As pesquisas e o Planalto | Fábio Campana

As pesquisas e o Planalto

Ler pesquisas eleitorais vai muito além de olhar para as porcentagens e trata-las de maneira estanque. É preciso cruzar dados, saber de condições, ter informações.
O Planalto está a fazer isso dentro da sua lógica que divide os candidatos, segundo a Coluna do Estadão, da seguinte forma: ‘dois grandes nomes’ (Marina Silva e Joaquim Barbosa); ‘dois pequenos nomes’ (Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin) e ‘dois nomes regionais’ (Ciro Gomes e Alvaro Dias).
Na análise do governo, Rodrigo Maia e Henrique Meirelles são ‘dois nomes descartados’; Fernando Haddad e Jaques Wagner, ‘dois nomes na expectativa’ e Michel Temer, ‘um nome que pode surpreender’.
Os entusiastas de Temer dizem que a pesquisa foi feita quando ele enfrentava ataques do MPF. E que até a eleição terá resultados a mostrar.


Um comentário

  1. Uncle Joe 100
    segunda-feira, 16 de Abril de 2018 – 17:00 hs

    Os “analistas do Planalto” devem ser remanescentes do desgoverno anterior, porque chegar à conclusão que “Temer é um nome que pode surpreender” só pode ser coisa de maluco, aqueles com quem a infeliz ex-presidanta gostava de se cercar.

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