Tribunal de Contas revoga liminar que suspendeu licitação
dos radares

O Tribunal de Contas do Paraná decidiu revogar a liminar que, no início do mês, suspendeu a licitação promovida pela Urbs para contratar empresa para administrar o sistema de radares de trânsito de Curitiba.

A decisão foi baseada em relatório do conselheiro Caio Soares, depois de examinar um recurso impetrado pela URBS contra a liminar que interrompeu o processo.

A liminar havia sido concedida pelo corregedor Caio Soares, que modificou sua decisão antes de entrar em férias. Assim que for comunicada oficialmente da decisão, a URBS dará dar prosseguimento à licitação. Antes, porém, terá de fazer as modificações necessárias no edital e comunicar o Tribunal


5 comentários

  1. Robson
    Quinta-feira, 30 de Abril de 2009 – 17:12 hs

    Caraca! E agora, como é que faz para devolver?

  2. Roque
    Quinta-feira, 30 de Abril de 2009 – 17:41 hs

    Dou 100 mil para quem encontrar este “Relatório” do Conselheiro Nestor…

  3. Dom Quixote
    Quinta-feira, 30 de Abril de 2009 – 21:30 hs

    Montaram a indústria das licitações prorrogadas na Prefeitura, na maior cara de páu, num cinismo desafiador.

  4. Dom Quixote
    Sexta-feira, 1 de Maio de 2009 – 9:11 hs

    Quase todos os “conselheiros” do TC-PR, são indicados e nomeados pelos govenadores, que sempre têm maioria na assembléia legislativa, que endossa a indicação do governador.

    Deste modo, os “conselheiros” assumem o cargo com o compromisso de defender os esquemas ou artidos polítcos dos govenadores seus patrões, e no cargo ficam aguardando a ordens do chefe, govenador ou ex-governador, ara saber qual é o parecer que eles querem, se a favor ou contra tal conta.

    Foi isso que fez o tal “conselheiro”, Caio, piadista, indicado pelo Lerner e pelo Cassio, , ao proteger a Consilux, naquela liminar para prorrogar o contrato com a prefeiura de Curitiba, que hoje segue o planejameno político do Cassio Taniguchi e do Lener, os quais implantaram este esquema da Concilux, que ilumina muito bem com claridade da lux os interesses de gente graúda.

    Esta decisão do TC-PR dá mostras ce como os “conselheiros” devem agir, com imparcialidade, independência e probidade, no esrito cumprimento da lei, nem que doa no bolso de gatunos que exploram a grana do sofrido povo brasileiro.

    O Beto bem que podeia barrar esta manobras ilegais e duvidosas, colocando os vagões nos trilhos da moralidade pública, como pede a Constituição.

  5. alcy josué santana
    Sábado, 2 de Maio de 2009 – 10:54 hs

    Se o politico malandro soubesse o quanto é bom ser honesto, ele seria honesto por malandragem

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