‘É erro generalizar um ataque à classe política’, procurador da República | Fábio Campana

‘É erro generalizar um ataque à classe política’, procurador da República

Segundo na hierarquia da Procuradoria-Geral da República, o vice-procurador-geral, Luciano Mariz Maia, avalia ser um “erro monumental” generalizar “um ataque à classe política como um todo” por causa das investigações criminais. “Quando você atribui que ninguém presta, todos cometem crimes, são todos bandidos, você está dando a si próprio o direito de cometer irregularidades, o direito de destruir vidas, de desrespeitar a lei. Isso é uma espécie de vale-tudo”, afirmou em entrevista a Beatriz Bulla no Estadão.

Maia afirma que é preciso resgatar a confiança nas instituições democráticas, o que exige o diálogo entre os Poderes. Escolhido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para ser o vice no comando do Ministério Público Federal, ele assumiu, por exemplo, os casos que tramitam na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – como investigações que atingem governadores – e o Conselho Nacional de Justiça.


5 comentários

  1. Sergio Silvestre
    sábado, 21 de outubro de 2017 – 10:02 hs

    E não são,ora procurador,começa com vocês,não é só classe politica não,vocês são os responsáveis por permitir

  2. Pereira
    sábado, 21 de outubro de 2017 – 10:02 hs

    Erro é querer bancar o politicamente correto numa situação dessas.
    Claramente a larga maioria dos políticos é formada por criminosos.
    Não se trata de generalização, mas de constatação solidificada por décadas de notícias e escândalos.
    Esse sujeito, relativizando o absurdo índice de crimes dos políticos, presta um grande desserviço ao combate à criminalidade.
    Deveria ter sido padre ou gerente de lanchonete.

  3. TO DE OLHO
    sábado, 21 de outubro de 2017 – 15:24 hs

    Sabem qual a maior mentira no Brasil?
    É esta:
    “””””TODOS SÃO IGUAIS PERANTE LEI”””””

  4. Edson
    sábado, 21 de outubro de 2017 – 17:57 hs

    Com todo respeito ao nobre Procurador, que desconfio eu, também faz parte dos que foram colocados lá para deixar “tudo como dantes no quartel de Abrantes”, mas a classe política não merece respeito nenhum, pois uns jogam de um lado e outros doutros, sempre procurando satisfazer seus próprios interesses e, dane-se o povo, dane-se o contribuinte, dane-se a Nação brasileira; com o apoio e o sufrágio dos incautos que continuam sempre votando nos mesmos!

  5. Juscelino alves
    domingo, 22 de outubro de 2017 – 11:19 hs

    Quem generaliza é mal caráter..
    Tem juiz
    Promotor
    Deputados
    Vereadores
    Prefeitos
    Que fazem um bom trabalho,que não fazem parte do mesmo grupo de desonestos da vida pública

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