Gilmar Mendes critica supersalários e privilégios do judiciário, a aristocracia togada brasileira | Fábio Campana

Gilmar Mendes critica supersalários
e privilégios do judiciário,
a aristocracia togada brasileira

O ministro Gilmar Mendes não foge de polêmicas. Ele destacou ontem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de abrir mão de reajuste salarial, neste momento de crise tão grave, e afirmou que o Judiciário e o setor público “precisam ter um encontro com a realidade”. Ele citou vários casos de ganhos salariais abusivos em tribunais e no ministério público e disse que se criou no Brasil “um tipo de aristocracia togada”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Gilmar disse ter sido informado de que no Tribunal de Justiça de São Paulo, não há desembargador ganhando menos de R$70 mil líquidos.

Outro abuso citado por Gilmar Mendes foi a criação, em Cuiabá, de um “auxílio técnico” de R$14 mil para procuradores comprarem livros.

O ministro Gilmar acha que esse enfrentamento deve ser feito no plano federal: “Os Estados não têm força para lutar contra esses privilégios”.


2 comentários

  1. Sergio Silvestre
    sábado, 12 de agosto de 2017 – 18:28 hs

    Pois e´né seu Gilmar,e vender sentenças,arrumar posse pra segundeiros,aliviar banqueiros corruptos a troco de grana,corromper na politica,soltar bandidos ,e dai hein.

  2. Bogdan
    terça-feira, 15 de agosto de 2017 – 16:31 hs

    Em vez de aumentarem ainda mais o nosso déficit (é um crime),

    devem rever as enormes (injustas,desproporcionais) benesses

    de DEPUTADOS,SENADORES,DO JUDICIÁRIO,DE MÚLTIPLAS

    APOSENTADORIAS,39 MINISTROS,CARGOS EM COMISSÃO !

    Também PRIVATIZAR as empresas públicas, para evitar

    CORRUPÇÃO E PREJUIZOS !!!

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