Haddad sugere o paranaense Mário Cortella para Educação | Fábio Campana

Haddad sugere o paranaense
Mário Cortella para Educação


Teremos um paranaense no ministério se Haddad ganhar a eleição. Nascido em Londrina, o filósofo e professor, palestrante vulgarizador de temas filosóficos, nasceu em Londrina, tem 64 anos.

Fernando Haddad, do PT, postou mensagem em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 15, sugerindo o nome do filósofo e articulista Mario Sérgio Cortella para o Ministério da Educação. “Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, escreveu o ex-prefeito da capital paulista.

Cortella não é o primeiro nome aventado pelo presidenciável do PT para compor um eventual ministério. Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo sugeriu que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, “tem todas as condições, perfil e sensibilidade social” para chefiar a Fazenda caso ele seja eleito.

“Isso é só especulação, sem nenhum fundamento. Nem é o momento para isso (conversas)”, desconversou o empresário ao falar com a reportagem.


9 comentários

  1. ELEITOR DE BOA MEMORIA
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 16:44 hs

    Gosto muito dele e das palestras, porem ele tem um “defeito” é comunista. então isto não faz eu mudar meu voto

  2. Gladiador
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 16:55 hs

    Pelo que tenho visto até hoje do Cortella, nao é um suicida, nem mesmo Kamikaze.

  3. Valdir
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 19:39 hs

    PT se aproxima de bons nomes, porque estes por educação os recebe, e já saí usando como se fosse fato. Não cola, aceitem que doe menos…

  4. Luiz Carlos Flávio
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 20:59 hs

    É Cortella pisou bonito no tomate, enganou e decepcionou seus seguidores e admiradores. Merece ficar eternamente no limbo. Perdeu cara! Comunista tem que se f…

  5. Edson
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 21:05 hs

    Admiro muito o Mário Sérgio Cortella, grande filósofo, pelo qual tenho grande respeito, embora eu não seja católico como ele! Agora essa do Hadad é uma piada pronta, ou seja, está tentando reparar a cagada, o tiro no pé, que cometeram, ele e a Manuela, com o sacrilégio junto aos fiéis católicos e tentando recuperar o que foi perdido. Mário Sérgio, não caia nessa, pois depois de eleito(Hadad – se Deus quiser nunca o será), a história será outra. Colocarão um outro que irá contra todos os princípios que você, nobre filósofo, tem defendido!

  6. jorge
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 21:08 hs

    foi secretário da Erundina, em SP

  7. Ladislau
    segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 22:41 hs

    Decorar belos textos para impressionar os ouvintes é uma coisa. Agora consertar a Educação do Brasil é uma tarefa muito mais árdua. Não é para quem passa a vida apenas teorizando.

  8. Petrus
    terça-feira, 16 de outubro de 2018 – 8:38 hs

    E eu que pensei que esse Cortella fosse um cara inteligente!!!
    Enganei-me redondamente!!!

  9. Denny Crane
    quarta-feira, 17 de outubro de 2018 – 0:42 hs

    Cortella é brilhante em relação aos temas que permearam a cultura pós 68, oriundos das universidades francesas, e notabilizou-se bastante no meio católico, quando o “progressismo” era a Pastoral da Terra e as Comunidades Eclesiais de Base, com a Teologia da Libertação de Leonardo Boff. Alguns sacerdotes, bispos, intelectuais católicos, notadamente no meio docente universitário, ainda vivem este momento, embora estejamos, para a tristeza de todos, mais velhos, e, em 2018. O muro de Berlin já caiu. Para estes, a eleição atual ocorre naqueles “saudosos” tempos, visto que os temas em discussão são os de “então”. Não se enganem, não estamos em 64, 68 ou 89. O Presidente americano é o Trump, o frances é um cara chamado Macron, O petróleo e as riquezas naturais não são mais estratégicos; a tecnologia é estratégica; os “grandes jornais” estão mortos e a televisão, da forma que conhecemos está no fim. Vamos falar no hoje e no amanhã. O passado só tem valor como referência para que erros não sejam repetidos.

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