Prisão de Richa em quatro pontos | Fábio Campana

Prisão de Richa em quatro pontos

Fernando Fischer, responsável pela ordem de prisão temporária de Beto Richa: “É inegável que entre os investigados há pessoas que gozam de elevado poder político ou econômico”, o pedido de prisão temporário é para “garantir a isenção dos testemunhos colhidos” e evitar a destruição de provas e intimidação de testemunhas.
Leonir Batisti, chefe do Gaeco: “Não existe acusação, nem processo, nem inquérito, nem condenação”, a prisão “é apenas para investigação”.
Luiz Fernando Bandeira de Mello, integrante do “Conselho Nacional do Ministério Público: “Um promotor não pode reativar um inquérito que dormiu por meses ou praticar atos em atropelo apenas com o objetivo de ganhar os holofotes durante o período eleitoral.”
Laertes Ferreira Gomes, desembargador que negou o habeas corpus: A decisão de prender Richa está “fundamentada em elementos concretos extraídos do contexto fático-probatório”. A prisão temporária é imprescindível para as investigações porque se trata de um “complexo esquema criminoso a envolver ex-agentes públicos que ocuparam cargos políticos de alta importância no Estado do Paraná, com ampla potencialidade de influenciar a colheita de provas e deturpar a investigação criminal”.

(Foto: Kenny Andrade/Folhapress/Reprodução)


2 comentários

  1. Maizinho
    quinta-feira, 13 de setembro de 2018 – 16:19 hs

    Elementos concretos (consistentes em…) evento X.. folhas XX… dos autos, que demonstram q..

  2. Veredito
    quinta-feira, 13 de setembro de 2018 – 17:28 hs

    Estão começando a ficar claro estas prisões neste momento, aliás, bem claro…….muito claro.

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