Ladrão! Bandido! Rocha Loures é recebido no Brasil | Fábio Campana

Ladrão! Bandido!
Rocha Loures é recebido
no Brasil

Aos gritos de ladrão! e bandido!, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) desembarcou nesta sexta-feira, 19, em aeroporto de São Paulo. Rocha Loures é considerado peça-chave na delação de Joesley Batista e foi flagrado ao receber uma maleta de R$ 500 mil de propina da JBS.


Um comentário

  1. BETO
    sexta-feira, 19 de maio de 2017 – 13:16 hs

    E AI SIRGIO SILVESTRE DIZ AI KKKKKK

    Saiu do forno agora.

    Delatores da JBS relatam pagamentos de US$ 80 mi em propina para Lula e DilmaComente

    Do UOL, em Brasília
    19/05/201713h03

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    Reprodução/Facebook

    Os ex-presidentes petistas Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva

    Os ex-presidentes petistas Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva

    Delatores do grupo JBS, o empresário Joesley Mendonça Batista e o diretor de Relações Institucionais, Ricardo Saud, relataram pagamentos de US$ 80 milhões em propina “em favor” do ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, “mediante depósitos em contas distintas no exterior”.

    As informações constam em despacho do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte. Segundo o relato, Lula teria recebido “vantagens indevidas” na ordem de US$ 50 milhões. Já Dilma,seria a destinatária de US$ 30 milhões.

    O ex-ministro Guido Mantega, que atuou nos governos Lula e Dilma, atuaria como intermediário dos pagamentos. Os negócios seriam realizados no âmbito do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), da Petros (Fundação Petrobras de Seguridade Social) e da Funcef (Fundação dos Economiários Federais), “com objetivo de beneficiar o grupo empresarial JBS”.

    Fachin ainda relata que, segundo os colaboradores, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto “solicitou a Joesley Batista a disponibilização de uma conta bancária no exterior para o depósito de valores, com a abertura de uma planilha de conta corrente para que os pagamentos fossem realizados mediante (a) notas fiscais com conteúdo e datas ideologicamente falsos; (b) em dinheiro; (c) depósitos em contas no exterior; (d) doações eleitorais dissimuladas”.

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janto, também relatou, de acordo com o despacho de Fachin, que o dono do grupo JBS confessou ter repassado R$ 30 milhões ao ex-ministro Antônio Palocci, preso no âmbito da Lava Jato, a pretexto da campanha de Dilma à Presidência em 2010.

    Outro lado

    A reportagem do UOL entrou em contato com as assessorias de Lula e Dilma, mas, até as 13h10, não haviam se manifestado sobre as acusações.

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