
Rapaz sofre de esquizofrenia e está mantido em custódia num manicômio de Curitiba desde 2010
Da Banda B com informações do Portal Terra
O estudante Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, conhecido como “Cadu”, assassino confesso do cartunista Glauco Villasboas e de seu filho Raoni, participa hoje (28) da audiência do processo que julga o duplo homicídio qualificado das duas vítimas. Ele também responde pela tentativa de assassinato de um agente federal durante a fuga na ponte da Amizade. Segundo a Justiça Federal, serão ouvidas as testemunhas que moram no Paraná, policiais federais e rodoviários federais. A família do cartunista será ouvida na sua cidade.
A audiência é o primeiro contato do acusado com a Justiça Federal e a Procuradoria da República do Paraná. O Ministério Público Federal do Estado não acredita na possibilidade de uma revisão na inimputabilidade ou a transferência do acusado após a audiência devido ao atestado médico de esquizofrenia. Ele é mantido em custódia desde 2010 em um manicômio judiciário de Curitiba e é considerado incapaz de responder pelos crimes devido ao laudo que atesta seus problemas mentais.
O advogado da família Villasboas, Ricardo Handro, disse, na semana passada, que não irá contestar o laudo que atesta a inimputabilidade do réu. De acordo com ele, a família teme apenas que Cadu seja solto.
O processo corre na 3º Vara Federal Criminal em Foz do Iguaçu e será julgado pela juíza Rayssa Castro Sanchez Rodrigues. A Justiça Federal informou que a transferência do processo de São Paulo para o Paraná deve-se ao fato de que a prisão do suspeito aconteceu em solo paranaense. Cadu foi preso quando em março de 2010 enquanto tentava atravessar a Ponte da Amizade.
Caso
O cartunista e seu filho, Raoni Villas Boas (25), foram mortos na madrugada do dia 12 de março do ano passado com quatro tiros cada, na residência da família, em Osasco, Grande São Paulo. Os dois chegaram a ser levados para o Hospital Albert Sabin, mas não resistiram aos ferimentos.
Glauco começou sua trajetória como cartunista nos anos 70, no Diário da Manhã, de Ribeirão Preto (SP). Ele publicou suas tiras também na Folha de S.Paulo e na revista Chiclete com Banana. O cartunista ficou famoso por ter criado personagens como Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse.
Na casa de Glauco eram realizados cultos da Igreja Céu de Maria, que segue a filosofia do Santo Daime, prática religiosa cristã, ecumênica, que repudia todas as formas de intolerância religiosa. Os seguidores tomam o chá conhecido por esse nome. Para eles, a bebida amplia a capacidade perceptiva, criativa, cognitiva e de discernimento, elevando a consciência do ser humano.




5 comentários
E o policial federal que ele baleou na Ponte da Amizade ???
Será que ele conseguiu voltar a ativa??? Será que não ficou com sequelas do tiro que levou??? E a família desse policial, está tendo a mesma qualidade de vida que tinha antes de ele ser baleado???
Perguntas que ficam e que nem imaginamos nos desdobramentos que a ação de um “maluco” pode causar….
Quando fugiu de São Paulo para Foz do Iguaçu, ele não se enganou em nenhum momento de caminho??? Abasteceu, pagou pedágios, comeu, bebeu e fez tudo de maneira normal….
Agora é maluco….
Pena de Morte já ou extermínio de “malucos” já !!!!
O que fazer com um sujeito como esse???
Ele tem recuperação???? ou se soltá-lo ele pode voltar a cometer crimes??? Fim nele…..
INERESSANTE ISSO, NÉ? MACONHA É PROIBIDA, COCAÍNA É PROIBIDA, HEROÍNA É PROIBIDA, LSD É PROIBIDO, ECXTASY É PROIBIDO, LANÇÃ PERFUME TÁMBÉM É PROIBIDO.
“CHÁ” DO SANTO DAYME, NÃO. PORQUE?
fácil fácil se fingir de maluquete. É só arregalar os olhos o tempo todo e dar risada fora de hora.
Manicômio judiciário de Curitiba
cela 24
caro cadu
você assassinou o Glauco,cartunista, poeta, ilustrador, comediante, ativista político, lider religioso e pensador. gostaria de saber se vc conhece os comediantes da política do paraná?