O Facebook e as gravações | Fábio Campana

O Facebook e as gravações

Lauro Jardim começou a trabalhar n’O Globo em 1989, em 1992 foi para Istoé, em 94 estava no Jornal do Brasil e no ano seguinte passou para Veja, em 2015 voltou a assinar coluna no O Globo. Em todos os lugares em que trabalhou, teve destaque e reconhecimento de colegas e público. Não vive no mundo das celebridades, mas é um jornalista experiente e respeitado. Contudo, ser perfil no Facebook não tinha muita popularidade, algumas postagens passavam praticamente em branco, o que, sabemos, não é parâmetro, para julgar a qualidade do que escreve nem o número de leitores. Mas depois da matéria bombástica que publicou em sua coluna no jornal O Globo, seus índices tiveram uma subida considerável.
Outro sucesso de público foi o Jornal Nacional, que na página do Facebook teve 27 milhões de visualizações e mais de 960 mil compartilhamentos do plantão que trazia no anúncio “Dono da JBS grava momento em que Temer dá aval para compra de silêncio de Cunha, segundo jornal O Globo. Veja a cobertura no #JN às 20h30”.
O jornal O Globo, que também já fazia sucesso na rede, teve índices altíssimos de compartilhamentos e leitura, fazendo com que o site ficasse inacessível em alguns momentos.
Se a República está grampeada, como disse a manchete d’O Globo, o acesso ao que se publica é cada vez mais amplo. Mas e se o Facebook decidisse encerrar atividades, como seria a vida hoje?


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