Prefeita de Colombo corta o próprio salário e cancela Festa da Uva | Fábio Campana

Prefeita de Colombo corta o próprio salário e cancela Festa da Uva

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Bem Paraná

A crise exige sacrifícios. A prefeita reeleita de Colombo (região metropolitana de Curitiba), Bete Pavin (PSDB) decidiu reduzir o próprio salário, do vice e de seus secretários em 20%, para enfrentar a crise financeira que vive o município. Outra decisão foi cancelar a tradicional “Festa da Uva”, que aconteceria entre 9 e 12 de fevereiro. As informações são do Bem Paraná.

Segundo a prefeitura, o município de Colombo perdeu neste último ano mais de R$ 20 milhões de sua arrecadação, prejudicando o equilíbrio das metas fiscais. Apesar disso, a prefeitura conseguiu manter em dia o pagamento dos salários e décimo-terceiro dos servidores públicos.

A prefeita do município de Colombo, Beti Pavin, mais uma vez acolhe medidas que visam o bem comum dos colombenses e a contínua austeridade da máquina pública, reduzindo seu próprio salário em 21,26%, praticando a mesma medida redutória no salário de seu vice-prefeito e reduzindo o salário de todo o seu secretariado em 10,96%.

A prefeita Beti Pavin também cancelou a realização da 54° Festa da Uva de Colombo, que costuma ocorrer no final do mês de janeiro, para assim ampliar as medidas de austeridade, visando a adequação e enxugamento das contas municipais, em função da crise econômica que assola o país.

“Frente ao desaquecimento da economia no Brasil, devemos adotar medidas preventivas, com responsabilidade e discernimento, não comprometendo os serviços básicos aos colombenses, e continuarmos com nossas obras, para assim permanecermos gerando emprego e renda, combatendo a crise econômica com trabalho, sabedoria e esforço conjunto de todos nós”, afirmou a prefeita.


3 comentários

  1. medonho
    quarta-feira, 11 de janeiro de 2017 – 19:58 hs

    colombo tem de entender que priorizar os nativos deixa o municipio limitado e refém de clas.
    Tem de abrir as portas para empresas de fora, deixar de ser limitada e agir como uma SA, atrair investimentos e acabar com o preconceito.
    Areas urbanizadas ainda cladestinas, poderiam estar gerando IPTU, e ate mesmo permitir negócios familiares, mas, falta interesse e vontade de se fazer radiografia, utilizar instrumentos legais, como MP 759/2016. Os maiores problemas é que cidades com burocratas e funcionalismo acomodado emperram o desenvolvimento.
    Falta visão de futuro, estão sempre no retrovisor do progresso.

  2. Helena
    sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 – 17:08 hs

    Ótima iniciativa! O exemplo tem que partir de cima…

  3. REGINA
    domingo, 15 de janeiro de 2017 – 17:43 hs

    será que a prefeitura vai ter verba para comprar dietas de sonda para os pacientes que necessitam desta alimentação para sobreviver que é muita cara meu pai faz parte destes pacientes que precisam porque foram cortando aos poucos e ninguém resolve nada isso e um absurdo o que estão fazendo com estes pacientes esperam que tomam uma providência.

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