

Nota da família – “Com muita tristeza comunicamos que Luiz Antonio Leprevost, filho do Dr. Ney e dona Stella, marido da dona Jussara, pai orgulhoso de quatro filhos, avô coruja de seis netos, faleceu na noite de ontem, sexta-feira, 09 de abril de 2021. Nos últimos cinco meses, testemunhamos sua luta pela vida, com todas as forças. Mesmo nos momentos mais difíceis, Luiz Antonio encontrou maneiras de exercitar e fazer existir o seu imenso amor pela família. Temos a certeza de que o afeto verdadeiro que ele sempre distribuiu, a nós e a todos os que com ele conviveram, ajudará a superar este momento de dor. Estamos cientes de que precisamos seguir adiante e honrar seu exemplo de pai, marido, amigo e cidadão solidário e humano”, diz nota assinada por Jussara Abrão Leprevost, Ney Leprevost, João Guilherme Leprevost, Luiz Felipe Leprevost e Alexandre Leprevost.

Nota da ACP – “Com pesar, a ACP comunica o falecimento de seu vice-presidente Luiz Antonio Leprevost na noite desta sexta-feira 09/04, aos 69 anos. Luiz Antônio Leprevost deixa a esposa dona Jussara, quatro filhos e seis netos. Como cidadão e pai de família, deixa um legado construído com determinação e generosidade e que certamente permanecerá no tempo. Luiz Antonio era pai de Ney Leprevost, deputado federal e secretário estadual de Justiça, Família e Trabalho do Paraná; do vereador Alexandre Leprevost; de João Guilherme Leprevost, empresário; e Luiz Felipe Leprevost, escritor e poeta. Advogado, empreendedor, ex-diretor do Banestado, da Telepar e da Copel, atualmente, além de vice-presidente da ACP, era membro atuante do movimento Pró Paraná. Que Luiz Leprevost descanse em paz e que Deus esteja junto de sua família”.