O Tribunal de Contas do Paraná decidiu revogar a liminar que, no início do mês, suspendeu a licitação promovida pela Urbs para contratar empresa para administrar o sistema de radares de trânsito de Curitiba.
A decisão foi baseada em relatório do conselheiro Caio Soares, depois de examinar um recurso impetrado pela URBS contra a liminar que interrompeu o processo.
A liminar havia sido concedida pelo corregedor Caio Soares, que modificou sua decisão antes de entrar em férias. Assim que for comunicada oficialmente da decisão, a URBS dará dar prosseguimento à licitação. Antes, porém, terá de fazer as modificações necessárias no edital e comunicar o Tribunal





5 comentários
Caraca! E agora, como é que faz para devolver?
Dou 100 mil para quem encontrar este “Relatório” do Conselheiro Nestor…
Montaram a indústria das licitações prorrogadas na Prefeitura, na maior cara de páu, num cinismo desafiador.
Quase todos os “conselheiros” do TC-PR, são indicados e nomeados pelos govenadores, que sempre têm maioria na assembléia legislativa, que endossa a indicação do governador.
Deste modo, os “conselheiros” assumem o cargo com o compromisso de defender os esquemas ou artidos polítcos dos govenadores seus patrões, e no cargo ficam aguardando a ordens do chefe, govenador ou ex-governador, ara saber qual é o parecer que eles querem, se a favor ou contra tal conta.
Foi isso que fez o tal “conselheiro”, Caio, piadista, indicado pelo Lerner e pelo Cassio, , ao proteger a Consilux, naquela liminar para prorrogar o contrato com a prefeiura de Curitiba, que hoje segue o planejameno político do Cassio Taniguchi e do Lener, os quais implantaram este esquema da Concilux, que ilumina muito bem com claridade da lux os interesses de gente graúda.
Esta decisão do TC-PR dá mostras ce como os “conselheiros” devem agir, com imparcialidade, independência e probidade, no esrito cumprimento da lei, nem que doa no bolso de gatunos que exploram a grana do sofrido povo brasileiro.
O Beto bem que podeia barrar esta manobras ilegais e duvidosas, colocando os vagões nos trilhos da moralidade pública, como pede a Constituição.
Se o politico malandro soubesse o quanto é bom ser honesto, ele seria honesto por malandragem