Chopada no Hospital da Universidade de Ponta Grossa vira escândalo | Fábio Campana

Chopada no Hospital da Universidade de Ponta Grossa vira escândalo

Uma autorização de serviço para a compra de 210 litros de chopp do tipo Pilsen tradicional, da marca Koch Bier, timbrada e assinada pelo presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (FAUEPG), Carlos Alberto Volpi, mantenedora do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, no valor de R$ 1.890,00, à ser entregue no Hospital, virou escândalo e polêmica nas redes sociais.

O documento, datado no dia 28 do mês passado, aponta como endereço de cobrança a sede da FAUEPG e informa que o pagamento será efetuado em até 30 dias após a entrega da mercadoria. Procurado pela reportagem, Volpi não quis comentar o caso. O diretor do Hospital, Everson Krum, nega o pagamento e a entrega no hospital. Segundo ele, houve uma confusão e o chopp era destinado a uma festa de residentes do hospital que ocorreu fora da unidade. Pois, pois, sob investigação, tudo a esclarecer.

“Os residentes organizaram uma festa, do Dia do Residente, 30 de setembro, e erroneamente foi colocado como local de entrega aqui no hospital. Os residentes tem uma conta de algumas verbas que eles recebem e arrecadam e mantém na Fundação [FAUEPG]. Havia outras coisas envolvidas, como refeição, e acabou sendo feita esta cotação e local de entrega aqui no hospital. A festa nem foi aqui, imagina se vai ter chopp dentro de hospital”, esclareceu Krum. “Sofremos a fiscalização do Tribunal de Contas do Estado e seria um erro infantil nosso pagarmos chopp”, completou, informando que a despesa foi paga pelos preceptores (orientadores dos médicos residentes).


2 comentários

  1. eleitor desmemoriado
    quarta-feira, 11 de outubro de 2017 – 21:10 hs

    Agora só está faltando o diretor do dito hospital cometer suicídio como aquele reitor. Se a moda pega vamos ter muitas mortes por causa de pessoas que se sentiram “injustiçadas”. Será este mais um caso de injustiça?

  2. Joao Luis Matos
    sexta-feira, 13 de outubro de 2017 – 14:20 hs

    Mais fácil os funcionários cometerem suicido como já aconteceu com a enfermeira que não aguentou assédio moral e perseguição, como outros funcionários q trabalham dopados,depressivosele e uma ovelha disfarçada de demônio.Ele persegue,propaga o assédio moral,por ordem dele ninguém estaciona atrás do hospital pq somente a direção pode e com cuidados exclusivos da empresa Force,como memorando enviado a todos os servidores via email,quando elé mudou a gerência de enfermagem pq nao queria acobertar as faltas da protegida dele q manipulava o meta4.

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