Manicure tem reconhecido vínculo de emprego com salão de beleza | Fábio Campana

Manicure tem reconhecido vínculo de emprego com salão de beleza

Do JusBrasil Notícias:

Uma cabeleireira e manicure obteve na Justiça do Trabalho o reconhecimento de seu vínculo empregatício com o salão de beleza no qual prestava serviços.

A decisão foi da 1ª Turma do TRT-MG, acompanhando voto da desembargadora Deoclecia Amorelli Dias.

A relatora esclareceu que os profissionais dessa categoria e os salões de beleza podem formar uma espécie de sociedade informal ou sistema de parceria, desde que obedeçam aos critérios firmados em convenção coletiva de trabalho. Como, no caso, não foram observadas estas regras, a Turma deu provimento ao recurso, reconhecendo o vínculo empregatício entre as partes e determinando o retorno do processo à Vara de origem para o julgamento dos demais pedidos feitos pela reclamante.

Segundo a desembargadora, a prestação de serviços de manicure ou cabeleireiro em salões de beleza tem se dado de diversas formas, o que levou os sindicatos profissional e patronal, representantes dessas categorias, a estabelecerem cláusulas específicas a esse respeito, impondo requisitos a serem observados, de forma a delinear a existência de uma sociedade, ainda que informal, com liberdade na prestação de serviços, além de material e clientela próprios.

No caso, a reclamante atuava como cabeleireira, recebendo 50% sobre o produto do seu trabalho e 70% sobre os serviços de manicure. Mas, segundo as provas testemunhais, ela atendia clientes que eram agendados pelo salão, não tendo clientela própria, o trabalho era diário e todo material utilizado era fornecido pelo reclamado. Também não havia o contrato de aluguel de bens móveis, ou seja, contrato de parceria, que deveria ser, necessariamente, homologado pelos sindicatos profissional e patronal, como exige a clausula 43ª, da convenção coletiva de trabalho.

“É de bom termo que a cláusula seja acolhida, pois as partes negociantes assim o quiseram e para tanto estabeleceram condições a serem cumpridas. E nem poderia ser de outra forma, mesmo porque na relação de trabalho a regra é a de emprego, sendo excepcionalidade outras modalidades de prestação de serviço, como no caso dos autos”, conclui a desembargadora.


43 comentários

  1. Agda
    quarta-feira, 4 de abril de 2012 – 19:16 hs

    Sugestão;coitadinhas e coitadinhos,abram uma empresa,contratem funcionários e vejam como é simples a vida de um empresário! De preferência que encontrem pessoas com as mesmas atitudes que a de vocês.Não dou 1 ano para mudarem de opinião!

  2. Anônimo
    quinta-feira, 19 de abril de 2012 – 2:03 hs

    O “Português” nestes comentários esta um absurdo!!!
    Na minha opinião acaba refletindo o nível de cultura da classe “Profissional”, a falta da busca pelo conhecimento gera a “falta de informação” e é onde cada um faz o que quer…o profissional concorda em receber o comissionamento, pois o empregador e ele concordam que é a melhor maneira, onde “ele” faz um bom negócio, o empregador precisa de um “bom profissional” e é assim que sempre deu certo num acordo entre “PESSOAS INTELIGENTES”…depois de um tempo o(a) camarada acha que não está certo…e começa a reclamar, fazer clima…ainda se acha um “Profissional” … nem sabe o que significa a palavra… Infeliz ignorante, sem caráter, porquê firmou acordo com o salão no início!?. Se de alguma maneira acha que está sendo explorado, por que não abre seu próprio negócio …não tem coragem… não é mesmo? Ou acha que vai ser mais fácil? …Se acha que sim …é mais ignorante do que a média.
    Dê valor ao seu trabalho e aos que dão oportunidade, você entra no salão para ser acima de tudo “um(a) colaborador(a)” do salão, da empresa … estou partindo do princípio de que vc sabe o que significa ser colaborador e em algum momento esqueceu.
    Você ainda não é um empregador porque lhe falta conhecimento e competência … não é “dinheiro”. Ou alguém já ouviu em “Casos de Sucesso”… – Ganhei uma bolada numa ação trabalhista e foi aí onde tudo começou …
    E caso você não queira ser dono…também não quer ser registrada porque acha que ganha menos…pagar INSS por conta própria então, nem pensar…melhor comprar um celular novo…

  3. Ane sales
    sexta-feira, 27 de abril de 2012 – 16:58 hs

    Sou totalmente contra essas pessoas quando querem trabalhar aceitam qualquer coisa depois que conseguem revelam suas verdadeiras identidades . E um absurdo e vc pagar uma comissao muito alta que se for fazer as contas ela ganha mais doque um asalariado de carteira assinada . Se fazem de coitadinhas na verdade sao verdadeiras cobras.

  4. Amanda
    segunda-feira, 21 de maio de 2012 – 12:31 hs

    Pessoal, ta complicado!!!! rsrsrsrs estou contratando manicure com salário + Benefícios + comissões + todo material utilizado, e pasmem, não encontro uma manicure que queira trabalhar assim!!!!! Todas as que conversei querem os seus 70% e só. Estou começando a achar que elas não querem comprometimento, deixando o salão e ou parceiros na mão quando acham que devem… Se não pagamos tudo certinho conforme a lei, entram na justiça reclamando, quando aparecem oportunidades que lhes fornecem segurança, não querem…
    Realmente não dá para entender… Alguém consegue me explicar o porque disto??!!!

  5. Paulo
    segunda-feira, 28 de maio de 2012 – 2:03 hs

    O que alguns donos de salão não entendem é que quando falam que a manicure ganha 70% 80% “limpos” esquecem que as mesmas arcam com os produtos,o custo de suas férias( que normalmente não tem),13 salário,inss,fgts horas extras(as vezes até as 22h),caso fique doente ou acabe com LER o salão pouco se importa colocam outra no lugar,o problema de 20% ser pouco para o salão é que os donos não cobram o preço suficiente para cobrir os custos proporcionais ,tem medo dos concorrentes,então acha que a manicure ganha muito.Além dos donos de salão que as vezes não tem lucro no fim do mês e ficam de olho no que o empregado ganhou,não entendem que, o que empregado ganhou é como se fosse o custo de uma mercadoria.Quando te chamam pra trabalhar te falam uma coisa, você aceita, passa um tempo falam: “Vamos ter que descontar tal coisa de vc” ai vc aceita, passa um tempo de novo , ou colacam mais uma pra trabalhar , fazendo seus ganhos diminuirem .Além de muitas outras coisas ,aí quanto vc quer seus direitos , falam que vcs tinham um acordo.Falam que muitas manicures não são profissionais, Mas antes dos donos abrirem um salão deverião fazer um curso no SEBRAE, para saberem arcar com os riscos do negócio e não passar a bola para o funcionário.Está na CLT, o propretário é corre com os riscos do negócio.Abriu porque quis.

  6. Anônimo
    quarta-feira, 20 de junho de 2012 – 22:08 hs

    bando de futricados

  7. Anônimo
    segunda-feira, 2 de julho de 2012 – 15:57 hs

    quero fazer um contrato para minha manicure, pois ela esta comigo a 3 meses e gostaria de ter segurança nessa parte.

  8. Deborah
    quarta-feira, 4 de julho de 2012 – 21:16 hs

    Trabalho em um salão á 10 meses e 5 meses de carteira assinada, por opnião da dona do salão resolvir fazer um curso de estética, que são terças e quintas pela manhã. O acordo foi no boca-a-boca, e ela me liberou pra fazer o curso e agora ela quer descontar os dias do curso no salário, ou seja, hoje em dia não podemos mas confiar na palavra como antigamente, hoje é tudo no preto e no branco. E agora é justo o q ela está fazendo? Tenho que procurar a justiça? Ou vou sair perdendo mesmo?

  9. terça-feira, 7 de agosto de 2012 – 22:09 hs

    eu trabalhocomo manicure em um salão e resebo um salario

  10. terça-feira, 7 de agosto de 2012 – 22:11 hs

    eu sou manicure de um salaõ e ganho um salario minimo guanto devo parar de inss

  11. terça-feira, 27 de novembro de 2012 – 21:10 hs

    trabalho em um salão q agora no mes de dezembro eles querem q eu trabalhe de domingo a domingo sem folga e sem pagar nada a mais por isso como posso agir nessas condições não sou registrada.

  12. Luana ellen
    quinta-feira, 13 de dezembro de 2012 – 14:13 hs

    Ola sou manicure a 2 anos mais todos donos de salao tem uenos dar muito valor por que se nao foce nos o salao nao teria lucrospois acho otima ideinha nos manicures termos os nossos direitos pois nos ganhamos mais fazemdo em
    casa no que no salao

  13. Lady Laura
    sexta-feira, 11 de janeiro de 2013 – 12:06 hs

    O que ocorre, gente alimentada pela ignorância por interesses dos nossos governantes e pela ganância que exige o vínculo empregatício somente para encher os cofres públicos com os encargos trabalhistas que o empresário tem que pagar.
    O que ocorre é que se o empresário não tiver lucro nem dinheiro prá pagar as contas, vocês não vão ter onde trabalhar porque ninguém quer abrir um negócio prá pagar contas sem ganhar. Vocês mesmos sonham abrir um negócio próprio por que? Porque acreditam que vão ficar ricos, muito ricos!…. Ora me poupem!!!

  14. alexandra
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 19:47 hs

    Ola eu sou manicure em um salão de beleza, e la agente faz hora extra e depoiis pegamos em folga, e verdade que so pode ser decidido pela patroa o dia da folga?

  15. Anônimo
    quarta-feira, 17 de abril de 2013 – 23:04 hs

    Artur

  16. Jackson Oliveira
    segunda-feira, 22 de abril de 2013 – 18:20 hs

    Boa tarde, estou abrindo um salão de manicure e depilação, e estou querendo registrar os funcionários, mas de incio estarei fazendo a experiência com os profissionais com 40% do funcionário, sendo que todo material será do salão elas só utilizar seus alicates e espatulas, e depois dessa experiência terá o registro com o salário base e mais 20%.

    E uma duvida que tenho como e feito com a depiladora elas teriam uma comissão de quanto sobre o trabalho.

    Minha pergunta, sendo assim desta forma registro mais 20% e VT, terei algum problema para encontrar funcionários.

    Agradeço

  17. desirée
    segunda-feira, 3 de junho de 2013 – 21:04 hs

    os salões tem que registrar, chega de trabalhar de forma irregular eles só querem vantagem sobre nós trabalhadores, sonegam impostos, forgan a lei,tem que acabar com isso, estamos em uma era da igualdade trabalhista todo mundo tem direito a receber seus direitos como qualquer profissão,vamos se unir,,,

  18. Patricia
    sexta-feira, 21 de junho de 2013 – 15:16 hs

    Vou abrir um salão de beleza, e estou pensando em registrar a cabelereira e a manicure.
    Para a manicure seria o salario mais 20% com meus matérias, sendo somente o alicate e espátulas dela, e para o cabelereiro seria o salario mais 30% com meus matérias, sendo somente o secador e a prancha dela.
    Isto seria certo ou não , me ajudem estou meia perdida neste problema.

  19. terça-feira, 10 de dezembro de 2013 – 0:31 hs

    Trabalho a pouco tempo em um salão, não sou registrada, sou maquiadora trabalho com os meus produtos que são de otima qualidade e faço uma maquiagem excepcional e só ganho 50% sendo que minha patroa pede para eu fazer de tudo ,desde de varrer a colocar toalhas perto do lavatorio, lavo cabelos e tudo mais. Eu acho o seguinte, ja que faço meu serviço rapido e agrado todas as cliente fazendo com que essas clientes tragam mais clientes ,acho que deveria receber 70% pois gasto bastante produtos e trabalho 12 horas. Não recebo vale transporte nem vale refeição. É claro que eu na trabalho 12 horas fazendo maquiagem direto ,mais sempre tem algumas coisinhas que citei acima para eu fazer . ME AJUDEM POR FAVOR
    ME AJUDEM POR FAVOR
    OBRIGADO

  20. A F T S
    quarta-feira, 22 de janeiro de 2014 – 23:27 hs

    Sou profissional em vendas de produtos profissionais para cabeleireiros,minha cunhada tem salão e 03 manicuris.Eram comissionadas e ganhavam 50% livre com material da casa ganhavam em média r$ 3.800,00 a r$ 5.000,00 cinco mil reais chegava a hora que queriam marcava com o cliente e não vinha.Cuspiam no prato que comiam ,tinha sempre problemas com a justiça.Hoje Deus deu luz e sabedoria elas foram registradas ganham somente o piso da classe e comissão de 15% tiram menos da metade que ganhavam antes e estão muito felizes porque elas se sentem realizadas com o INSS = ISTO NUNCA SERÁ SUFICIENTE.E minha cunhada dona do salão que antes vivia tendo problemas com a justiça do trabalho esta rindo a tôa! Shalon!

  21. sinto injustissada
    segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014 – 11:32 hs

    Trabalho a 14anos em um salao gerensiei enquanto eles saiam de feriad para praias eu nunca tirei ferias sai de la pedi uma carta de recomendacao para eles e eles m negou .no dia que pedi o salao estava fechando e eles tem outro dalao por ventura muito chiqui e eu ,tinha conseguido um trabalho em um hotel foi indicacao ,mas mesmo asssim presisava de uma recomendacao afinal e muitos anos mas tem que provar .eles me negaram e eu perde esta chanse de mudansa de vida .tenho 6filhos para da comida .pergunto sou uma trabalhadora pai e mae ,onde esta a justica ,disem que a justica e para todos .mas todos quem ?chegava um horario e nao tinha hora pra sair sem falar que tinhaque faser limpesa de salao .e tinha q comprar produtos para trabalhar e cortar cabelo masculino .fiz duas cirurgia e quse passei fome cm meus filhos .sai de la chorando me sente tao injustisada,alem disso perde o trabalho por calsa de um simples papel .na hora q eles iriam para ferias eu ficava cuidando de salao funcionarios e caixa .e eles na praia e agora onde esta o meu direito .

  22. Elisa
    sábado, 8 de março de 2014 – 4:55 hs

    Falar que uma manicure faz corpo mole é fácil..então tenta fazer o que elas fazem…muito se fala sobre os donos dos estabelecimentos..porque isso e aquilo, e ainda tem alguns que acham que a manicure é um “mal necessário” dentro de um salão mais saibam: a manicure é quem recebe na maioria das vezes primeiro os futuros clientes deseus estabelecimento..ntão pare e reflita sobre a maneira como se refere ao um profissional que se deficou e investiu em cursos, em material e ainda temos que aturar patrõesvque se pudessem fariam um carcere porque nem horario de almoço tem direito e sao obrigadas a trabalhar 12 horas por dia…e por ai vai…meu respeito a todos os donos de estabelecimentos, mais não poderia deixar de falar sobre a classe trabalhadora das manicures..qtos aos seus deveres, processos e tal e coisas se informen antes de entrarem numa situação complicada perante um juiz…tenham uma pessoa que os de instruçôes..ou nem abram um negocio sem ter conhecimento dos seus deveres e direitos…

  23. summer
    domingo, 16 de março de 2014 – 7:05 hs

    Direitos e deveres….analfabetos…. choramingos…bla..bla…bla… Q cada um saiba o seu lugar,por favor !!!!!! Temos q conceder a oportunidade de trabalho, somente as escolhidas a dedo. Deixar bem claras as condicoes , faze-las assinar um contrato e registra- –lo em Cartorio, ou, pela metade dos ganhos, com carteira !!!!

  24. rose oniesko
    sexta-feira, 13 de junho de 2014 – 14:27 hs

    Gostaria de saber como faço esse contrato, obrigado

  25. Anônimo
    terça-feira, 8 de julho de 2014 – 10:24 hs

    Muito fácil pra quem está de fora. ..
    Trabalhei por quase um ano em um salao… nao tinha horário de sair de descansar de comer…. cheguei a trabalhar até meia noite… obrigada com uma filha pequena.. nao acho justo nao temos que ter direito siim… trabalhava muito atendendo telefone limpando o salão fazendo café. .. e aiinda era tratada igual uma cachorrinha.. Então se eu largo minha família e vou trabalhar tenho direitos sim como qualquer cidadão brasileiro. …. se bem q esperar o q de um país que valoriza mais presidiário do que trabalhadores. … quero siim meus direitos. .. nem que preciso entrar na justiça

  26. domingo, 20 de julho de 2014 – 19:41 hs

    Bom teve um serto comentario que este enfeliz deve ser dono de salão que chamou os cabelereiros de vagabundos . Eu sou Cabelereiro e amo esta Profissão , mais como sou vagabundo entro no salão 8 horas da manhâ e saio muitas vezes 11 horas da noite ou mais , trabalho feito um filho da puta .Odono do salão chega no minimo 9 horas e sai todo dia as 16 da tarde polo motivo da academia dele que ele esta fazendo musculação, Pago para ele 50% de cortes e escova e 60% de quimica, ja peguei ele inumeras vezes ele errando os calculos da minha comição houve vezes de da diferencia absurda de quaze 300 reais eu e ele discutimos ele me devolveu em parcelas, eu pago nos livens de Progressivas 20 ml pago 20 reais e ele ainda cobra mais 40% do do faturamento que eu atendi a cliente, e fora outras funçoes tipo fachina tb fazemos ele não paga fachineira e vive reclamando que o movimento diminuio. E eu sou vagabundo quando eu sai do salão vou coloca ele na justiça ssim estou enterando 5 anos neste salão , ai me perguntam porque eu não sai dele dou a resposta unica amo meu trabalho e não abro mão do meu direito mesmo estou esperando mais um vacilo dele só isto..

  27. ISABEL
    sexta-feira, 25 de julho de 2014 – 0:20 hs

    Boa noite, sou manicure. Eu reconheço que dói as costas, recebemos 30% e ficamos sem hora para o almoço. Mas, eu escolhi essa profissão sabendo que estou trabalhando pra não ser uma desempregada . Se eu quisesse ter meus direitos, que eu trabalhasse por conta própria, assim como, as diariatas. Eu respeito meus padrões, da mesma forma que me respeitam pagando devidamente o que foi tratato e me tratam com carinho. Reconheço, que, se eles hj, podem ter o conforto, fico feliz que participei dessa prosperidade. Essa conversa que eles ficam ricos a nossa custa e papo de despeitados e invejosos. O emprego quem aceita somos nós.Temos que dar graças à Deus, que ainda podem nos oferecer empregos. Qto, ao o almoço, isso é muito relativo, depende do atraso da cliente, da situação das unhas ou mesmo, da própria demorar do profissional. Óbvio, que tem donos de salões exploradores, mas ninguém é obrigado a ficar aonde não se sente bem. O grande fato, que existem profissionais, que não merecem um vintem e querem se dar bem! Acho que os profissionais estão dando tiro no proprio pé! Qto mais reclamarem, mais desemprego gera e mais miséria cresce. Antes de reclamar, pense no futuro!

  28. ISABEL
    sexta-feira, 25 de julho de 2014 – 0:42 hs

    Boa noite, sou manicure. Eu reconheço que dói as costas, recebemos 30% e ficamos sem hora para o almoço. Mas, eu escolhi essa profissão sabendo que estou trabalhando pra não ser uma desempregada . Se eu quisesse ter meus direitos, que eu trabalhasse por conta própria, assim como, as diariatas. Eu respeito meus padrões, da mesma forma que me respeitam pagando devidamente o que foi tratato e me tratam com carinho. Reconheço, que, se eles hj, podem ter o conforto, fico feliz que participei dessa prosperidade. Essa conversa que eles ficam ricos a nossa custa é papo de despeitados e invejosos. O emprego quem aceita somos nós.Temos que dar graças à Deus, que ainda podem nos oferecer empregos. Qto, ao o almoço, isso é muito relativo, depende do atraso da cliente, da situação das unhas ou mesmo, da própria demorar do profissional. Óbvio, que tem donos de salões exploradores, mas ninguém é obrigado a ficar aonde não se sente bem. O grande fato, que existem profissionais, que não merecem um vintem e querem se dar bem! Acho que os profissionais estão dando tiro no próprio pé! Qto mais reclamarem injustamente, mais desemprego vão gerar e a miséria crescer. Antes de reclamar do seu ganha pão, pense no futuro! Ah, se vcs pagam INSS, corram numa agência, e vejam os seus…INSS, não tem só pensão e aposentadoria… Um abraço!!!

  29. ge
    terça-feira, 29 de julho de 2014 – 14:01 hs

    É complicado ,tenho um salão pequeno dou 50% para cabeleireira e 80% para manicure e sou cabeleireira a três anos já que tinha outra profissão e atende eu e outra cabeleireira que colocou na justiça e eu dava passagem ,comida e pagava o seu mei
    que ela já tinha antes , era uma relação de parceria onde ela levava os clientes dela e os que aparecia ,material todo dela pessoal e produtos do salão.Arrumou um namorado ciumento que proibiu de cortar cabelo masculino e de sair só com ele e ligava sem parar ,saia no sábado as 14hs e deixava as próprias clientes na mão e os clientes reclamavam e meu salão estava perdendo clientes .Aí eu eu digo o que fazer ela arruma lugar para trabalhar e eu como fico? Tive que desfazer nossa parceria ,porque ela além de sair a hora que queria levava todo o material consigo ,deixando todos os clientes falando da falta profissionalismo ,agora eu tenho que parar com tudo e ir na justiça deixando minha filha especial com uma pessoa para falar com advogado . Tem alguns dessa área que não tem Deus no coração………..
    E há muita fofoca nesse meio.

  30. Ju
    quinta-feira, 14 de agosto de 2014 – 13:25 hs

    Que decepção!! tinha vontade de abrir um salão e investir nessa área mas ao ler tantas publicações negativas desisti: o pessoal aqui escreve errado, não entende nada do que os outros acima explicaram,só querem saber de se dar bem…
    É por isso que a classe é tão prejudicada.

  31. Alexandre
    sábado, 20 de setembro de 2014 – 15:17 hs

    Meu DEUS! A pessoa ganha 50% / 70% e ainda quer direitos???
    Só uma pergunta à esses aproveitadores de plantão:
    Porque voces não aceitam trabalhar por um salário fixo do piso da categoria ( R$ 926,00 ) e ai sim ter todos os seus direitos atendidos?
    Ahhhh!!! Quero ver, respondam….
    COITADO DE QUEM ENTRA NESSE RAMO

  32. sábado, 1 de novembro de 2014 – 23:47 hs

    Nos países desenvolvidos, o papel do administrador é reconhecido para gestão de negócios, no Brasil o numero de administradores a frente das empresas vem crescendo consideravelmente. Acredito q os salões de beleza devem ter tb um grande gestor, para assim planejar de forma organizada, desde o inicio das atividades mediante um plano de negócios, onde o empresário ou profissional vai perceber a viabilidade de honrar seus compromissos mediante a legalidade. Pois o q se paga hoje a um profissional de beleza, comissões de 45 à 70% é totalmente desproporcional a realidade financeira do negócio, até porque o lucro liquido de um salão de beleza legalizado e bem administrado não passa de 25%. As grandes redes salão pagam comissões de 30 à 35%, seus aluguéis não representam mais do q 8% do seu faturamento. Esses fatores são de grande relevância para liquidez .

  33. pa
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2015 – 11:39 hs

    olá pessoal comprei um salão a pouco tempo para administrar minha mãe é massoterapeuta e veio comigo, mas sinceramente me arrependi muito investi uma grana alta e demorei meses para achar pessoal manicure então uma dificuldade, hoje consegui uma equipe muito boa, mas pago comissões alta 50% para cabeleireiros eu dando o material 70% eles dando e 80% manicures mas assim eles tem total liberdade de fazer seus horários graças a Deus são super responsáveis, mas deixo um aviso para quem for abrir fazer um planejamento antes pq é super difícil achar pessoas comprometidas, eu cedo o espaço pago aluguel, luz, água telefone, café toalhas, enfim tenho um custo alto, não sou rica trabalho muito limpo tudo não exijo nada deles, mas vou dizer q é muito complicado fiquei muito desapontada com o ramo , pela dificuldade achar pessoal da falta de comprometimento , mas nao posso generalizar ainda existe bons profissionais que entendem o lado do dono do salão eu por exemplo tenho dois cabeleireiros que ja foram donos e hj nao querem mais exatamente pelas dificuldades e por terem sido lesados por outros profissionais complicado este ramo

  34. Arnaldo
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 – 10:34 hs

    Parabéns pela decisão da desembargadora.
    Se existem os sindicatos de ambos os lados e firmaram uma convenção, é necessário que se cumpra integralmente no que foi convencionado pelos representantes legais dos proprietários de salões e dos empregados.

    Se todos seguissem a lei, não haveria necessidade de tribunais para resolver litígios.

    Basta haver respeito recíproco com responsabilidade para com os clientes.

    Não foi falado de quem será a responsabilidade por danos materiais e morais sobre os clientes na execução de serviços mal executados. Por exemplo um couro cabeludo queimado por dosagem excessiva de produto químico. Nem está previsto nas convenções estabelecidas entre os sindicatos patronal versus empregados.

  35. Arnaldo
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 – 13:46 hs

    Outro detalhe,

    Ninguém foi obrigado a abrir salões, trata-se de um empreendimento que segue normas, procedimentos, posturas e dispositivos legais que deverão ser cumpridos pelos responsáveis pelo negócio.
    Se dá lucro ou não, é um detalhe que deve ser visto antes de abrir as portas. Sem planejamento e na base do improviso, só com sorte e ajuda do coitado de Deus é que poderá dar certo. Veja como as grandes franquias procedem com a aceitação de prováveis franqueados. Ou é um bom negócio para ambos ou então não se aprova o franqueamento pretendido.
    No Brasil, os “pseudo empresários” agem no impulso ou na visão míope de que se a pastelaria da esquina está dando certo, ele poderá também abrir uma pastelaria na garagem de sua casa. Aí, ambas as pastelarias vão para o vinagre.
    Contrate hoje uma empregada para os serviços domésticos de sua residência e não cumpra com a legislação em vigor. Provavelmente ela irá buscar os seus direitos mais tarde, já que não o foram respeitados pelo patrão (oa). O coronelismo acabou a muito tempo e junto foi a escravidão.
    Só assim chegaremos a nível de países de primeiro mundo, ou então seremos sempre uma simples republiqueta motivo de chacota pelos grandes graças ao seu povinho. Aquele que Deus resolveu colocar aqui nestas terras maravilhosas quando da ocupação após a criação do mundo.

  36. Jéssica
    quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 – 22:43 hs

    Olá , boa noite!
    Então , eu trabalho como manicure no salão cuja a dona é minha irmã , estou juntamente a ela à 5 anos. Eu recebo 70% das unhas que atendo, arcando com todo o material usado por mim … desde o esmalte , ate a bancada para fazer as unhas. Porém minha irmã acha que deve cobrar uma taxa de mim , por cada cliente que paga no cartão, seja a vista ( débito) ou parcelado. E também dos clientes que tem a opção de pagar por mês , gostaria de saber se esta correto e justo a respeito dessa taxa ?

  37. vaneide m da Silva
    quarta-feira, 4 de março de 2015 – 11:40 hs

    Quero saber quanto ta o salário de auxiliar de cabeleireiro e cabeleireiro! Obrigado

  38. Claudia
    terça-feira, 2 de junho de 2015 – 20:23 hs

    Triste coisa é ser empregador em um Pais como o Brasil onde o dono do salão trabalha como um louco e ai vem a manicure que na maioria das vezes são todas iguais falta, atrasam. pirraçam e depois ainda te mete um processo nas costas.. fala sério desse jeito nenhuma empresa aguenta, dai vem a taxa alta de desemprego e não se sabe pq hoje como dona de um salão só tive decepções, é a pior especie você trabalha com teu concorrente pois se vendem, o vizinho diz que paga 0,50 a mais e eles vão correndo, meu marido ficou traumatizado e foi trabalhar de empregado, eu entrei em depressão e quase pirei com tanta gente ruim, os advogados deveriam antes investigar a vida dos seus clientes antes de sair por ai processando os empregadores, não sabe o que passamos e quantos desaforos temos que aguentar de um funcionário , por isso que tem um monte de gente que trabalha errado, pq nesse País tanto faz se vc registra eles te poe no pau se não registra te poe do mesmo jeito… um País onde o assalariado quer ferrar o empregador nunca será um País de primeiro mundo.

  39. guida
    quarta-feira, 23 de setembro de 2015 – 10:05 hs

    Essas donas de salão ke ainda tbem trabalha de cabeleleira axa Ke as Manicures não tem direito,e ainda não ker pagar seu dinheiro por direito pelo seu trabalho,essas fulanas se axa,e ainda ker fazer as unhas Kê xega da nojo de sentir a catinga dos pés…. Se essas beucranas axa Kê é tao fácil assim. Então pq Vcs mesmo não fazem o serviço,dai ganham mais não tem nenhuma dispersas cm as manicures nos salões…. Dai Vcs pagam seus impostos e etc…, ganhando 100%. Suas exploradoras…,,

  40. quinta-feira, 15 de outubro de 2015 – 12:17 hs

    Olá, eu trabalho como autônoma em um salão com os material do salao, os clientes tabem são do salao, a porcentagem e 50% de manicure e 40% de depilação, mas eu quero sabe, se eu sou funcionária da do salao ou prestadora do salao?

  41. Cristiane lima
    domingo, 20 de dezembro de 2015 – 21:25 hs

    Trabalho há 4 anos, num salão e não sou registrada, já mudou o dono e a coisa continua a mesma.
    Quais os meus direitos

  42. ceica santos
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 18:06 hs

    Trabalhei de cabeleleira num salão nunca me ficaram minha CTPS só fizeram eu assinar um papel como se eu estivesse alugando a vaga meus ganhos tinha que dividir com porcentagem pra dona isso foi seis anos me de uma orientação sobre isso,sai de lá sem nada! Obrigado pela atenção sou do DF Brasília. Boa tarde

  43. terça-feira, 15 de março de 2016 – 18:10 hs

    É certo eu trabalhar num salão de cabeleleira sem ser fichada tirar dos meus ganhos porcentagem e ainda assinar um papel dizendo que eu alugou a minha vaga seis anos! Obrigado

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